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David Arioch

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  • De acordo com o Times of Israel, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou recentemente a ativista vegana Tal Gilboa como conselheira de políticas de direitos animais. “Eu pedi a Tal Gilboa para me aconselhar sobre questões de direitos dos animais, um assunto que gradualmente se tornou mais próximo do meu coração”, disse o primeiro-ministro em declaração em vídeo.

Tal Gilboa é conhecida como a fundadora da Frente da libertação Animal de Israel, fundada em 2013 e renomeada como “Total Liberation” em 2018.

Gilboa traz o número 269 tatuado no corpo, em referência ao bezerro 269, que alguns ativistas anônimos livraram do abate ao levá-lo de uma fazenda em Azor para um santuário em 2012, dando origem ao grupo 269 Life.

A ativista também ficou conhecida por polêmicas em que fez comparações entre o holocausto e o holocausto animal. Segundo Gilboa, por mais duro que isso possa parecer, o holocausto contra não humanos é o maior da história da humanidade.

Fotos: Times of Israel

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #israel #direitosanimais #animalrights #netanyahu #talgilboa #vegan #vegana
  • De acordo com o Times of Israel, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou recentemente a ativista vegana Tal Gilboa como conselheira de políticas de direitos animais. “Eu pedi a Tal Gilboa para me aconselhar sobre questões de direitos dos animais, um assunto que gradualmente se tornou mais próximo do meu coração”, disse o primeiro-ministro em declaração em vídeo.

    Tal Gilboa é conhecida como a fundadora da Frente da libertação Animal de Israel, fundada em 2013 e renomeada como “Total Liberation” em 2018.

    Gilboa traz o número 269 tatuado no corpo, em referência ao bezerro 269, que alguns ativistas anônimos livraram do abate ao levá-lo de uma fazenda em Azor para um santuário em 2012, dando origem ao grupo 269 Life.

    A ativista também ficou conhecida por polêmicas em que fez comparações entre o holocausto e o holocausto animal. Segundo Gilboa, por mais duro que isso possa parecer, o holocausto contra não humanos é o maior da história da humanidade.

    Fotos: Times of Israel

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #israel #direitosanimais #animalrights #netanyahu #talgilboa #vegan #vegana
  •  23  0  1 hour ago
  • Nove dos 17 estados da Mata Atlântica estão no nível de desmatamento zero, aponta estudo - Parte 2 de 2

A Bahia é um exemplo de como as ações de comando e controle são importantes. Há dois anos, foi o primeiro estado do ranking, com 12.288 hectares desmatados entre 2015 e 2016 – número maior do que o total de desmatamentos neste ano, por exemplo. “Naquele ano, o então secretário de Meio Ambiente do estado esteve no nosso ‘Encontro das Secretarias de Meio Ambiente dos estados da Mata Atlântica’, onde se comprometeu com o combate ao desmatamento e realizou operações de fiscalização”, explica Marcia.

No ano seguinte, a partir das ações afirmativas realizadas, o estado teve uma redução de 67% no desmatamento – foram 4.050 hectares desmatados. Agora, verifica-se uma segunda queda, de 51%, apesar do estado ainda ser um dos maiores desmatadores.

Quem ainda desmata

Apesar dos resultados positivos desta edição do Atlas da Mata Atlântica, cinco estados ainda mantém índices inaceitáveis de desmatamento: Minas Gerais (3.379 ha), Paraná (2.049 ha), Piauí (2.100 ha), Bahia (1.985 ha) e Santa Catarina (905 ha). Para o diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, é preciso ficar atento às mudanças propostas pelo atual governo federal que podem reverter as conquistas alcançadas até aqui. “Não podemos permitir o enfraquecimento da gestão ambiental e nenhuma tentativa de flexibilização da legislação” enfatiza.

Foto: Getty

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #mataatlantica #biomas #desmatamento #brasil
  • Nove dos 17 estados da Mata Atlântica estão no nível de desmatamento zero, aponta estudo - Parte 2 de 2

    A Bahia é um exemplo de como as ações de comando e controle são importantes. Há dois anos, foi o primeiro estado do ranking, com 12.288 hectares desmatados entre 2015 e 2016 – número maior do que o total de desmatamentos neste ano, por exemplo. “Naquele ano, o então secretário de Meio Ambiente do estado esteve no nosso ‘Encontro das Secretarias de Meio Ambiente dos estados da Mata Atlântica’, onde se comprometeu com o combate ao desmatamento e realizou operações de fiscalização”, explica Marcia.

    No ano seguinte, a partir das ações afirmativas realizadas, o estado teve uma redução de 67% no desmatamento – foram 4.050 hectares desmatados. Agora, verifica-se uma segunda queda, de 51%, apesar do estado ainda ser um dos maiores desmatadores.

    Quem ainda desmata

    Apesar dos resultados positivos desta edição do Atlas da Mata Atlântica, cinco estados ainda mantém índices inaceitáveis de desmatamento: Minas Gerais (3.379 ha), Paraná (2.049 ha), Piauí (2.100 ha), Bahia (1.985 ha) e Santa Catarina (905 ha). Para o diretor de Políticas Públicas da Fundação SOS Mata Atlântica, Mario Mantovani, é preciso ficar atento às mudanças propostas pelo atual governo federal que podem reverter as conquistas alcançadas até aqui. “Não podemos permitir o enfraquecimento da gestão ambiental e nenhuma tentativa de flexibilização da legislação” enfatiza.

    Foto: Getty

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  •  5  0  4 hours ago
  • Nove dos 17 estados da Mata Atlântica estão no nível de desmatamento zero, aponta estudo - Parte 1 de 2

O desmatamento da Mata Atlântica entre 2017 e 2018 caiu 9,3% em relação ao período anterior (2016-2017), que já tinha sido o menor desmatamento registrado pela série histórica do Atlas da Mata Atlântica, iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora o bioma desde 1985.

O relatório aponta que no último ano foram destruídos 11.399 hectares (ha), ou 113 Km², de áreas de Mata Atlântica acima de três hectares nos 17 estados do bioma. No ano anterior, o desmatamento tinha sido de 12.562 hectares (125 Km²). Dos 17 estados, nove estão no nível do desmatamento zero, com desflorestamentos abaixo de 100 hectares, ou 1 Km². São eles: Ceará (7 ha), Alagoas (8 ha), Rio Grande do Norte (13 ha), Rio de Janeiro (18 ha), Espírito Santo (19 ha), Paraíba (33 ha), Pernambuco (90 ha), São Paulo (96 ha) e Sergipe (98 ha). Outros três estados estão a caminho desse índice: Mato Grosso do Sul (140 ha), Rio Grande do Sul (171 ha) e Goiás (289 ha). Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, destaca que o resultado positivo tem relação com ações afirmativas de monitoramento sistemático e combate ao desmatamento empenhadas por órgãos ambientais estaduais, polícia ambiental, Ministério Público e Ibama nos últimos anos.

É o caso de ações realizadas em regiões da Mata Atlântica como as do projeto “De Olho no Verde”, do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro vinculado à Secretaria de Estado do Ambiente, ou a operação nacional “Mata Atlântica em Pé”, que envolveu Ministérios Públicos e órgãos ambientais de 15 estados em 2018. “Esses dados comprovam como o acompanhamento da sociedade civil e investimentos dos governos no cumprimento da Lei da Mata Atlântica, por meio dos órgãos de conservação, fiscalização e controle, trazem resultados concretos. Este tipo de ação precisa ter continuidade”, observa. Vale ressaltar que a Mata Atlântica é o único bioma brasileiro com uma lei específica.

Foto: Getty

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #mataatlantica #biomas #desmatamento #brasil
  • Nove dos 17 estados da Mata Atlântica estão no nível de desmatamento zero, aponta estudo - Parte 1 de 2

    O desmatamento da Mata Atlântica entre 2017 e 2018 caiu 9,3% em relação ao período anterior (2016-2017), que já tinha sido o menor desmatamento registrado pela série histórica do Atlas da Mata Atlântica, iniciativa da Fundação SOS Mata Atlântica e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), que monitora o bioma desde 1985.

    O relatório aponta que no último ano foram destruídos 11.399 hectares (ha), ou 113 Km², de áreas de Mata Atlântica acima de três hectares nos 17 estados do bioma. No ano anterior, o desmatamento tinha sido de 12.562 hectares (125 Km²). Dos 17 estados, nove estão no nível do desmatamento zero, com desflorestamentos abaixo de 100 hectares, ou 1 Km². São eles: Ceará (7 ha), Alagoas (8 ha), Rio Grande do Norte (13 ha), Rio de Janeiro (18 ha), Espírito Santo (19 ha), Paraíba (33 ha), Pernambuco (90 ha), São Paulo (96 ha) e Sergipe (98 ha). Outros três estados estão a caminho desse índice: Mato Grosso do Sul (140 ha), Rio Grande do Sul (171 ha) e Goiás (289 ha). Marcia Hirota, diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica, destaca que o resultado positivo tem relação com ações afirmativas de monitoramento sistemático e combate ao desmatamento empenhadas por órgãos ambientais estaduais, polícia ambiental, Ministério Público e Ibama nos últimos anos.

    É o caso de ações realizadas em regiões da Mata Atlântica como as do projeto “De Olho no Verde”, do Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro vinculado à Secretaria de Estado do Ambiente, ou a operação nacional “Mata Atlântica em Pé”, que envolveu Ministérios Públicos e órgãos ambientais de 15 estados em 2018. “Esses dados comprovam como o acompanhamento da sociedade civil e investimentos dos governos no cumprimento da Lei da Mata Atlântica, por meio dos órgãos de conservação, fiscalização e controle, trazem resultados concretos. Este tipo de ação precisa ter continuidade”, observa. Vale ressaltar que a Mata Atlântica é o único bioma brasileiro com uma lei específica.

    Foto: Getty

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  •  22  0  4 hours ago
  • Quem passou pelo Parque Nacional de Brasília na última quinta-feira (13) pôde testemunhar uma cena de salvamento. Um grupo de biólogos, veterinários, tratadores e técnicos ambientais do Parque Nacional de Brasília tentava socorrer um queixada que tinha um pedaço de arame liso enroscado no pescoço, que possivelmente era parte de um petrecho de caça.

Se não fosse retirado logo, o animal, que faz parte de um grupo de cerca de 35 indivíduos, poderia se machucar e ser estrangulado. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), como ele é extremamente social, mas pode se tornar agressivo quando algum dos seus é ameaçado, foi necessário mover os visitantes para outro local. Só assim, e sem a necessidade de sedá-lo, os técnicos puderam se aproximar do animal em segurança para livrá-lo do item usado em caçadas.

De acordo com o ICMBio, por bem, o arame não feriu o queixada e foi retirado rapidamente, de modo a resguardar a saúde e a integridade física do bicho. No Parque Nacional de Brasília, esses animais podem ficar perto da área de visitação em busca de frutos, principalmente o ingá. Ao avistar o grupo, a equipe do parque recomenda manter distância, mudar a direção e esperar eles passarem, já que só atacam se forem provocados.

Foto: Claudia Campos

#vegazeta #vegazetabr #noticias #parquenacionaldebrasilia #salvamento #queixada #animais #animaissilvestres #brasilia #df #fauna
  • Quem passou pelo Parque Nacional de Brasília na última quinta-feira (13) pôde testemunhar uma cena de salvamento. Um grupo de biólogos, veterinários, tratadores e técnicos ambientais do Parque Nacional de Brasília tentava socorrer um queixada que tinha um pedaço de arame liso enroscado no pescoço, que possivelmente era parte de um petrecho de caça.

    Se não fosse retirado logo, o animal, que faz parte de um grupo de cerca de 35 indivíduos, poderia se machucar e ser estrangulado. Segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), como ele é extremamente social, mas pode se tornar agressivo quando algum dos seus é ameaçado, foi necessário mover os visitantes para outro local. Só assim, e sem a necessidade de sedá-lo, os técnicos puderam se aproximar do animal em segurança para livrá-lo do item usado em caçadas.

    De acordo com o ICMBio, por bem, o arame não feriu o queixada e foi retirado rapidamente, de modo a resguardar a saúde e a integridade física do bicho. No Parque Nacional de Brasília, esses animais podem ficar perto da área de visitação em busca de frutos, principalmente o ingá. Ao avistar o grupo, a equipe do parque recomenda manter distância, mudar a direção e esperar eles passarem, já que só atacam se forem provocados.

    Foto: Claudia Campos

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #parquenacionaldebrasilia #salvamento #queixada #animais #animaissilvestres #brasilia #df #fauna
  •  11  0  4 hours ago
  • Por @davidarioch 
Uma senhora que morava na minha rua morreu, segundo dois cães mestiços que tentavam invadir a casa. Uivaram e deixaram marcas de garras na porta da cozinha. Em poucos minutos, esculpiram emaranhado de riscos, sincretismo de tristeza e desespero. Sentiram sua ausência antes de testemunhá-la morta, caída na cozinha, vítima de AVC.

Cavaram no quintal, na ingênua tentativa de chegar até ela. Não se deixaram abater. Só abandonaram o buraco quando ouviram alguém abrindo o portão. Era o filho. “Mãe…mãe…cheguei!” Lorenzo e Matino se aproximaram com focinhos cobertos de terra.

Desafinados pela estafa e pela desarticulação da surpresa, lamentaram como crianças órfãs, que ainda não aprenderam a falar. Lágrimas escorreram, assim como o uivo fragilizado e prolongado que, oscilante, se perdia. O filho abriu a porta e os cães se adiantaram à cozinha. Lamberam as mãos da mulher que já não existia.

O rapaz tapou a boca e gritou, reprimindo som e engolindo bafo quente. Enxugou lágrimas na camiseta e chamou o Corpo de Bombeiros. “Não há mais o que ser feito.” Circulando o corpo, Lorenzo e Matino uivaram. Roufenho, o filho berrou: “Perdão, mãe! Perdão!” Sem fazer barulho, os cães se aproximaram e lamberam as mãos do rapaz.

Após a chegada dos funcionários da funerária, embalaram o corpo em um saco de PVC e partiram. O filho foi atrás, noutro carro, acompanhado por Lorenzo e Matino. Com a cabeça atravessando a janela, seguiram uivando para o nada, ou para o tudo, já que a vida celebra a morte tanto quanto a morte celebra a vida.

Pintura: Jonelle Summerfield
#vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #caes #cachorro #animais #reflexao #respeito #vida #morte
  • Por @davidarioch
    Uma senhora que morava na minha rua morreu, segundo dois cães mestiços que tentavam invadir a casa. Uivaram e deixaram marcas de garras na porta da cozinha. Em poucos minutos, esculpiram emaranhado de riscos, sincretismo de tristeza e desespero. Sentiram sua ausência antes de testemunhá-la morta, caída na cozinha, vítima de AVC.

    Cavaram no quintal, na ingênua tentativa de chegar até ela. Não se deixaram abater. Só abandonaram o buraco quando ouviram alguém abrindo o portão. Era o filho. “Mãe…mãe…cheguei!” Lorenzo e Matino se aproximaram com focinhos cobertos de terra.

    Desafinados pela estafa e pela desarticulação da surpresa, lamentaram como crianças órfãs, que ainda não aprenderam a falar. Lágrimas escorreram, assim como o uivo fragilizado e prolongado que, oscilante, se perdia. O filho abriu a porta e os cães se adiantaram à cozinha. Lamberam as mãos da mulher que já não existia.

    O rapaz tapou a boca e gritou, reprimindo som e engolindo bafo quente. Enxugou lágrimas na camiseta e chamou o Corpo de Bombeiros. “Não há mais o que ser feito.” Circulando o corpo, Lorenzo e Matino uivaram. Roufenho, o filho berrou: “Perdão, mãe! Perdão!” Sem fazer barulho, os cães se aproximaram e lamberam as mãos do rapaz.

    Após a chegada dos funcionários da funerária, embalaram o corpo em um saco de PVC e partiram. O filho foi atrás, noutro carro, acompanhado por Lorenzo e Matino. Com a cabeça atravessando a janela, seguiram uivando para o nada, ou para o tudo, já que a vida celebra a morte tanto quanto a morte celebra a vida.

    Pintura: Jonelle Summerfield
    #vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #caes #cachorro #animais #reflexao #respeito #vida #morte
  •  18  0  4 hours ago
  • No último dia 12, ativistas chineses resgataram 62 cães que seriam abatidos e consumidos no Festival de Lichia e Carne de Cachorro de Yulin, na província de Guangxi, que começa no dia 21. As imagens do resgate foram encaminhadas para a organização Humane Society International. No entanto, os ativistas disseram que preferem continuar no anonimato.

Os cães foram encontrados desidratados e subnutridos, revelando indícios de infecções e outras enfermidades. O que também chamou a atenção é que alguns cães são de pequenas raças normalmente criadas como animais domésticos no país, e estavam usando coleiras.

Há inclusive uma especulação de que a maioria dos cães e gatos mortos para o Festival de Yulin são animais levados de quintais ou encontrados nas ruas. “Eles são amontoados em gaiolas de arame e transportados por horas ou até mesmo dias pelo país até chegarem ao matadouro onde serão espancados até a morte”, informa a HSI.

Um dos ativistas que participou do resgate disse que estava tão quente no matadouro de onde retiraram os animais que muitos deles ofegavam sem parar. “Os carregamos rapidamente no caminhão para levá-los ao abrigo temporário para receberem atendimento veterinário emergencial”, disse um dos participantes.

E acrescentou: “Queremos que o mundo veja os horrores do comércio de carne de cachorro na China. Mas, por favor, não perca seu fôlego chamando o consumo de carne de cachorro de tradição chinesa. Não é nossa cultura roubar animais de estimação ou comer cachorros.” Ao contrário do que muita gente pensa, o festival não é um evento tradicional no país. Na realidade, é bem recente, já que surgiu em 2010 e por iniciativa de vendedores de carne de cachorro que não estavam lucrando bem com a atividade.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #festival #yulin #dogmeat #cachorro #china #resgate #hsi #ativismo #ativistas #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal
  • No último dia 12, ativistas chineses resgataram 62 cães que seriam abatidos e consumidos no Festival de Lichia e Carne de Cachorro de Yulin, na província de Guangxi, que começa no dia 21. As imagens do resgate foram encaminhadas para a organização Humane Society International. No entanto, os ativistas disseram que preferem continuar no anonimato.

    Os cães foram encontrados desidratados e subnutridos, revelando indícios de infecções e outras enfermidades. O que também chamou a atenção é que alguns cães são de pequenas raças normalmente criadas como animais domésticos no país, e estavam usando coleiras.

    Há inclusive uma especulação de que a maioria dos cães e gatos mortos para o Festival de Yulin são animais levados de quintais ou encontrados nas ruas. “Eles são amontoados em gaiolas de arame e transportados por horas ou até mesmo dias pelo país até chegarem ao matadouro onde serão espancados até a morte”, informa a HSI.

    Um dos ativistas que participou do resgate disse que estava tão quente no matadouro de onde retiraram os animais que muitos deles ofegavam sem parar. “Os carregamos rapidamente no caminhão para levá-los ao abrigo temporário para receberem atendimento veterinário emergencial”, disse um dos participantes.

    E acrescentou: “Queremos que o mundo veja os horrores do comércio de carne de cachorro na China. Mas, por favor, não perca seu fôlego chamando o consumo de carne de cachorro de tradição chinesa. Não é nossa cultura roubar animais de estimação ou comer cachorros.” Ao contrário do que muita gente pensa, o festival não é um evento tradicional no país. Na realidade, é bem recente, já que surgiu em 2010 e por iniciativa de vendedores de carne de cachorro que não estavam lucrando bem com a atividade.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #festival #yulin #dogmeat #cachorro #china #resgate #hsi #ativismo #ativistas #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal
  •  50  0  17 hours ago
  • Em uma mensagem em vídeo divulgada para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, marcado nesta segunda-feira (17), o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil.

Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano. “Desertificação, degradação da terra e seca são grandes ameaças que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, particularmente mulheres e crianças”, apontou Guterres.

Ele disse que é hora de mudar urgentemente essas tendências, acrescentando que proteger e restaurar a terra pode “reduzir a migração forçada, melhorar a segurança alimentar e estimular o crescimento econômico”, bem como ajudar a resolver a “emergência climática global”. A data, que busca ampliar a conscientização sobre os esforços internacionais de combate à desertificação, foi estabelecido há 25 anos, com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), o único acordo internacional vinculante sobre meio ambiente, desenvolvimento e gestão sustentável da terra.

Sob o lema “Vamos fazer o futuro crescer juntos”, o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca deste ano se concentra em três questões-chave relacionadas à terra: seca, segurança humana e clima.

A previsão é de que em 2025 dois terços do mundo estarão vivendo em condições de escassez de água – com a demanda ultrapassando a oferta em determinados períodos – com 1,8 bilhão de pessoas sofrendo escassez absoluta de água.

A migração deve aumentar como resultado da desertificação, impondo deslocamento aproximado de 135 milhões de pessoas até 2045.

Restaurar o solo de terras degradadas, no entanto, pode ser uma arma importante na luta contra a crise climática. Com o setor de uso da terra representando quase 25% do total de emissões globais, a restauração de terras degradadas tem o potencial de armazenar até três milhões de toneladas de carbono anualmente.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #desertificacao #seca #estiagem #degradacaoambiental #solo #terra #planeta #futuro #agua #mudancasclimaticas #climatechange
  • Em uma mensagem em vídeo divulgada para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, marcado nesta segunda-feira (17), o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil.

    Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano. “Desertificação, degradação da terra e seca são grandes ameaças que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, particularmente mulheres e crianças”, apontou Guterres.

    Ele disse que é hora de mudar urgentemente essas tendências, acrescentando que proteger e restaurar a terra pode “reduzir a migração forçada, melhorar a segurança alimentar e estimular o crescimento econômico”, bem como ajudar a resolver a “emergência climática global”. A data, que busca ampliar a conscientização sobre os esforços internacionais de combate à desertificação, foi estabelecido há 25 anos, com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), o único acordo internacional vinculante sobre meio ambiente, desenvolvimento e gestão sustentável da terra.

    Sob o lema “Vamos fazer o futuro crescer juntos”, o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca deste ano se concentra em três questões-chave relacionadas à terra: seca, segurança humana e clima.

    A previsão é de que em 2025 dois terços do mundo estarão vivendo em condições de escassez de água – com a demanda ultrapassando a oferta em determinados períodos – com 1,8 bilhão de pessoas sofrendo escassez absoluta de água.

    A migração deve aumentar como resultado da desertificação, impondo deslocamento aproximado de 135 milhões de pessoas até 2045.

    Restaurar o solo de terras degradadas, no entanto, pode ser uma arma importante na luta contra a crise climática. Com o setor de uso da terra representando quase 25% do total de emissões globais, a restauração de terras degradadas tem o potencial de armazenar até três milhões de toneladas de carbono anualmente.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #desertificacao #seca #estiagem #degradacaoambiental #solo #terra #planeta #futuro #agua #mudancasclimaticas #climatechange
  •  20  0  18 hours ago
  • De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #caes #pug #pugs #saude #holanda #netherlands #bemestaranimal
  • De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

    A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

    A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

    Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #caes #pug #pugs #saude #holanda #netherlands #bemestaranimal
  •  207  13  18 hours ago
  • No último dia 9, membros da icônica banda britânica de heavy metal Judas Priest estavam excursionando por Saskatchewan, no Canadá, quando decidiram visitar o abrigo de animais da organização Lucky Paws em Regina e promover a adoção em vez da compra de cães.

Na ocasião, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e os guitarristas Richie Faulkner e Andy Sneap conheceram os caninos Lemmy, Judas, Scotia e Lita e tiraram fotos para reforçar a importância da adoção responsável de animais, segundo informações do portal Metal Insider. 
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  • No último dia 9, membros da icônica banda britânica de heavy metal Judas Priest estavam excursionando por Saskatchewan, no Canadá, quando decidiram visitar o abrigo de animais da organização Lucky Paws em Regina e promover a adoção em vez da compra de cães.

    Na ocasião, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e os guitarristas Richie Faulkner e Andy Sneap conheceram os caninos Lemmy, Judas, Scotia e Lita e tiraram fotos para reforçar a importância da adoção responsável de animais, segundo informações do portal Metal Insider.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #judaspriest #metal #heavymetal #dogs #luckypaws #canada #saskatchewan #regina #adocao
  •  77  4  19 hours ago
  • Amanhã, a partir das 14h, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai discutir no Plenário 8 da Câmara dos Deputados a norma Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permite o uso de cães e armas brancas na caça de javalis.

Contrário à medida e responsável pela audiência pública desta terça-feira, o deputado Ricardo Izar (PP) sustenta que a liberação da prática de caça com fins de controle populacional do javali só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e discussão pública.

Além de permitir o uso cães, armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, a Instrução Normativa Nº 12/2019 cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf), que dispensa entrega de relatórios de manejo nas unidades do órgão. Tudo é informado eletronicamente pelos caçadores.

Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo. Por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 137/2019, ele argumenta que a caça de javalis já é um método de abate cruel, que causa muito sofrimento aos animais, já que os tiros desferidos contra os javalis, em sua maioria, não levam à morte imediata do animal. Sendo assim, eles sangram muito e agonizam antes de falecer. “Cães são muito utilizados para perseguir os javalis, e frequentemente se ferem de maneira grave, podendo mesmo até perecer durante a caçada. O abate dos javalis é comumente feito com arma branca, empregando-se bastante violência, desferindo golpes em animal ainda consciente”, aponta Studart.

E acrescenta: “O Parlamente brasileiro não pode ser conivente com prática tão desumana como essa, e deve sustar as normas do Poder Executivo que extrapolem seu poder regulamentar, conforme mandamento constitucional.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #animais #bemestaranimal #camara #camaradosdeputados #javalis #caes #ricardoizar #celiostudart #brasil
  • Amanhã, a partir das 14h, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai discutir no Plenário 8 da Câmara dos Deputados a norma Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permite o uso de cães e armas brancas na caça de javalis.

    Contrário à medida e responsável pela audiência pública desta terça-feira, o deputado Ricardo Izar (PP) sustenta que a liberação da prática de caça com fins de controle populacional do javali só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e discussão pública.

    Além de permitir o uso cães, armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, a Instrução Normativa Nº 12/2019 cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf), que dispensa entrega de relatórios de manejo nas unidades do órgão. Tudo é informado eletronicamente pelos caçadores.

    Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo. Por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 137/2019, ele argumenta que a caça de javalis já é um método de abate cruel, que causa muito sofrimento aos animais, já que os tiros desferidos contra os javalis, em sua maioria, não levam à morte imediata do animal. Sendo assim, eles sangram muito e agonizam antes de falecer. “Cães são muito utilizados para perseguir os javalis, e frequentemente se ferem de maneira grave, podendo mesmo até perecer durante a caçada. O abate dos javalis é comumente feito com arma branca, empregando-se bastante violência, desferindo golpes em animal ainda consciente”, aponta Studart.

    E acrescenta: “O Parlamente brasileiro não pode ser conivente com prática tão desumana como essa, e deve sustar as normas do Poder Executivo que extrapolem seu poder regulamentar, conforme mandamento constitucional.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #animais #bemestaranimal #camara #camaradosdeputados #javalis #caes #ricardoizar #celiostudart #brasil
  •  29  0  21 hours ago
  • Na sexta-feira, durante encontro do “Diálogos do Vaticano” voltado à discussão sobre fontes de energia e o futuro do planeta, o papa Francisco recebeu executivos de multinacionais, incluindo empresas petrolíferas, e disse que a crise ecológica, especialmente as mudanças climáticas, são uma grande ameaça ao futuro.

O papa lembrou que no ano passado o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas advertiu que os efeitos serão catastróficos se ações mais enérgicas não forem tomadas: “Devemos agir de acordo, a fim de evitar perpetrar um ato brutal de injustiça para com os pobres e as futuras gerações. São os pobres que sofrem os piores impactos da crise climática.” Segundo o Vatican News, o pontífice observou que uma transição justa para uma energia mais limpa, que é exigida no preâmbulo do Acordo de Paris, pode, se bem gerida, gerar novos empregos, reduzir a desigualdade e melhorar a qualidade de vida das pessoas mais afetadas pelas mudanças climáticas.

Ele declarou que “o tempo está se esgotando e que é preciso ir além da mera consideração do que pode ser feito e se concentrar no que precisa ser feito.” E concluiu dizendo que a crise climática exige nossa ação decisiva, aqui e agora e que a Igreja Católica está totalmente comprometida em fazer sua parte. “Ainda há esperança e resta tempo para evitar os piores impactos da mudança climática, desde que haja uma ação rápida e resoluta…” #vegazeta #vegazetabr #noticias #papa #papafrancisco #popefrancis #igrejacatolica #meioambiente #mudancasclimaticas #climatechange #futuro #vaticano #mundo
  • Na sexta-feira, durante encontro do “Diálogos do Vaticano” voltado à discussão sobre fontes de energia e o futuro do planeta, o papa Francisco recebeu executivos de multinacionais, incluindo empresas petrolíferas, e disse que a crise ecológica, especialmente as mudanças climáticas, são uma grande ameaça ao futuro.

    O papa lembrou que no ano passado o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas advertiu que os efeitos serão catastróficos se ações mais enérgicas não forem tomadas: “Devemos agir de acordo, a fim de evitar perpetrar um ato brutal de injustiça para com os pobres e as futuras gerações. São os pobres que sofrem os piores impactos da crise climática.” Segundo o Vatican News, o pontífice observou que uma transição justa para uma energia mais limpa, que é exigida no preâmbulo do Acordo de Paris, pode, se bem gerida, gerar novos empregos, reduzir a desigualdade e melhorar a qualidade de vida das pessoas mais afetadas pelas mudanças climáticas.

    Ele declarou que “o tempo está se esgotando e que é preciso ir além da mera consideração do que pode ser feito e se concentrar no que precisa ser feito.” E concluiu dizendo que a crise climática exige nossa ação decisiva, aqui e agora e que a Igreja Católica está totalmente comprometida em fazer sua parte. “Ainda há esperança e resta tempo para evitar os piores impactos da mudança climática, desde que haja uma ação rápida e resoluta…” #vegazeta #vegazetabr #noticias #papa #papafrancisco #popefrancis #igrejacatolica #meioambiente #mudancasclimaticas #climatechange #futuro #vaticano #mundo
  •  26  1  22 hours ago
  • Na semana passada, durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados, Padre João (PT-MG) defendeu menos agrotóxicos e mais agroecologia na produção de alimentos no Brasil.

O deputado disse que o país é o campeão mundial no uso de agrotóxicos e que algo deve ser feito com urgência para reverter esse quadro. “O veneno não está só no alimento. Ele contamina as águas, os rios e o lençol freático. Os dados são alarmantes. Comemos veneno, bebemos veneno e respiramos veneno”, criticou.

E acrescentou: “Temos que mudar nosso jeito de produzir, respeitando o meio ambiente, as águas e as florestas. Chega de veneno. Temos que ter uma cultura diversificada, agroecológica e orgânica. É mais saúde e vida para todos.” Representando a Associação Brasileira de Agroecologia, Murilo Mendonça classificou como alarmante os resultados apresentados pelo estudo “Por Trás do Alimento”, concluído e divulgado em abril pelas organizações Agência Pública, Repórter Brasil e Public Eye, que apontou que foram encontrados resíduos de agrotóxicos na água consumida por moradores de 1,3 mil cidades brasileiras, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro.

Entre os agroquímicos mais agressivos e criticados durante a audiência está o glifosato, com índice de uso cinco mil vezes maior do que o permitido. Também houve comparação entre o crescimento de novas marcas de agrotóxicos circulando no mercado nacional. Só este ano e até a metade de abril, o número de registros de marcas de agrotóxicos no Brasil já subiu para 97.

De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o país tem hoje 2.263 agrotóxicos no mercado e que somam uso anual superior a 500 mil toneladas. Este ano o órgão deve iniciar um novo programa de análises, incluindo também amostras de origem animal.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica  #camara #camaradosdeputados #agricultura #agrotoxicos #brasil #dep_padrejoao #alimentos #consumo #comida #meioambiente
  • Na semana passada, durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados, Padre João (PT-MG) defendeu menos agrotóxicos e mais agroecologia na produção de alimentos no Brasil.

    O deputado disse que o país é o campeão mundial no uso de agrotóxicos e que algo deve ser feito com urgência para reverter esse quadro. “O veneno não está só no alimento. Ele contamina as águas, os rios e o lençol freático. Os dados são alarmantes. Comemos veneno, bebemos veneno e respiramos veneno”, criticou.

    E acrescentou: “Temos que mudar nosso jeito de produzir, respeitando o meio ambiente, as águas e as florestas. Chega de veneno. Temos que ter uma cultura diversificada, agroecológica e orgânica. É mais saúde e vida para todos.” Representando a Associação Brasileira de Agroecologia, Murilo Mendonça classificou como alarmante os resultados apresentados pelo estudo “Por Trás do Alimento”, concluído e divulgado em abril pelas organizações Agência Pública, Repórter Brasil e Public Eye, que apontou que foram encontrados resíduos de agrotóxicos na água consumida por moradores de 1,3 mil cidades brasileiras, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro.

    Entre os agroquímicos mais agressivos e criticados durante a audiência está o glifosato, com índice de uso cinco mil vezes maior do que o permitido. Também houve comparação entre o crescimento de novas marcas de agrotóxicos circulando no mercado nacional. Só este ano e até a metade de abril, o número de registros de marcas de agrotóxicos no Brasil já subiu para 97.

    De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o país tem hoje 2.263 agrotóxicos no mercado e que somam uso anual superior a 500 mil toneladas. Este ano o órgão deve iniciar um novo programa de análises, incluindo também amostras de origem animal.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #camara #camaradosdeputados #agricultura #agrotoxicos #brasil #dep_padrejoao #alimentos #consumo #comida #meioambiente
  •  20  0  22 hours ago