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  • O Deputado Marx Beltrão (PSD-AL) enviou ontem um requerimento cobrando que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dê explicações sobre a mortandade de milhares de peixes de diversas espécies na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, em Alagoas.

Os animais apareceram mortos aos milhares na manhã do último dia 16 (domingo). Depois de recolherem amostras de água, sedimentos e peixes nos quatro pontos mais críticos, o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) e a Prefeitura de Marechal Rondon descobriram que o nível de oxigênio dissolvido (OD) está muito baixo – oscilando entre 0,2 e 0,3, quando o ideal é a partir de 5 mg/l. E tudo indica que a morte dos peixes tem relação com a poluição das águas da região.

Marx Beltrão pede que que o Ministério do Meio Ambiente apure a situação no Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), apontado como um dos mais importantes ecossistemas de Alagoas. O Complexo é formado pelos Rios Mundaú – que deságua na lagoa homônima – e Paraíba do Meio – que deságua na laguna Manguaba. “Quaisquer agressões a este ecossistema necessitam de apuração e responsabilização urgente por parte do poder público, inclusive e principalmente no âmbito da União”, enfatiza Beltrão.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #peixes #alagoas #lagoamanguaba #marechalrondon #massagueira #al #meioambiente #marxbeltrao #ricardosalles #poluicao
  • O Deputado Marx Beltrão (PSD-AL) enviou ontem um requerimento cobrando que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dê explicações sobre a mortandade de milhares de peixes de diversas espécies na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, em Alagoas.

    Os animais apareceram mortos aos milhares na manhã do último dia 16 (domingo). Depois de recolherem amostras de água, sedimentos e peixes nos quatro pontos mais críticos, o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) e a Prefeitura de Marechal Rondon descobriram que o nível de oxigênio dissolvido (OD) está muito baixo – oscilando entre 0,2 e 0,3, quando o ideal é a partir de 5 mg/l. E tudo indica que a morte dos peixes tem relação com a poluição das águas da região.

    Marx Beltrão pede que que o Ministério do Meio Ambiente apure a situação no Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), apontado como um dos mais importantes ecossistemas de Alagoas. O Complexo é formado pelos Rios Mundaú – que deságua na lagoa homônima – e Paraíba do Meio – que deságua na laguna Manguaba. “Quaisquer agressões a este ecossistema necessitam de apuração e responsabilização urgente por parte do poder público, inclusive e principalmente no âmbito da União”, enfatiza Beltrão.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #peixes #alagoas #lagoamanguaba #marechalrondon #massagueira #al #meioambiente #marxbeltrao #ricardosalles #poluicao
  •  14  0  44 minutes ago
  • O Deputado Marx Beltrão (PSD-AL) enviou ontem um requerimento cobrando que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dê explicações sobre a mortandade de milhares de peixes de diversas espécies na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, em Alagoas.

Os animais apareceram mortos aos milhares na manhã do último dia 16 (domingo). Depois de recolherem amostras de água, sedimentos e peixes nos quatro pontos mais críticos, o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) e a Prefeitura de Marechal Rondon descobriram que o nível de oxigênio dissolvido (OD) está muito baixo – oscilando entre 0,2 e 0,3, quando o ideal é a partir de 5 mg/l. E tudo indica que a morte dos peixes tem relação com a poluição das águas da região.

Marx Beltrão pede que que o Ministério do Meio Ambiente apure a situação no Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), apontado como um dos mais importantes ecossistemas de Alagoas. O Complexo é formado pelos Rios Mundaú – que deságua na lagoa homônima – e Paraíba do Meio – que deságua na laguna Manguaba. “Quaisquer agressões a este ecossistema necessitam de apuração e responsabilização urgente por parte do poder público, inclusive e principalmente no âmbito da União”, enfatiza Beltrão.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #peixes #alagoas #lagoamanguaba #marechalrondon #massagueira #al #meioambiente #marxbeltrao #ricardosalles #poluicao
  • O Deputado Marx Beltrão (PSD-AL) enviou ontem um requerimento cobrando que o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, dê explicações sobre a mortandade de milhares de peixes de diversas espécies na Lagoa Manguaba, em Marechal Deodoro, em Alagoas.

    Os animais apareceram mortos aos milhares na manhã do último dia 16 (domingo). Depois de recolherem amostras de água, sedimentos e peixes nos quatro pontos mais críticos, o Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) e a Prefeitura de Marechal Rondon descobriram que o nível de oxigênio dissolvido (OD) está muito baixo – oscilando entre 0,2 e 0,3, quando o ideal é a partir de 5 mg/l. E tudo indica que a morte dos peixes tem relação com a poluição das águas da região.

    Marx Beltrão pede que que o Ministério do Meio Ambiente apure a situação no Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), apontado como um dos mais importantes ecossistemas de Alagoas. O Complexo é formado pelos Rios Mundaú – que deságua na lagoa homônima – e Paraíba do Meio – que deságua na laguna Manguaba. “Quaisquer agressões a este ecossistema necessitam de apuração e responsabilização urgente por parte do poder público, inclusive e principalmente no âmbito da União”, enfatiza Beltrão.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #peixes #alagoas #lagoamanguaba #marechalrondon #massagueira #al #meioambiente #marxbeltrao #ricardosalles #poluicao
  •  4  0  47 minutes ago
  • Segundo o portal Infood, na semana passada foi realizada a primeira ação de delivery de alimentos por drones da América Latina. A iniciativa organizada pela Relp! Aceleradora de Restaurantes, No Bones The Vegan Butcher Shop (@nobonesvegan) e SpeedBird Aero teve a inédita autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) junto com a Força Aérea Brasileira (FAB). O equipamento, que carregava a primeira picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Avenida. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino a Santana do Parnaíba.

O drone percorreu distância de pouco mais de um quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A entrega levou oito minutos e o produto foi recebido por um courrier da empresa no condomínio, que o levou da portaria até a casa do cliente.

Segundo a Relp!, além da velocidade na entrega, os drones são capazes de garantir maior qualidade dos alimentos, mantendo-os intactos e com bom controle de temperatura. “Diante desses benefícios, é possível concluir que as ‘entregas do futuro’ têm tudo para conquistar o coração do público, garantindo menos tempo de espera, maior qualidade e zelo pelo alimento”, afirma Dennis Nakamura, sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes.

A primeira versão do drone da SpeedBird Aero conta com tecnologia de hardware e software desenvolvidos no Brasil. Os aparelhos não tripulados podem transportar até dois quilos de carga por distâncias de até cinco quilômetros e o objetivo é manter a qualidade na entrega de alimentos, sem riscos.

Os testes com drones chegam em um momento de adaptação do mercado brasileiro a tendências iniciadas no exterior, por gigantes como a UberEats, que recentemente realizou testes e está promovendo a ideia de expandir as entregas por drones.

No Bones – The Vegan Butcher Shop é o primeiro açougue vegano de São Paulo e teve suas operações iniciadas em 2016.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #delivery #entrega #mercado #nobonesvegan #acougue #acouguevegano #futuro #drone #drones #dronebrasil #saopaulo #sp #alimentos #alimentosveganos #produtos #produtosveganos #brasil
  • Segundo o portal Infood, na semana passada foi realizada a primeira ação de delivery de alimentos por drones da América Latina. A iniciativa organizada pela Relp! Aceleradora de Restaurantes, No Bones The Vegan Butcher Shop (@nobonesvegan) e SpeedBird Aero teve a inédita autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) junto com a Força Aérea Brasileira (FAB). O equipamento, que carregava a primeira picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Avenida. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino a Santana do Parnaíba.

    O drone percorreu distância de pouco mais de um quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A entrega levou oito minutos e o produto foi recebido por um courrier da empresa no condomínio, que o levou da portaria até a casa do cliente.

    Segundo a Relp!, além da velocidade na entrega, os drones são capazes de garantir maior qualidade dos alimentos, mantendo-os intactos e com bom controle de temperatura. “Diante desses benefícios, é possível concluir que as ‘entregas do futuro’ têm tudo para conquistar o coração do público, garantindo menos tempo de espera, maior qualidade e zelo pelo alimento”, afirma Dennis Nakamura, sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes.

    A primeira versão do drone da SpeedBird Aero conta com tecnologia de hardware e software desenvolvidos no Brasil. Os aparelhos não tripulados podem transportar até dois quilos de carga por distâncias de até cinco quilômetros e o objetivo é manter a qualidade na entrega de alimentos, sem riscos.

    Os testes com drones chegam em um momento de adaptação do mercado brasileiro a tendências iniciadas no exterior, por gigantes como a UberEats, que recentemente realizou testes e está promovendo a ideia de expandir as entregas por drones.

    No Bones – The Vegan Butcher Shop é o primeiro açougue vegano de São Paulo e teve suas operações iniciadas em 2016.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #delivery #entrega #mercado #nobonesvegan #acougue #acouguevegano #futuro #drone #drones #dronebrasil #saopaulo #sp #alimentos #alimentosveganos #produtos #produtosveganos #brasil
  •  88  0  2 hours ago
  • Reposted from @vegazetabr -  Por @davidarioch

Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 1 de 3

Começou no dia 21 e termina no domingo (30) um dos eventos mais controversos da China – o Festival de Lichia e Carne de Cachorro. Mais uma vez, a previsão é de que pelo menos 10 mil cães serão mortos para consumo. Como ocorre todos os anos, ativistas dos direitos animais têm se esforçado para tentar impedir a realização do evento.

O movimento Nação Vegana Brasil conseguiu 2,3 milhões de assinaturas contra o festival e entregou na Embaixada da China. Esta é a maior petição contra o evento desde que começou a ser realizado em Yulin, na província de Guangxi, onde oferecem carne de cachorro e de gato, além de lichias frescas e licores.

O primeiro festival foi realizado em 2009 e surgiu com viés comercial, visando intensificar o consumo de carne de cachorro na China. Para tentar favorecer o mercado, passaram a promover a história de que tal consumo “traz sorte e boa saúde”. Ou seja, não é um evento realmente tradicional como alguns dizem e se sustenta na promoção de inverdades. E o que corrobora isso é uma pesquisa conduzida pela Beijing Capital Animal Welfare e Dalian Vshine Animal Protection. “O consumo de carne de cachorro é mais difundido em Yulin (87%). Em contraste, o percentual nacional é de 30% e o percentual provincial (Guangxi) é de 56%. Uma explicação é que os residentes de Yulin são mais propensos a serem potenciais consumidores e a comerem carne de cachorro por acidente em eventos sociais e jantares”, informa.

O relatório aponta que o festival foi lançado pela indústria de carne de cachorro, e ganhou visibilidade como resultado da promoção agressiva desse mercado. “A disseminação do consumo de carne de cachorro nas áreas urbanas de Yulin é resultado da promoção comercial. Apesar de sua disseminação em Yulin, o consumo não entrou nos lares do público em geral. Não se enraizou nas áreas rurais. Esse consumo não é comparável ao consumo de carne de porco, carne bovina, frango, peixe ou ovos”, afirma a publicação.

Foto: HSI

#vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #stopyulin
  • Reposted from @vegazetabr - Por @davidarioch

    Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 1 de 3

    Começou no dia 21 e termina no domingo (30) um dos eventos mais controversos da China – o Festival de Lichia e Carne de Cachorro. Mais uma vez, a previsão é de que pelo menos 10 mil cães serão mortos para consumo. Como ocorre todos os anos, ativistas dos direitos animais têm se esforçado para tentar impedir a realização do evento.

    O movimento Nação Vegana Brasil conseguiu 2,3 milhões de assinaturas contra o festival e entregou na Embaixada da China. Esta é a maior petição contra o evento desde que começou a ser realizado em Yulin, na província de Guangxi, onde oferecem carne de cachorro e de gato, além de lichias frescas e licores.

    O primeiro festival foi realizado em 2009 e surgiu com viés comercial, visando intensificar o consumo de carne de cachorro na China. Para tentar favorecer o mercado, passaram a promover a história de que tal consumo “traz sorte e boa saúde”. Ou seja, não é um evento realmente tradicional como alguns dizem e se sustenta na promoção de inverdades. E o que corrobora isso é uma pesquisa conduzida pela Beijing Capital Animal Welfare e Dalian Vshine Animal Protection. “O consumo de carne de cachorro é mais difundido em Yulin (87%). Em contraste, o percentual nacional é de 30% e o percentual provincial (Guangxi) é de 56%. Uma explicação é que os residentes de Yulin são mais propensos a serem potenciais consumidores e a comerem carne de cachorro por acidente em eventos sociais e jantares”, informa.

    O relatório aponta que o festival foi lançado pela indústria de carne de cachorro, e ganhou visibilidade como resultado da promoção agressiva desse mercado. “A disseminação do consumo de carne de cachorro nas áreas urbanas de Yulin é resultado da promoção comercial. Apesar de sua disseminação em Yulin, o consumo não entrou nos lares do público em geral. Não se enraizou nas áreas rurais. Esse consumo não é comparável ao consumo de carne de porco, carne bovina, frango, peixe ou ovos”, afirma a publicação.

    Foto: HSI

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #stopyulin
  •  153  13  2 hours ago
  • Segundo o portal Infood, na semana passada foi realizada a primeira ação de delivery de alimentos por drones da América Latina. A iniciativa organizada pela Relp! Aceleradora de Restaurantes, No Bones The Vegan Butcher Shop (@nobonesvegan) e SpeedBird Aero teve a inédita autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) junto com a Força Aérea Brasileira (FAB). O equipamento, que carregava a primeira picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Avenida. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino a Santana do Parnaíba.

O drone percorreu distância de pouco mais de um quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A entrega levou oito minutos e o produto foi recebido por um courrier da empresa no condomínio, que o levou da portaria até a casa do cliente.

Segundo a Relp!, além da velocidade na entrega, os drones são capazes de garantir maior qualidade dos alimentos, mantendo-os intactos e com bom controle de temperatura. “Diante desses benefícios, é possível concluir que as ‘entregas do futuro’ têm tudo para conquistar o coração do público, garantindo menos tempo de espera, maior qualidade e zelo pelo alimento”, afirma Dennis Nakamura, sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes.

A primeira versão do drone da SpeedBird Aero conta com tecnologia de hardware e software desenvolvidos no Brasil. Os aparelhos não tripulados podem transportar até dois quilos de carga por distâncias de até cinco quilômetros e o objetivo é manter a qualidade na entrega de alimentos, sem riscos.

Os testes com drones chegam em um momento de adaptação do mercado brasileiro a tendências iniciadas no exterior, por gigantes como a UberEats, que recentemente realizou testes e está promovendo a ideia de expandir as entregas por drones.

No Bones – The Vegan Butcher Shop é o primeiro açougue vegano de São Paulo e teve suas operações iniciadas em 2016.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #delivery #entrega #mercado #nobonesvegan #acougue #acouguevegano #futuro #drone #drones #dronebrasil #saopaulo #sp #alimentos #alimentosveganos #produtos #produtosveganos #brasil
  • Segundo o portal Infood, na semana passada foi realizada a primeira ação de delivery de alimentos por drones da América Latina. A iniciativa organizada pela Relp! Aceleradora de Restaurantes, No Bones The Vegan Butcher Shop (@nobonesvegan) e SpeedBird Aero teve a inédita autorização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) junto com a Força Aérea Brasileira (FAB). O equipamento, que carregava a primeira picanha vegetal do mundo, da rede de açougue vegano No Bones, saiu do Parque Ecológico de Barueri, próximo à Avenida. Dr. Dib Sauaia Neto, em Alphaville, com destino a Santana do Parnaíba.

    O drone percorreu distância de pouco mais de um quilômetro até chegar ao seu destino, um condomínio residencial em Alphaville. A entrega levou oito minutos e o produto foi recebido por um courrier da empresa no condomínio, que o levou da portaria até a casa do cliente.

    Segundo a Relp!, além da velocidade na entrega, os drones são capazes de garantir maior qualidade dos alimentos, mantendo-os intactos e com bom controle de temperatura. “Diante desses benefícios, é possível concluir que as ‘entregas do futuro’ têm tudo para conquistar o coração do público, garantindo menos tempo de espera, maior qualidade e zelo pelo alimento”, afirma Dennis Nakamura, sócio da Relp! Aceleradora de Restaurantes.

    A primeira versão do drone da SpeedBird Aero conta com tecnologia de hardware e software desenvolvidos no Brasil. Os aparelhos não tripulados podem transportar até dois quilos de carga por distâncias de até cinco quilômetros e o objetivo é manter a qualidade na entrega de alimentos, sem riscos.

    Os testes com drones chegam em um momento de adaptação do mercado brasileiro a tendências iniciadas no exterior, por gigantes como a UberEats, que recentemente realizou testes e está promovendo a ideia de expandir as entregas por drones.

    No Bones – The Vegan Butcher Shop é o primeiro açougue vegano de São Paulo e teve suas operações iniciadas em 2016.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #delivery #entrega #mercado #nobonesvegan #acougue #acouguevegano #futuro #drone #drones #dronebrasil #saopaulo #sp #alimentos #alimentosveganos #produtos #produtosveganos #brasil
  •  39  3  2 hours ago
  • A Comissão de Finanças e Tributos da Câmara dos Deputados está avaliando o Projeto de Lei 2556/2019, que propõe benefícios fiscais a empresas que atuam exclusivamente no ramo vegano.

De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL prevê desconto de 25% em tributos federais que incidirem sobre produtos e serviços veganos. “Entende-se por produtos veganos aqueles que seguem convicções éticas com base na igual consideração para com animais humanos e não humanos, visando abolir toda a forma de exploração ou abuso”, frisa o projeto de lei.

Studart enfatiza também que a iniciativa é importante porque o veganismo está crescendo no Brasil, assim como no mundo. “As práticas veganas valorizam a ética e a compaixão, e trazem benefícios para a sociedade e todo o ecossistema”, defende o deputado.

Encaminhado para a Comissão de Finanças e Tributos no último dia 20, o projeto, que quer estimular o surgimento de mais empresas veganas, também será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #camara #camaradosdeputados #beneficiosfiscais #tributos #mercado #mercadovegano #empresas #empresasveganas #produtosveganos #alimentosveganos #veganismo #veganos #celiostudart #vegans #vegan #vegano #brasil
  • A Comissão de Finanças e Tributos da Câmara dos Deputados está avaliando o Projeto de Lei 2556/2019, que propõe benefícios fiscais a empresas que atuam exclusivamente no ramo vegano.

    De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL prevê desconto de 25% em tributos federais que incidirem sobre produtos e serviços veganos. “Entende-se por produtos veganos aqueles que seguem convicções éticas com base na igual consideração para com animais humanos e não humanos, visando abolir toda a forma de exploração ou abuso”, frisa o projeto de lei.

    Studart enfatiza também que a iniciativa é importante porque o veganismo está crescendo no Brasil, assim como no mundo. “As práticas veganas valorizam a ética e a compaixão, e trazem benefícios para a sociedade e todo o ecossistema”, defende o deputado.

    Encaminhado para a Comissão de Finanças e Tributos no último dia 20, o projeto, que quer estimular o surgimento de mais empresas veganas, também será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #camara #camaradosdeputados #beneficiosfiscais #tributos #mercado #mercadovegano #empresas #empresasveganas #produtosveganos #alimentosveganos #veganismo #veganos #celiostudart #vegans #vegan #vegano #brasil
  •  44  0  4 hours ago
  • A Comissão de Finanças e Tributos da Câmara dos Deputados está avaliando o Projeto de Lei 2556/2019, que propõe benefícios fiscais a empresas que atuam exclusivamente no ramo vegano.

De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL prevê desconto de 25% em tributos federais que incidirem sobre produtos e serviços veganos. “Entende-se por produtos veganos aqueles que seguem convicções éticas com base na igual consideração para com animais humanos e não humanos, visando abolir toda a forma de exploração ou abuso”, frisa o projeto de lei.

Studart enfatiza também que a iniciativa é importante porque o veganismo está crescendo no Brasil, assim como no mundo. “As práticas veganas valorizam a ética e a compaixão, e trazem benefícios para a sociedade e todo o ecossistema”, defende o deputado.

Encaminhado para a Comissão de Finanças e Tributos no último dia 20, o projeto, que quer estimular o surgimento de mais empresas veganas, também será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #camara #camaradosdeputados #beneficiosfiscais #tributos #mercado #mercadovegano #empresas #empresasveganas #produtosveganos #alimentosveganos #veganismo #veganos #celiostudart #vegans #vegan #vegano #brasil
  • A Comissão de Finanças e Tributos da Câmara dos Deputados está avaliando o Projeto de Lei 2556/2019, que propõe benefícios fiscais a empresas que atuam exclusivamente no ramo vegano.

    De autoria do deputado Célio Studart (PV-CE), o PL prevê desconto de 25% em tributos federais que incidirem sobre produtos e serviços veganos. “Entende-se por produtos veganos aqueles que seguem convicções éticas com base na igual consideração para com animais humanos e não humanos, visando abolir toda a forma de exploração ou abuso”, frisa o projeto de lei.

    Studart enfatiza também que a iniciativa é importante porque o veganismo está crescendo no Brasil, assim como no mundo. “As práticas veganas valorizam a ética e a compaixão, e trazem benefícios para a sociedade e todo o ecossistema”, defende o deputado.

    Encaminhado para a Comissão de Finanças e Tributos no último dia 20, o projeto, que quer estimular o surgimento de mais empresas veganas, também será analisado conclusivamente pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #camara #camaradosdeputados #beneficiosfiscais #tributos #mercado #mercadovegano #empresas #empresasveganas #produtosveganos #alimentosveganos #veganismo #veganos #celiostudart #vegans #vegan #vegano #brasil
  •  3  0  4 hours ago
  • Foi aprovado ontem no Plenário da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2787/2019, de autoria coletiva, que defende a tipificação do ato de provocar desastres ambientais que causem destruição significativa da flora e/ou mortandade de animais como ecocídio.

O projeto assinado por membros da comissão externa de Brumadinho, que tem como coordenador o deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), altera a Lei de Crimes Ambientais (9605/1998) e define pena de reclusão de 4 a 12 anos.

Também prevê multa que pode variar de dois mil a um bilhão de reais para quem causar desastre ambiental comprovado por laudo pericial que reconhece alterações atmosféricas, hídricas e do solo.

O deputado Zé Silva disse que a aprovação do PL é um exemplo que “a Casa deu ao votar projetos que defendem o meio ambiente e as famílias de regiões de barragem”. A justificativa para a criação do projeto de lei foram os trágicos acontecimentos em Mariana (MG), no final de 2015, e de Brumadinho (MG), no início deste ano, que expuseram de forma clara a fragilidade da legislação penal em relação ao tema.

Ainda que haja uma tentativa de atribuir responsabilidades nesses casos, a legislação brasileira permite hoje questionamentos jurídicos e protelação de processos – o que impede a possibilidade de se aproximar de uma resolução que possa ser classificada como justiça. Em caso de rompimento de barragens, ocultação de informações também passa a ser crime. O projeto agora segue para votação no Senado.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #ecocidio #animais #politica #camara #camaradosdeputados #senado #preservacaoambiental #desastre #barragem #brumadinho #mariana #brasil
  • Foi aprovado ontem no Plenário da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2787/2019, de autoria coletiva, que defende a tipificação do ato de provocar desastres ambientais que causem destruição significativa da flora e/ou mortandade de animais como ecocídio.

    O projeto assinado por membros da comissão externa de Brumadinho, que tem como coordenador o deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), altera a Lei de Crimes Ambientais (9605/1998) e define pena de reclusão de 4 a 12 anos.

    Também prevê multa que pode variar de dois mil a um bilhão de reais para quem causar desastre ambiental comprovado por laudo pericial que reconhece alterações atmosféricas, hídricas e do solo.

    O deputado Zé Silva disse que a aprovação do PL é um exemplo que “a Casa deu ao votar projetos que defendem o meio ambiente e as famílias de regiões de barragem”. A justificativa para a criação do projeto de lei foram os trágicos acontecimentos em Mariana (MG), no final de 2015, e de Brumadinho (MG), no início deste ano, que expuseram de forma clara a fragilidade da legislação penal em relação ao tema.

    Ainda que haja uma tentativa de atribuir responsabilidades nesses casos, a legislação brasileira permite hoje questionamentos jurídicos e protelação de processos – o que impede a possibilidade de se aproximar de uma resolução que possa ser classificada como justiça. Em caso de rompimento de barragens, ocultação de informações também passa a ser crime. O projeto agora segue para votação no Senado.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #ecocidio #animais #politica #camara #camaradosdeputados #senado #preservacaoambiental #desastre #barragem #brumadinho #mariana #brasil
  •  79  0  4 hours ago
  • Foi aprovado ontem no Plenário da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2787/2019, de autoria coletiva, que defende a tipificação do ato de provocar desastres ambientais que causem destruição significativa da flora e/ou mortandade de animais como ecocídio.

O projeto assinado por membros da comissão externa de Brumadinho, que tem como coordenador o deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), altera a Lei de Crimes Ambientais (9605/1998) e define pena de reclusão de 4 a 12 anos.

Também prevê multa que pode variar de dois mil a um bilhão de reais para quem causar desastre ambiental comprovado por laudo pericial que reconhece alterações atmosféricas, hídricas e do solo.

O deputado Zé Silva disse que a aprovação do PL é um exemplo que “a Casa deu ao votar projetos que defendem o meio ambiente e as famílias de regiões de barragem”. A justificativa para a criação do projeto de lei foram os trágicos acontecimentos em Mariana (MG), no final de 2015, e de Brumadinho (MG), no início deste ano, que expuseram de forma clara a fragilidade da legislação penal em relação ao tema.

Ainda que haja uma tentativa de atribuir responsabilidades nesses casos, a legislação brasileira permite hoje questionamentos jurídicos e protelação de processos – o que impede a possibilidade de se aproximar de uma resolução que possa ser classificada como justiça. Em caso de rompimento de barragens, ocultação de informações também passa a ser crime. O projeto agora segue para votação no Senado.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #ecocidio #animais #politica #camara #camaradosdeputados #senado #preservacaoambiental #desastre #barragem #brumadinho #mariana #brasil
  • Foi aprovado ontem no Plenário da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2787/2019, de autoria coletiva, que defende a tipificação do ato de provocar desastres ambientais que causem destruição significativa da flora e/ou mortandade de animais como ecocídio.

    O projeto assinado por membros da comissão externa de Brumadinho, que tem como coordenador o deputado Zé Silva (Solidariedade-MG), altera a Lei de Crimes Ambientais (9605/1998) e define pena de reclusão de 4 a 12 anos.

    Também prevê multa que pode variar de dois mil a um bilhão de reais para quem causar desastre ambiental comprovado por laudo pericial que reconhece alterações atmosféricas, hídricas e do solo.

    O deputado Zé Silva disse que a aprovação do PL é um exemplo que “a Casa deu ao votar projetos que defendem o meio ambiente e as famílias de regiões de barragem”. A justificativa para a criação do projeto de lei foram os trágicos acontecimentos em Mariana (MG), no final de 2015, e de Brumadinho (MG), no início deste ano, que expuseram de forma clara a fragilidade da legislação penal em relação ao tema.

    Ainda que haja uma tentativa de atribuir responsabilidades nesses casos, a legislação brasileira permite hoje questionamentos jurídicos e protelação de processos – o que impede a possibilidade de se aproximar de uma resolução que possa ser classificada como justiça. Em caso de rompimento de barragens, ocultação de informações também passa a ser crime. O projeto agora segue para votação no Senado.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #ecocidio #animais #politica #camara #camaradosdeputados #senado #preservacaoambiental #desastre #barragem #brumadinho #mariana #brasil
  •  10  0  4 hours ago
  • Por @davidarioch

Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 3 de 3

Quem sabe, impere algo como o clichê: “O que os olhos não veem o coração não sente.” Sobre a possibilidade de se interromper o festival, o governo municipal de Yulin já alegou várias vezes que não “há nada a ser feito porque o festival não existe como evento oficial”. Em síntese, o clássico “lava mãos”. Talvez o Festival de Yulin, que hoje é um evento que ocorre em uma época auspiciosa, afinal, é isso que o verão também simboliza para os chineses, tivesse um potencial muito maior se fosse transformado em um festival só de lichias frescas e licores – o que provavelmente atrairia muito mais visitantes. Afinal, lichia e licor combinam muito mais com a fausta representatividade do verão, com sua luz e cores, do que o sangue derramado de criaturas que gostariam de viver.

Claro, não há como negar que a oposição ao festival tem o seu aspecto positivo, de conscientização em relação à coisificação de cães e gatos, mas talvez seja válido ir um pouquinho além, e estender essa mesma preocupação a outros animais que todos os dias matamos aos milhões mais para satisfazer os nossos paladares que sem muitas dificuldades poderiam ser reeducados.

Foto: Getty

#vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #protecaoanimal #defesaanimal #china #govegan
  • Por @davidarioch

    Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 3 de 3

    Quem sabe, impere algo como o clichê: “O que os olhos não veem o coração não sente.” Sobre a possibilidade de se interromper o festival, o governo municipal de Yulin já alegou várias vezes que não “há nada a ser feito porque o festival não existe como evento oficial”. Em síntese, o clássico “lava mãos”. Talvez o Festival de Yulin, que hoje é um evento que ocorre em uma época auspiciosa, afinal, é isso que o verão também simboliza para os chineses, tivesse um potencial muito maior se fosse transformado em um festival só de lichias frescas e licores – o que provavelmente atrairia muito mais visitantes. Afinal, lichia e licor combinam muito mais com a fausta representatividade do verão, com sua luz e cores, do que o sangue derramado de criaturas que gostariam de viver.

    Claro, não há como negar que a oposição ao festival tem o seu aspecto positivo, de conscientização em relação à coisificação de cães e gatos, mas talvez seja válido ir um pouquinho além, e estender essa mesma preocupação a outros animais que todos os dias matamos aos milhões mais para satisfazer os nossos paladares que sem muitas dificuldades poderiam ser reeducados.

    Foto: Getty

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  •  51  3  5 hours ago
  • Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 3 de 3

Quem sabe, impere algo como o clichê: “O que os olhos não veem o coração não sente.” Sobre a possibilidade de se interromper o festival, o governo municipal de Yulin já alegou várias vezes que não “há nada a ser feito porque o festival não existe como evento oficial”. Em síntese, o clássico “lava mãos”. Talvez o Festival de Yulin, que hoje é um evento que ocorre em uma época auspiciosa, afinal, é isso que o verão também simboliza para os chineses, tivesse um potencial muito maior se fosse transformado em um festival só de lichias frescas e licores – o que provavelmente atrairia muito mais visitantes. Afinal, lichia e licor combinam muito mais com a fausta representatividade do verão, com sua luz e cores, do que o sangue derramado de criaturas que gostariam de viver.

Claro, não há como negar que a oposição ao festival tem o seu aspecto positivo, de conscientização em relação à coisificação de cães e gatos, mas talvez seja válido ir um pouquinho além, e estender essa mesma preocupação a outros animais que todos os dias matamos aos milhões mais para satisfazer os nossos paladares que sem muitas dificuldades poderiam ser reeducados.

Foto: Getty

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  • Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 3 de 3

    Quem sabe, impere algo como o clichê: “O que os olhos não veem o coração não sente.” Sobre a possibilidade de se interromper o festival, o governo municipal de Yulin já alegou várias vezes que não “há nada a ser feito porque o festival não existe como evento oficial”. Em síntese, o clássico “lava mãos”. Talvez o Festival de Yulin, que hoje é um evento que ocorre em uma época auspiciosa, afinal, é isso que o verão também simboliza para os chineses, tivesse um potencial muito maior se fosse transformado em um festival só de lichias frescas e licores – o que provavelmente atrairia muito mais visitantes. Afinal, lichia e licor combinam muito mais com a fausta representatividade do verão, com sua luz e cores, do que o sangue derramado de criaturas que gostariam de viver.

    Claro, não há como negar que a oposição ao festival tem o seu aspecto positivo, de conscientização em relação à coisificação de cães e gatos, mas talvez seja válido ir um pouquinho além, e estender essa mesma preocupação a outros animais que todos os dias matamos aos milhões mais para satisfazer os nossos paladares que sem muitas dificuldades poderiam ser reeducados.

    Foto: Getty

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  •  11  0  5 hours ago
  • Por @davidarioch

Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 2 de 3

Por outro lado, e infelizmente, quando as pessoas consomem esse tipo de carne ou não fazem oposição ao Festival de Yulin, elas endossam a morte violenta de milhares de cães, não gostariam de ter suas vidas precocemente usurpadas para atender interesses humanos não imprescindíveis, assim como fazemos com bois, vacas, porcos, frangos, galinhas, etc. Afinal, senciência é senciência, não é mesmo? E todos os animais que os seres humanos comem partilham dessa mesma capacidade.

Há cães e gatos servidos no festival que são abatidos aos olhos do público. Outro problema é que o festival incentiva o roubo de animais. Prova disso é que este ano um grupo de ativistas chineses trabalhando em parceria com a Humane Society International conseguiu resgatar 62 cães de um matadouro e alguns deles ainda usavam coleiras.

Felizmente, ações de grupos em defesa dos animais têm garantido o resgate de pelo menos mil animais durante o festival. Além disso, apesar da associação com o consumo de carne de cachorro, a China é um país onde muitos não concordam nem com a realização do festival nem com o consumo de carne de cachorro. Uma prova disso é que há mais de 62 milhões de cães e gatos domésticos registrados no país.

Mas se há tantas pessoas que não concordam com o festival, por que ele continua sendo realizado? Provavelmente porque muitos o reprovam, mas não o suficiente para deixarem suas casas e protestarem contra a matança de animais iguais aqueles que eles mantêm ao seu lado.

Foto: Animals Asia

#vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #protecaoanimal #defesaanimal #china #govegan
  • Por @davidarioch

    Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 2 de 3

    Por outro lado, e infelizmente, quando as pessoas consomem esse tipo de carne ou não fazem oposição ao Festival de Yulin, elas endossam a morte violenta de milhares de cães, não gostariam de ter suas vidas precocemente usurpadas para atender interesses humanos não imprescindíveis, assim como fazemos com bois, vacas, porcos, frangos, galinhas, etc. Afinal, senciência é senciência, não é mesmo? E todos os animais que os seres humanos comem partilham dessa mesma capacidade.

    Há cães e gatos servidos no festival que são abatidos aos olhos do público. Outro problema é que o festival incentiva o roubo de animais. Prova disso é que este ano um grupo de ativistas chineses trabalhando em parceria com a Humane Society International conseguiu resgatar 62 cães de um matadouro e alguns deles ainda usavam coleiras.

    Felizmente, ações de grupos em defesa dos animais têm garantido o resgate de pelo menos mil animais durante o festival. Além disso, apesar da associação com o consumo de carne de cachorro, a China é um país onde muitos não concordam nem com a realização do festival nem com o consumo de carne de cachorro. Uma prova disso é que há mais de 62 milhões de cães e gatos domésticos registrados no país.

    Mas se há tantas pessoas que não concordam com o festival, por que ele continua sendo realizado? Provavelmente porque muitos o reprovam, mas não o suficiente para deixarem suas casas e protestarem contra a matança de animais iguais aqueles que eles mantêm ao seu lado.

    Foto: Animals Asia

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  •  69  2  5 hours ago
  • Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 2 de 3

Por outro lado, e infelizmente, quando as pessoas consomem esse tipo de carne ou não fazem oposição ao Festival de Yulin, elas endossam a morte violenta de milhares de cães, não gostariam de ter suas vidas precocemente usurpadas para atender interesses humanos não imprescindíveis, assim como fazemos com bois, vacas, porcos, frangos, galinhas, etc. Afinal, senciência é senciência, não é mesmo? E todos os animais que os seres humanos comem partilham dessa mesma capacidade.

Há cães e gatos servidos no festival que são abatidos aos olhos do público. Outro problema é que o festival incentiva o roubo de animais. Prova disso é que este ano um grupo de ativistas chineses trabalhando em parceria com a Humane Society International conseguiu resgatar 62 cães de um matadouro e alguns deles ainda usavam coleiras.

Felizmente, ações de grupos em defesa dos animais têm garantido o resgate de pelo menos mil animais durante o festival. Além disso, apesar da associação com o consumo de carne de cachorro, a China é um país onde muitos não concordam nem com a realização do festival nem com o consumo de carne de cachorro. Uma prova disso é que há mais de 62 milhões de cães e gatos domésticos registrados no país.

Mas se há tantas pessoas que não concordam com o festival, por que ele continua sendo realizado? Provavelmente porque muitos o reprovam, mas não o suficiente para deixarem suas casas e protestarem contra a matança de animais iguais aqueles que eles mantêm ao seu lado.

Foto: Animals Asia

#vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #protecaoanimal #defesaanimal #china #govegan
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    Por outro lado, e infelizmente, quando as pessoas consomem esse tipo de carne ou não fazem oposição ao Festival de Yulin, elas endossam a morte violenta de milhares de cães, não gostariam de ter suas vidas precocemente usurpadas para atender interesses humanos não imprescindíveis, assim como fazemos com bois, vacas, porcos, frangos, galinhas, etc. Afinal, senciência é senciência, não é mesmo? E todos os animais que os seres humanos comem partilham dessa mesma capacidade.

    Há cães e gatos servidos no festival que são abatidos aos olhos do público. Outro problema é que o festival incentiva o roubo de animais. Prova disso é que este ano um grupo de ativistas chineses trabalhando em parceria com a Humane Society International conseguiu resgatar 62 cães de um matadouro e alguns deles ainda usavam coleiras.

    Felizmente, ações de grupos em defesa dos animais têm garantido o resgate de pelo menos mil animais durante o festival. Além disso, apesar da associação com o consumo de carne de cachorro, a China é um país onde muitos não concordam nem com a realização do festival nem com o consumo de carne de cachorro. Uma prova disso é que há mais de 62 milhões de cães e gatos domésticos registrados no país.

    Mas se há tantas pessoas que não concordam com o festival, por que ele continua sendo realizado? Provavelmente porque muitos o reprovam, mas não o suficiente para deixarem suas casas e protestarem contra a matança de animais iguais aqueles que eles mantêm ao seu lado.

    Foto: Animals Asia

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  •  9  0  5 hours ago
  • Por @davidarioch

Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 1 de 3

Começou no dia 21 e termina no domingo (30) um dos eventos mais controversos da China – o Festival de Lichia e Carne de Cachorro. Mais uma vez, a previsão é de que pelo menos 10 mil cães serão mortos para consumo. Como ocorre todos os anos, ativistas dos direitos animais têm se esforçado para tentar impedir a realização do evento.

O movimento Nação Vegana Brasil conseguiu 2,3 milhões de assinaturas contra o festival e entregou na Embaixada da China. Esta é a maior petição contra o evento desde que começou a ser realizado em Yulin, na província de Guangxi, onde oferecem carne de cachorro e de gato, além de lichias frescas e licores.

O primeiro festival foi realizado em 2009 e surgiu com viés comercial, visando intensificar o consumo de carne de cachorro na China. Para tentar favorecer o mercado, passaram a promover a história de que tal consumo “traz sorte e boa saúde”. Ou seja, não é um evento realmente tradicional como alguns dizem e se sustenta na promoção de inverdades. E o que corrobora isso é uma pesquisa conduzida pela Beijing Capital Animal Welfare e Dalian Vshine Animal Protection. “O consumo de carne de cachorro é mais difundido em Yulin (87%). Em contraste, o percentual nacional é de 30% e o percentual provincial (Guangxi) é de 56%. Uma explicação é que os residentes de Yulin são mais propensos a serem potenciais consumidores e a comerem carne de cachorro por acidente em eventos sociais e jantares”, informa.

O relatório aponta que o festival foi lançado pela indústria de carne de cachorro, e ganhou visibilidade como resultado da promoção agressiva desse mercado. “A disseminação do consumo de carne de cachorro nas áreas urbanas de Yulin é resultado da promoção comercial. Apesar de sua disseminação em Yulin, o consumo não entrou nos lares do público em geral. Não se enraizou nas áreas rurais. Esse consumo não é comparável ao consumo de carne de porco, carne bovina, frango, peixe ou ovos”, afirma a publicação.

Foto: HSI

#vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #protecaoanimal #defesaanimal #china #go
  • Por @davidarioch

    Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 1 de 3

    Começou no dia 21 e termina no domingo (30) um dos eventos mais controversos da China – o Festival de Lichia e Carne de Cachorro. Mais uma vez, a previsão é de que pelo menos 10 mil cães serão mortos para consumo. Como ocorre todos os anos, ativistas dos direitos animais têm se esforçado para tentar impedir a realização do evento.

    O movimento Nação Vegana Brasil conseguiu 2,3 milhões de assinaturas contra o festival e entregou na Embaixada da China. Esta é a maior petição contra o evento desde que começou a ser realizado em Yulin, na província de Guangxi, onde oferecem carne de cachorro e de gato, além de lichias frescas e licores.

    O primeiro festival foi realizado em 2009 e surgiu com viés comercial, visando intensificar o consumo de carne de cachorro na China. Para tentar favorecer o mercado, passaram a promover a história de que tal consumo “traz sorte e boa saúde”. Ou seja, não é um evento realmente tradicional como alguns dizem e se sustenta na promoção de inverdades. E o que corrobora isso é uma pesquisa conduzida pela Beijing Capital Animal Welfare e Dalian Vshine Animal Protection. “O consumo de carne de cachorro é mais difundido em Yulin (87%). Em contraste, o percentual nacional é de 30% e o percentual provincial (Guangxi) é de 56%. Uma explicação é que os residentes de Yulin são mais propensos a serem potenciais consumidores e a comerem carne de cachorro por acidente em eventos sociais e jantares”, informa.

    O relatório aponta que o festival foi lançado pela indústria de carne de cachorro, e ganhou visibilidade como resultado da promoção agressiva desse mercado. “A disseminação do consumo de carne de cachorro nas áreas urbanas de Yulin é resultado da promoção comercial. Apesar de sua disseminação em Yulin, o consumo não entrou nos lares do público em geral. Não se enraizou nas áreas rurais. Esse consumo não é comparável ao consumo de carne de porco, carne bovina, frango, peixe ou ovos”, afirma a publicação.

    Foto: HSI

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  •  86  8  5 hours ago
  • Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 1 de 3

Começou no dia 21 e termina no domingo (30) um dos eventos mais controversos da China – o Festival de Lichia e Carne de Cachorro. Mais uma vez, a previsão é de que pelo menos 10 mil cães serão mortos para consumo. Como ocorre todos os anos, ativistas dos direitos animais têm se esforçado para tentar impedir a realização do evento.

O movimento Nação Vegana Brasil conseguiu 2,3 milhões de assinaturas contra o festival e as entregou na Embaixada da China. Esta é a maior petição contra o evento desde que começou a ser realizado em Yulin, na província de Guangxi, onde oferecem carne de cachorro e de gato, além de lichias frescas e licores.

O primeiro festival foi realizado em 2009 e surgiu com viés comercial, visando intensificar o consumo de carne de cachorro na China. Para tentar favorecer o mercado, passaram a promover a história de que tal consumo “traz sorte e boa saúde”. Ou seja, não é um evento realmente tradicional como alguns dizem e se sustenta na promoção de inverdades. E o que corrobora isso é uma pesquisa conduzida pela Beijing Capital Animal Welfare e Dalian Vshine Animal Protection. “O consumo de carne de cachorro é mais difundido em Yulin (87%). Em contraste, o percentual nacional é de 30% e o percentual provincial (Guangxi) é de 56%. Uma explicação é que os residentes de Yulin são mais propensos a serem potenciais consumidores e a comerem carne de cachorro por acidente em eventos sociais e jantares”, informa.

O relatório aponta que o festival foi lançado pela indústria de carne de cachorro, e ganhou visibilidade como resultado da promoção agressiva desse mercado. “A disseminação do consumo de carne de cachorro nas áreas urbanas de Yulin é resultado da promoção comercial. Apesar de sua disseminação em Yulin, o consumo não entrou nos lares do público em geral. Não se enraizou nas áreas rurais. Esse consumo não é comparável ao consumo de carne de porco, carne bovina, frango, peixe ou ovos”, afirma a publicação.

Foto: HSI

#vegazeta #vegazetabr #noticias #yulin #caes #cachorro #carnedecachorro #dogmeat #protecaoanimal #defesaanimal #china #govegan
  • Mais uma vez, milhares de cães serão mortos até o final do Festival de Yulin - Parte 1 de 3

    Começou no dia 21 e termina no domingo (30) um dos eventos mais controversos da China – o Festival de Lichia e Carne de Cachorro. Mais uma vez, a previsão é de que pelo menos 10 mil cães serão mortos para consumo. Como ocorre todos os anos, ativistas dos direitos animais têm se esforçado para tentar impedir a realização do evento.

    O movimento Nação Vegana Brasil conseguiu 2,3 milhões de assinaturas contra o festival e as entregou na Embaixada da China. Esta é a maior petição contra o evento desde que começou a ser realizado em Yulin, na província de Guangxi, onde oferecem carne de cachorro e de gato, além de lichias frescas e licores.

    O primeiro festival foi realizado em 2009 e surgiu com viés comercial, visando intensificar o consumo de carne de cachorro na China. Para tentar favorecer o mercado, passaram a promover a história de que tal consumo “traz sorte e boa saúde”. Ou seja, não é um evento realmente tradicional como alguns dizem e se sustenta na promoção de inverdades. E o que corrobora isso é uma pesquisa conduzida pela Beijing Capital Animal Welfare e Dalian Vshine Animal Protection. “O consumo de carne de cachorro é mais difundido em Yulin (87%). Em contraste, o percentual nacional é de 30% e o percentual provincial (Guangxi) é de 56%. Uma explicação é que os residentes de Yulin são mais propensos a serem potenciais consumidores e a comerem carne de cachorro por acidente em eventos sociais e jantares”, informa.

    O relatório aponta que o festival foi lançado pela indústria de carne de cachorro, e ganhou visibilidade como resultado da promoção agressiva desse mercado. “A disseminação do consumo de carne de cachorro nas áreas urbanas de Yulin é resultado da promoção comercial. Apesar de sua disseminação em Yulin, o consumo não entrou nos lares do público em geral. Não se enraizou nas áreas rurais. Esse consumo não é comparável ao consumo de carne de porco, carne bovina, frango, peixe ou ovos”, afirma a publicação.

    Foto: HSI

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  •  7  1  5 hours ago
  • Reposted from @vegazetabr -  A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan - #regrann
  • Reposted from @vegazetabr - A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

    A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

    Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

    Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

    A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

    Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan - #regrann
  •  82  0  6 hours ago
  • A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan
  • A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

    A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

    Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

    Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

    A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

    Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan
  •  103  2  7 hours ago
  • A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan
  • A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

    A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

    Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

    Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

    A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

    Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais.
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  •  21  0  7 hours ago
  • Por @davidarioch 
Quando as pessoas não concordam em se abster de encarar animais como fontes de produtos ou algum meio para um fim, então infelizmente elas concordam com a exploração e com a matança de animais, já que os dois elementos estão associados.

Há muito tempo, entendemos que não matar seres humanos é um imperativo moral, assim como não matar animais não humanos simplesmente “porque podemos e queremos” também deveria ser, já que, em algum nível, sabemos quais são as implicações disso, e não falo sob uma perspectiva legal, mas sim de simples ponderação sobre o estado de senciência e consciência animal.

Se posso não causar dor, por que causá-la? Se posso não interferir negativamente na vida de alguém, humano ou não, por que fazê-lo? Se você entende que isso é desnecessário e errado, você compreende essa premissa como um imperativo moral, porque você considera inadmissível “escolher comer algo” que custa condicionamento, privação, sofrimento e/ou morte.

#vegazeta #vegazetabr #opiniao #reflexao #exploracaoanimal #defesaanimal #consumo #carne #ovos #vivaedeixeviver #empatia #direitoavida #liveandletlive #vegan #vegano #govegan
  • Por @davidarioch
    Quando as pessoas não concordam em se abster de encarar animais como fontes de produtos ou algum meio para um fim, então infelizmente elas concordam com a exploração e com a matança de animais, já que os dois elementos estão associados.

    Há muito tempo, entendemos que não matar seres humanos é um imperativo moral, assim como não matar animais não humanos simplesmente “porque podemos e queremos” também deveria ser, já que, em algum nível, sabemos quais são as implicações disso, e não falo sob uma perspectiva legal, mas sim de simples ponderação sobre o estado de senciência e consciência animal.

    Se posso não causar dor, por que causá-la? Se posso não interferir negativamente na vida de alguém, humano ou não, por que fazê-lo? Se você entende que isso é desnecessário e errado, você compreende essa premissa como um imperativo moral, porque você considera inadmissível “escolher comer algo” que custa condicionamento, privação, sofrimento e/ou morte.

    #vegazeta #vegazetabr #opiniao #reflexao #exploracaoanimal #defesaanimal #consumo #carne #ovos #vivaedeixeviver #empatia #direitoavida #liveandletlive #vegan #vegano #govegan
  •  103  1  7 hours ago
  • Por @davidarioch 
Quando as pessoas não concordam em se abster de encarar animais como fontes de produtos ou algum meio para um fim, então infelizmente elas concordam com a exploração e com a matança de animais, já que os dois elementos estão associados.

Há muito tempo, entendemos que não matar seres humanos é um imperativo moral, assim como não matar animais não humanos simplesmente “porque podemos e queremos” também deveria ser, já que, em algum nível, sabemos quais são as implicações disso, e não falo sob uma perspectiva legal, mas sim de simples ponderação sobre o estado de senciência e consciência animal.

Se posso não causar dor, por que causá-la? Se posso não interferir negativamente na vida de alguém, humano ou não, por que fazê-lo? Se você entende que isso é desnecessário e errado, você compreende essa premissa como um imperativo moral, porque você considera inadmissível “escolher comer algo” que custa condicionamento, privação, sofrimento e/ou morte.

#vegazeta #vegazetabr #opiniao #reflexao #exploracaoanimal #defesaanimal #consumo #carne #ovos #vivaedeixeviver #empatia #direitoavida #liveandletlive #vegan #vegano #govegan
  • Por @davidarioch
    Quando as pessoas não concordam em se abster de encarar animais como fontes de produtos ou algum meio para um fim, então infelizmente elas concordam com a exploração e com a matança de animais, já que os dois elementos estão associados.

    Há muito tempo, entendemos que não matar seres humanos é um imperativo moral, assim como não matar animais não humanos simplesmente “porque podemos e queremos” também deveria ser, já que, em algum nível, sabemos quais são as implicações disso, e não falo sob uma perspectiva legal, mas sim de simples ponderação sobre o estado de senciência e consciência animal.

    Se posso não causar dor, por que causá-la? Se posso não interferir negativamente na vida de alguém, humano ou não, por que fazê-lo? Se você entende que isso é desnecessário e errado, você compreende essa premissa como um imperativo moral, porque você considera inadmissível “escolher comer algo” que custa condicionamento, privação, sofrimento e/ou morte.

    #vegazeta #vegazetabr #opiniao #reflexao #exploracaoanimal #defesaanimal #consumo #carne #ovos #vivaedeixeviver #empatia #direitoavida #liveandletlive #vegan #vegano #govegan
  •  21  0  7 hours ago
  • De acordo com um levantamento da organização WWF-Brasil, a poluição plástica, que representa 10 milhões de toneladas de plásticos despejados nos oceanos a cada ano, já culminou no estrangulamento de mais de 270 espécies de animais.

Entre os prejudicados estão mamíferos, répteis, pássaros e peixes encontrados com ferimentos que incluem lesões agudas e crônicas, ou até mesmo mortos. “Esse estrangulamento é hoje uma das maiores ameaças à vida selvagem e conservação da biodiversidade”, afirma a WWF-Brasil.

Vale lembrar também que mais de 240 espécies já ingeriram plástico acidentalmente ou por confundi-lo com algum tipo de alimento. Nos casos de ingestão, é comum o animal desenvolver úlceras e bloqueios digestivos que podem resultar em morte, já que o plástico não passa facilmente pelo sistema digestivo.

Além disso, a poluição plástica também é prejudicial à economia, já que segundo a ONU Meio Ambiente, todos os anos os prejuízos ultrapassam oito bilhões de dólares dessa poluição. No Brasil, o quarto maior produtor mundial de lixo plástico, atualmente há projetos de lei que visam proibir o uso de plásticos descartáveis e também o uso de microplásticos na indústria cosmética.

Somente de sacolas plásticas, o consumo estimado é de pelo menos um trilhão de unidades no mundo todo. A ONU Meio Ambiente informa que desde a década de 1950 os oceanos já receberam mais de 160 milhões de toneladas de plástico – e podem chegar a 300 milhões até 2030. Sendo assim, não há outro caminho que não demande conscientização e passe pela busca de alternativas mais sustentáveis.

No entanto, o fim do uso de plásticos descartáveis não resolve completamente o problema, já que segundo a World Animal Protection (WAP), somente no Brasil a pesca fantasma atinge 70% dos mares brasileiros.

Em quantidade, pelo menos meia tonelada de petrechos de pesca são descartados ou perdidos nos mares de 12 estados. Com consequência, todos os dias cerca de 69 mil animais marinhos correm o risco de morrer ou se ferir por causa desses materiais no Brasil.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #animais #vidamarinha #oceano #mar #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #plastico #brasil
  • De acordo com um levantamento da organização WWF-Brasil, a poluição plástica, que representa 10 milhões de toneladas de plásticos despejados nos oceanos a cada ano, já culminou no estrangulamento de mais de 270 espécies de animais.

    Entre os prejudicados estão mamíferos, répteis, pássaros e peixes encontrados com ferimentos que incluem lesões agudas e crônicas, ou até mesmo mortos. “Esse estrangulamento é hoje uma das maiores ameaças à vida selvagem e conservação da biodiversidade”, afirma a WWF-Brasil.

    Vale lembrar também que mais de 240 espécies já ingeriram plástico acidentalmente ou por confundi-lo com algum tipo de alimento. Nos casos de ingestão, é comum o animal desenvolver úlceras e bloqueios digestivos que podem resultar em morte, já que o plástico não passa facilmente pelo sistema digestivo.

    Além disso, a poluição plástica também é prejudicial à economia, já que segundo a ONU Meio Ambiente, todos os anos os prejuízos ultrapassam oito bilhões de dólares dessa poluição. No Brasil, o quarto maior produtor mundial de lixo plástico, atualmente há projetos de lei que visam proibir o uso de plásticos descartáveis e também o uso de microplásticos na indústria cosmética.

    Somente de sacolas plásticas, o consumo estimado é de pelo menos um trilhão de unidades no mundo todo. A ONU Meio Ambiente informa que desde a década de 1950 os oceanos já receberam mais de 160 milhões de toneladas de plástico – e podem chegar a 300 milhões até 2030. Sendo assim, não há outro caminho que não demande conscientização e passe pela busca de alternativas mais sustentáveis.

    No entanto, o fim do uso de plásticos descartáveis não resolve completamente o problema, já que segundo a World Animal Protection (WAP), somente no Brasil a pesca fantasma atinge 70% dos mares brasileiros.

    Em quantidade, pelo menos meia tonelada de petrechos de pesca são descartados ou perdidos nos mares de 12 estados. Com consequência, todos os dias cerca de 69 mil animais marinhos correm o risco de morrer ou se ferir por causa desses materiais no Brasil.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #animais #vidamarinha #oceano #mar #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #plastico #brasil
  •  177  3  20 hours ago
  • De acordo com um levantamento da organização WWF-Brasil, a poluição plástica, que representa 10 milhões de toneladas de plásticos despejados nos oceanos a cada ano, já culminou no estrangulamento de mais de 270 espécies de animais.

Entre os prejudicados estão mamíferos, répteis, pássaros e peixes encontrados com ferimentos que incluem lesões agudas e crônicas, ou até mesmo mortos. “Esse estrangulamento é hoje uma das maiores ameaças à vida selvagem e conservação da biodiversidade”, afirma a WWF-Brasil.

Vale lembrar também que mais de 240 espécies já ingeriram plástico acidentalmente ou por confundi-lo com algum tipo de alimento. Nos casos de ingestão, é comum o animal desenvolver úlceras e bloqueios digestivos que podem resultar em morte, já que o plástico não passa facilmente pelo sistema digestivo.

Além disso, a poluição plástica também é prejudicial à economia, já que segundo a ONU Meio Ambiente, todos os anos os prejuízos ultrapassam oito bilhões de dólares dessa poluição. No Brasil, o quarto maior produtor mundial de lixo plástico, atualmente há projetos de lei que visam proibir o uso de plásticos descartáveis e também o uso de microplásticos na indústria cosmética.

Somente de sacolas plásticas, o consumo estimado é de pelo menos um trilhão de unidades no mundo todo. A ONU Meio Ambiente informa que desde a década de 1950 os oceanos já receberam mais de 160 milhões de toneladas de plástico – e podem chegar a 300 milhões até 2030. Sendo assim, não há outro caminho que não demande conscientização e passe pela busca de alternativas mais sustentáveis.

No entanto, o fim do uso de plásticos descartáveis não resolve completamente o problema, já que segundo a World Animal Protection (WAP), somente no Brasil a pesca fantasma atinge 70% dos mares brasileiros.

Em quantidade, pelo menos meia tonelada de petrechos de pesca são descartados ou perdidos nos mares de 12 estados. Com consequência, todos os dias cerca de 69 mil animais marinhos correm o risco de morrer ou se ferir por causa desses materiais no Brasil.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #animais #vidamarinha #oceano #mar #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #plastico #brasil
  • De acordo com um levantamento da organização WWF-Brasil, a poluição plástica, que representa 10 milhões de toneladas de plásticos despejados nos oceanos a cada ano, já culminou no estrangulamento de mais de 270 espécies de animais.

    Entre os prejudicados estão mamíferos, répteis, pássaros e peixes encontrados com ferimentos que incluem lesões agudas e crônicas, ou até mesmo mortos. “Esse estrangulamento é hoje uma das maiores ameaças à vida selvagem e conservação da biodiversidade”, afirma a WWF-Brasil.

    Vale lembrar também que mais de 240 espécies já ingeriram plástico acidentalmente ou por confundi-lo com algum tipo de alimento. Nos casos de ingestão, é comum o animal desenvolver úlceras e bloqueios digestivos que podem resultar em morte, já que o plástico não passa facilmente pelo sistema digestivo.

    Além disso, a poluição plástica também é prejudicial à economia, já que segundo a ONU Meio Ambiente, todos os anos os prejuízos ultrapassam oito bilhões de dólares dessa poluição. No Brasil, o quarto maior produtor mundial de lixo plástico, atualmente há projetos de lei que visam proibir o uso de plásticos descartáveis e também o uso de microplásticos na indústria cosmética.

    Somente de sacolas plásticas, o consumo estimado é de pelo menos um trilhão de unidades no mundo todo. A ONU Meio Ambiente informa que desde a década de 1950 os oceanos já receberam mais de 160 milhões de toneladas de plástico – e podem chegar a 300 milhões até 2030. Sendo assim, não há outro caminho que não demande conscientização e passe pela busca de alternativas mais sustentáveis.

    No entanto, o fim do uso de plásticos descartáveis não resolve completamente o problema, já que segundo a World Animal Protection (WAP), somente no Brasil a pesca fantasma atinge 70% dos mares brasileiros.

    Em quantidade, pelo menos meia tonelada de petrechos de pesca são descartados ou perdidos nos mares de 12 estados. Com consequência, todos os dias cerca de 69 mil animais marinhos correm o risco de morrer ou se ferir por causa desses materiais no Brasil.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #animais #vidamarinha #oceano #mar #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #plastico #brasil
  •  20  1  20 hours ago
  • Depois que o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou o Green New Deal, que reafirma o compromisso de NYC com o meio ambiente, agora é a vez do estado de Nova York fazer a sua parte.

Na semana passada, o Senado de Nova York aprovou a sua versão do New Green Deal, que tem como prioridade um projeto de combate às mudanças climáticas que estabelece como meta produzir 100% de energia livre de emissões de gases do efeito estufa até 2040.

Nova York agora se coloca à frente da Califórnia que havia se comprometido em garantir 100% de energia a partir de fontes sustentáveis até 2045. Além disso, o projeto também exige redução de 85% das emissões em todos os setores da economia até 2050.

Promovendo o plano durante um programa de rádio, o governador Andrew Cuomo, do Partido Democrata, o qualificou como “o mais agressivo do país” em defesa do meio ambiente. “É definitivamente o projeto de lei mais progressista que já vimos em qualquer lugar”, avaliou a advogada sênior do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, Miles Farmer. Entre os planos do governo está a ampliação da produção de energia solar do estado de 1,7 gigawatts para seis gigawatts até 2025.

Vale lembrar que em abril o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, do Partido Democrata, anunciou corte de 50% na compra de carne por parte da prefeitura, além da gradual eliminação da aquisição de carne processada. A medida está sendo adotada como forma de ajudar a reduzir os gases causadores do efeito estufa. “São exatamente os tipos de ações políticas que acreditamos que são necessárias para melhorar a saúde pública e enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas”, disse Craig Willingham, diretor-adjunto do Instituto de Políticas Alimentares Urbanas da Universidade da Cidade de Nova York.

O prefeito de Nova York também foi parabenizado por Jeff Sebo, diretor do Programa de Mestrado em Estudos Animais, 
da Universidade de Nova York.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #novayork #newyork #ny #sustentabilidade #energia #energiasrenovaveis #sustentavel #meioambiente #mudançasclimáticas #climatechange #efeitoestufa #futuro #govegan
  • Depois que o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou o Green New Deal, que reafirma o compromisso de NYC com o meio ambiente, agora é a vez do estado de Nova York fazer a sua parte.

    Na semana passada, o Senado de Nova York aprovou a sua versão do New Green Deal, que tem como prioridade um projeto de combate às mudanças climáticas que estabelece como meta produzir 100% de energia livre de emissões de gases do efeito estufa até 2040.

    Nova York agora se coloca à frente da Califórnia que havia se comprometido em garantir 100% de energia a partir de fontes sustentáveis até 2045. Além disso, o projeto também exige redução de 85% das emissões em todos os setores da economia até 2050.

    Promovendo o plano durante um programa de rádio, o governador Andrew Cuomo, do Partido Democrata, o qualificou como “o mais agressivo do país” em defesa do meio ambiente. “É definitivamente o projeto de lei mais progressista que já vimos em qualquer lugar”, avaliou a advogada sênior do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, Miles Farmer. Entre os planos do governo está a ampliação da produção de energia solar do estado de 1,7 gigawatts para seis gigawatts até 2025.

    Vale lembrar que em abril o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, do Partido Democrata, anunciou corte de 50% na compra de carne por parte da prefeitura, além da gradual eliminação da aquisição de carne processada. A medida está sendo adotada como forma de ajudar a reduzir os gases causadores do efeito estufa. “São exatamente os tipos de ações políticas que acreditamos que são necessárias para melhorar a saúde pública e enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas”, disse Craig Willingham, diretor-adjunto do Instituto de Políticas Alimentares Urbanas da Universidade da Cidade de Nova York.

    O prefeito de Nova York também foi parabenizado por Jeff Sebo, diretor do Programa de Mestrado em Estudos Animais,
    da Universidade de Nova York.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #novayork #newyork #ny #sustentabilidade #energia #energiasrenovaveis #sustentavel #meioambiente #mudançasclimáticas #climatechange #efeitoestufa #futuro #govegan
  •  170  3  21 hours ago
  • Depois que o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou o Green New Deal, que reafirma o compromisso de NYC com o meio ambiente, agora é a vez do estado de Nova York fazer a sua parte.

Na semana passada, o Senado de Nova York aprovou a sua versão do New Green Deal, que tem como prioridade um projeto de combate às mudanças climáticas que estabelece como meta produzir 100% de energia livre de emissões de gases do efeito estufa até 2040.

Nova York agora se coloca à frente da Califórnia que havia se comprometido em garantir 100% de energia a partir de fontes sustentáveis até 2045. Além disso, o projeto também exige redução de 85% das emissões em todos os setores da economia até 2050.

Promovendo o plano durante um programa de rádio, o governador Andrew Cuomo, do Partido Democrata, o qualificou como “o mais agressivo do país” em defesa do meio ambiente. “É definitivamente o projeto de lei mais progressista que já vimos em qualquer lugar”, avaliou a advogada sênior do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, Miles Farmer. Entre os planos do governo está a ampliação da produção de energia solar do estado de 1,7 gigawatts para seis gigawatts até 2025.

Vale lembrar que em abril o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, do Partido Democrata, anunciou corte de 50% na compra de carne por parte da prefeitura, além da gradual eliminação da aquisição de carne processada. A medida está sendo adotada como forma de ajudar a reduzir os gases causadores do efeito estufa. “São exatamente os tipos de ações políticas que acreditamos que são necessárias para melhorar a saúde pública e enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas”, disse Craig Willingham, diretor-adjunto do Instituto de Políticas Alimentares Urbanas da Universidade da Cidade de Nova York.

O prefeito de Nova York também foi parabenizado por Jeff Sebo, diretor do Programa de Mestrado em Estudos Animais, 
da Universidade de Nova York.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #novayork #newyork #ny #sustentabilidade #energia #energiasrenovaveis #sustentavel #meioambiente #mudançasclimáticas #climatechange #efeitoestufa #futuro #govegan
  • Depois que o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou o Green New Deal, que reafirma o compromisso de NYC com o meio ambiente, agora é a vez do estado de Nova York fazer a sua parte.

    Na semana passada, o Senado de Nova York aprovou a sua versão do New Green Deal, que tem como prioridade um projeto de combate às mudanças climáticas que estabelece como meta produzir 100% de energia livre de emissões de gases do efeito estufa até 2040.

    Nova York agora se coloca à frente da Califórnia que havia se comprometido em garantir 100% de energia a partir de fontes sustentáveis até 2045. Além disso, o projeto também exige redução de 85% das emissões em todos os setores da economia até 2050.

    Promovendo o plano durante um programa de rádio, o governador Andrew Cuomo, do Partido Democrata, o qualificou como “o mais agressivo do país” em defesa do meio ambiente. “É definitivamente o projeto de lei mais progressista que já vimos em qualquer lugar”, avaliou a advogada sênior do Conselho de Defesa dos Recursos Naturais, Miles Farmer. Entre os planos do governo está a ampliação da produção de energia solar do estado de 1,7 gigawatts para seis gigawatts até 2025.

    Vale lembrar que em abril o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, do Partido Democrata, anunciou corte de 50% na compra de carne por parte da prefeitura, além da gradual eliminação da aquisição de carne processada. A medida está sendo adotada como forma de ajudar a reduzir os gases causadores do efeito estufa. “São exatamente os tipos de ações políticas que acreditamos que são necessárias para melhorar a saúde pública e enfrentar os desafios ambientais das próximas décadas”, disse Craig Willingham, diretor-adjunto do Instituto de Políticas Alimentares Urbanas da Universidade da Cidade de Nova York.

    O prefeito de Nova York também foi parabenizado por Jeff Sebo, diretor do Programa de Mestrado em Estudos Animais,
    da Universidade de Nova York.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #novayork #newyork #ny #sustentabilidade #energia #energiasrenovaveis #sustentavel #meioambiente #mudançasclimáticas #climatechange #efeitoestufa #futuro #govegan
  •  22  0  21 hours ago
  • Reposted from @vegazetabr -  Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC). No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

Foto: Reuters

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #pintinhos #camara #camaradosdeputados #politica #celiostudart #abate #ovos #industriadeovos #bemestaranimal #brasil - #regrann
  • Reposted from @vegazetabr - Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

    Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

    Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

    Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC). No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

    De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

    A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

    Foto: Reuters

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #pintinhos #camara #camaradosdeputados #politica #celiostudart #abate #ovos #industriadeovos #bemestaranimal #brasil - #regrann
  •  5  1  21 hours ago
  • Para proteger aves, o deputado Denis Bezerra (PSB-CE) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um projeto que visa restringir a produção, importação e comércio de redes de neblina, também conhecidas como redes japonesas ou “mist nets”. A justificativa é que hoje o material, normalmente produzido em nylon ou poliestireno, não possui regulamentação federal e é utilizado de forma indiscriminada na captura de aves e morcegos.

Para evitar que isso aconteça, Bezerra quer que os fabricantes de redes de neblina sejam obrigados a numerar em local visível cada unidade produzida, além de incluir numeração na nota fiscal de venda do produto.

O parlamentar também cobra que a sequência numérica das unidades produzidas seja encaminhada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “No Brasil, as redes de neblina são comercializadas livremente, sem qualquer restrição, o que pode representar grande risco à conservação de aves silvestres, uma vez que qualquer pessoa pode comprar esse instrumento de captura, inclusive traficantes”, argumenta o deputado.

E acrescenta: “Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização para captura ou autorização de pesquisa emitida por órgãos governamentais ou instituições autorizadas.” O PL também prevê proibição de importação e comercialização de redes de neblina sem numeração de série e sem identificação de fabricante. Além disso, veda a fabricação do produto por pessoa física.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #bemestaranimal #redes #redesdeneblina #mistnets #denisbezerra #passaros #morcegos #defesaanimal #protecaoanimal #politica #camara #camaradosdeputados #brasil
  • Para proteger aves, o deputado Denis Bezerra (PSB-CE) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um projeto que visa restringir a produção, importação e comércio de redes de neblina, também conhecidas como redes japonesas ou “mist nets”. A justificativa é que hoje o material, normalmente produzido em nylon ou poliestireno, não possui regulamentação federal e é utilizado de forma indiscriminada na captura de aves e morcegos.

    Para evitar que isso aconteça, Bezerra quer que os fabricantes de redes de neblina sejam obrigados a numerar em local visível cada unidade produzida, além de incluir numeração na nota fiscal de venda do produto.

    O parlamentar também cobra que a sequência numérica das unidades produzidas seja encaminhada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “No Brasil, as redes de neblina são comercializadas livremente, sem qualquer restrição, o que pode representar grande risco à conservação de aves silvestres, uma vez que qualquer pessoa pode comprar esse instrumento de captura, inclusive traficantes”, argumenta o deputado.

    E acrescenta: “Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização para captura ou autorização de pesquisa emitida por órgãos governamentais ou instituições autorizadas.” O PL também prevê proibição de importação e comercialização de redes de neblina sem numeração de série e sem identificação de fabricante. Além disso, veda a fabricação do produto por pessoa física.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #bemestaranimal #redes #redesdeneblina #mistnets #denisbezerra #passaros #morcegos #defesaanimal #protecaoanimal #politica #camara #camaradosdeputados #brasil
  •  135  1  23 hours ago
  • Para proteger aves, o deputado Denis Bezerra (PSB-CE) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um projeto que visa restringir a produção, importação e comércio de redes de neblina, também conhecidas como redes japonesas ou “mist nets”. A justificativa é que hoje o material, normalmente produzido em nylon ou poliestireno, não possui regulamentação federal e é utilizado de forma indiscriminada na captura de aves e morcegos.

Para evitar que isso aconteça, Bezerra quer que os fabricantes de redes de neblina sejam obrigados a numerar em local visível cada unidade produzida, além de incluir numeração na nota fiscal de venda do produto.

O parlamentar também cobra que a sequência numérica das unidades produzidas seja encaminhada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “No Brasil, as redes de neblina são comercializadas livremente, sem qualquer restrição, o que pode representar grande risco à conservação de aves silvestres, uma vez que qualquer pessoa pode comprar esse instrumento de captura, inclusive traficantes”, argumenta o deputado.

E acrescenta: “Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização para captura ou autorização de pesquisa emitida por órgãos governamentais ou instituições autorizadas.” O PL também prevê proibição de importação e comercialização de redes de neblina sem numeração de série e sem identificação de fabricante. Além disso, veda a fabricação do produto por pessoa física.

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  • Para proteger aves, o deputado Denis Bezerra (PSB-CE) protocolou hoje na Câmara dos Deputados um projeto que visa restringir a produção, importação e comércio de redes de neblina, também conhecidas como redes japonesas ou “mist nets”. A justificativa é que hoje o material, normalmente produzido em nylon ou poliestireno, não possui regulamentação federal e é utilizado de forma indiscriminada na captura de aves e morcegos.

    Para evitar que isso aconteça, Bezerra quer que os fabricantes de redes de neblina sejam obrigados a numerar em local visível cada unidade produzida, além de incluir numeração na nota fiscal de venda do produto.

    O parlamentar também cobra que a sequência numérica das unidades produzidas seja encaminhada ao Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama). “No Brasil, as redes de neblina são comercializadas livremente, sem qualquer restrição, o que pode representar grande risco à conservação de aves silvestres, uma vez que qualquer pessoa pode comprar esse instrumento de captura, inclusive traficantes”, argumenta o deputado.

    E acrescenta: “Nos Estados Unidos e em países da Europa existem sérias restrições ao comércio de redes de neblina e as pessoas somente podem adquiri-las mediante apresentação de autorização para captura ou autorização de pesquisa emitida por órgãos governamentais ou instituições autorizadas.” O PL também prevê proibição de importação e comercialização de redes de neblina sem numeração de série e sem identificação de fabricante. Além disso, veda a fabricação do produto por pessoa física.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #bemestaranimal #redes #redesdeneblina #mistnets #denisbezerra #passaros #morcegos #defesaanimal #protecaoanimal #politica #camara #camaradosdeputados #brasil
  •  38  0  23 hours ago
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・・・
Em discussão desde o ano passado, o projeto de lei S-203, que proíbe que golfinhos e baleias sejam mantidos em cativeiro, como ocorre em aquários, parques temáticos e outros ambientes em que animais marinhos são usados como entretenimento, foi aprovado hoje na Câmara dos Comuns, no Canadá. “Os canadenses têm sido claros, eles querem o fim da prática cruel de manter baleias e golfinhos em cativeiro. E com a aprovação do projeto de lei S-203, garantimos que isso acontecerá”, afirmou ao final da votação a líder do Partido Verde, Elizabeth May.

O projeto foi endossado por uma coalização de mais de 20 cientistas marinhos e organizações como a Humane Society International, Animal Justice, Humane Canada e cientistas marinhos do Whale Sanctuary Project e Ontario Captive Animal Watch, além da World Animal Protection e Jane Goodall Institute, entre outros. “A aprovação do projeto de lei S-203 é um momento decisivo na proteção de animais marinhos e uma vitória para todos os canadenses”, avaliou a diretora-executiva da HSI, Rebecca Aldworth.

E acrescentou: “As baleias e os golfinhos não pertencem aos tanques, e o sofrimento inerente que esses animais altamente sociais e inteligentes sofrem em confinamento intensivo não pode mais ser tolerado. Parabenizamos os patrocinadores desta lei e o governo canadense por demonstrar uma forte liderança na resposta à vontade pública e à sólida ciência sobre essa crítica questão.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #legislacao #canada #animais #bemestaranimal #golfinhos #dolphins #baleias #whales #canada #govegan
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    Em discussão desde o ano passado, o projeto de lei S-203, que proíbe que golfinhos e baleias sejam mantidos em cativeiro, como ocorre em aquários, parques temáticos e outros ambientes em que animais marinhos são usados como entretenimento, foi aprovado hoje na Câmara dos Comuns, no Canadá. “Os canadenses têm sido claros, eles querem o fim da prática cruel de manter baleias e golfinhos em cativeiro. E com a aprovação do projeto de lei S-203, garantimos que isso acontecerá”, afirmou ao final da votação a líder do Partido Verde, Elizabeth May.

    O projeto foi endossado por uma coalização de mais de 20 cientistas marinhos e organizações como a Humane Society International, Animal Justice, Humane Canada e cientistas marinhos do Whale Sanctuary Project e Ontario Captive Animal Watch, além da World Animal Protection e Jane Goodall Institute, entre outros. “A aprovação do projeto de lei S-203 é um momento decisivo na proteção de animais marinhos e uma vitória para todos os canadenses”, avaliou a diretora-executiva da HSI, Rebecca Aldworth.

    E acrescentou: “As baleias e os golfinhos não pertencem aos tanques, e o sofrimento inerente que esses animais altamente sociais e inteligentes sofrem em confinamento intensivo não pode mais ser tolerado. Parabenizamos os patrocinadores desta lei e o governo canadense por demonstrar uma forte liderança na resposta à vontade pública e à sólida ciência sobre essa crítica questão.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #legislacao #canada #animais #bemestaranimal #golfinhos #dolphins #baleias #whales #canada #govegan
  •  30  0  25 June, 2019
  • Os benefícios para a saúde e o veganismo favorecem o mercado de proteínas hidrolisadas à base de vegetais. Esta é a conclusão de um relatório divulgado hoje (25) pela empresa de pesquisa de mercado Persistence Market Research. “Está havendo uma demanda extraordinária por proteína hidrolisada à base de vegetais nos últimos anos devido às suas aplicações nutricionais”, informa a PMR.

Atualmente entre as principais opções há proteínas derivadas de soja, trigo, arroz e ervilha, e que têm sido utilizadas inclusive como alimentos funcionais anti-hipertensivos.

O que torna esse tipo de proteína um grande atrativo, de acordo com o relatório da PMR, é o fato de que fornece todos os aminoácidos necessários e ajuda na redução da ingestão de gordura saturada e colesterol. “Para prevenir doenças cardiovasculares, a demanda por alimentos acrescidos de proteínas vegetais hidrolisadas está aumentando. É uma maneira eficaz de reduzir o colesterol LDL e diminuir o risco de doenças cardíacas”, enfatiza.

Esses benefícios são apontados como diferenciais que auxiliam no crescimento da demanda por esses produtos vendidos tanto como matérias-primas para a indústria quanto produtos finais em forma de suplementos e ingredientes culinários. E conforme o mercado cresce, há um ganho em custo-benefício que aproxima cada vez mais os consumidores das alternativas vegetais.

A pesquisa estima que esse mercado deve registrar taxa de crescimento anual composta de 5%, valendo pelo menos um bilhão de dólares a mais em um período de dez anos – subindo de 1,6 bilhão para 2,6 bilhões até 2029. “Conscientização dos consumidores sobre os alimentos veganos estão impulsionando essa demanda global”, acrescenta a PMR e aponta que com o crescimento da população vegana, que não consome nada de origem animal, um número crescente de empresas está tentando se adaptar à mudança na cultura alimentar. “Assim, a cultura vegana em crescimento está entre os fatores que impulsionam o mercado de proteínas vegetais hidrolisadas”, ratifica.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #proteinas proteina #mercado #saude #alimentacao #nutricao #vegan #govegan
  • Os benefícios para a saúde e o veganismo favorecem o mercado de proteínas hidrolisadas à base de vegetais. Esta é a conclusão de um relatório divulgado hoje (25) pela empresa de pesquisa de mercado Persistence Market Research. “Está havendo uma demanda extraordinária por proteína hidrolisada à base de vegetais nos últimos anos devido às suas aplicações nutricionais”, informa a PMR.

    Atualmente entre as principais opções há proteínas derivadas de soja, trigo, arroz e ervilha, e que têm sido utilizadas inclusive como alimentos funcionais anti-hipertensivos.

    O que torna esse tipo de proteína um grande atrativo, de acordo com o relatório da PMR, é o fato de que fornece todos os aminoácidos necessários e ajuda na redução da ingestão de gordura saturada e colesterol. “Para prevenir doenças cardiovasculares, a demanda por alimentos acrescidos de proteínas vegetais hidrolisadas está aumentando. É uma maneira eficaz de reduzir o colesterol LDL e diminuir o risco de doenças cardíacas”, enfatiza.

    Esses benefícios são apontados como diferenciais que auxiliam no crescimento da demanda por esses produtos vendidos tanto como matérias-primas para a indústria quanto produtos finais em forma de suplementos e ingredientes culinários. E conforme o mercado cresce, há um ganho em custo-benefício que aproxima cada vez mais os consumidores das alternativas vegetais.

    A pesquisa estima que esse mercado deve registrar taxa de crescimento anual composta de 5%, valendo pelo menos um bilhão de dólares a mais em um período de dez anos – subindo de 1,6 bilhão para 2,6 bilhões até 2029. “Conscientização dos consumidores sobre os alimentos veganos estão impulsionando essa demanda global”, acrescenta a PMR e aponta que com o crescimento da população vegana, que não consome nada de origem animal, um número crescente de empresas está tentando se adaptar à mudança na cultura alimentar. “Assim, a cultura vegana em crescimento está entre os fatores que impulsionam o mercado de proteínas vegetais hidrolisadas”, ratifica.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #proteinas proteina #mercado #saude #alimentacao #nutricao #vegan #govegan
  •  174  3  25 June, 2019
  • Os benefícios para a saúde e o veganismo favorecem o mercado de proteínas hidrolisadas à base de vegetais. Esta é a conclusão de um relatório divulgado hoje (25) pela empresa de pesquisa de mercado Persistence Market Research. “Está havendo uma demanda extraordinária por proteína hidrolisada à base de vegetais nos últimos anos devido às suas aplicações nutricionais”, informa a PMR.

Atualmente entre as principais opções há proteínas derivadas de soja, trigo, arroz e ervilha, e que têm sido utilizadas inclusive como alimentos funcionais anti-hipertensivos.

O que torna esse tipo de proteína um grande atrativo, de acordo com o relatório da PMR, é o fato de que fornece todos os aminoácidos necessários e ajuda na redução da ingestão de gordura saturada e colesterol. “Para prevenir doenças cardiovasculares, a demanda por alimentos acrescidos de proteínas vegetais hidrolisadas está aumentando. É uma maneira eficaz de reduzir o colesterol LDL e diminuir o risco de doenças cardíacas”, enfatiza.

Esses benefícios são apontados como diferenciais que auxiliam no crescimento da demanda por esses produtos vendidos tanto como matérias-primas para a indústria quanto produtos finais em forma de suplementos e ingredientes culinários. E conforme o mercado cresce, há um ganho em custo-benefício que aproxima cada vez mais os consumidores das alternativas vegetais.

A pesquisa estima que esse mercado deve registrar taxa de crescimento anual composta de 5%, valendo pelo menos um bilhão de dólares a mais em um período de dez anos – subindo de 1,6 bilhão para 2,6 bilhões até 2029. “Conscientização dos consumidores sobre os alimentos veganos estão impulsionando essa demanda global”, acrescenta a PMR e aponta que com o crescimento da população vegana, que não consome nada de origem animal, um número crescente de empresas está tentando se adaptar à mudança na cultura alimentar. “Assim, a cultura vegana em crescimento está entre os fatores que impulsionam o mercado de proteínas vegetais hidrolisadas”, ratifica.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #proteinas proteina #mercado #saude #alimentacao #nutricao #vegan #govegan
  • Os benefícios para a saúde e o veganismo favorecem o mercado de proteínas hidrolisadas à base de vegetais. Esta é a conclusão de um relatório divulgado hoje (25) pela empresa de pesquisa de mercado Persistence Market Research. “Está havendo uma demanda extraordinária por proteína hidrolisada à base de vegetais nos últimos anos devido às suas aplicações nutricionais”, informa a PMR.

    Atualmente entre as principais opções há proteínas derivadas de soja, trigo, arroz e ervilha, e que têm sido utilizadas inclusive como alimentos funcionais anti-hipertensivos.

    O que torna esse tipo de proteína um grande atrativo, de acordo com o relatório da PMR, é o fato de que fornece todos os aminoácidos necessários e ajuda na redução da ingestão de gordura saturada e colesterol. “Para prevenir doenças cardiovasculares, a demanda por alimentos acrescidos de proteínas vegetais hidrolisadas está aumentando. É uma maneira eficaz de reduzir o colesterol LDL e diminuir o risco de doenças cardíacas”, enfatiza.

    Esses benefícios são apontados como diferenciais que auxiliam no crescimento da demanda por esses produtos vendidos tanto como matérias-primas para a indústria quanto produtos finais em forma de suplementos e ingredientes culinários. E conforme o mercado cresce, há um ganho em custo-benefício que aproxima cada vez mais os consumidores das alternativas vegetais.

    A pesquisa estima que esse mercado deve registrar taxa de crescimento anual composta de 5%, valendo pelo menos um bilhão de dólares a mais em um período de dez anos – subindo de 1,6 bilhão para 2,6 bilhões até 2029. “Conscientização dos consumidores sobre os alimentos veganos estão impulsionando essa demanda global”, acrescenta a PMR e aponta que com o crescimento da população vegana, que não consome nada de origem animal, um número crescente de empresas está tentando se adaptar à mudança na cultura alimentar. “Assim, a cultura vegana em crescimento está entre os fatores que impulsionam o mercado de proteínas vegetais hidrolisadas”, ratifica.

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  •  26  0  25 June, 2019
  • De acordo com informações do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), 797 quilômetros quadrados foram desmatados na Amazônia em maio, o que representa aumento de 26% em comparação com o mesmo período do ano passado – que totalizou 634 quilômetros de desflorestamento.

O que surpreende também é que 34%, ou seja, mais de um terço do desmatamento identificado, ocorreu em Unidades de Conservação (UC). Entre as localidades mais prejudicadas está a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, que perdeu 132 quilômetros quadrados de vegetação.

A Estação Ecológica Terra do Meio e a Floresta Nacional do Jamanxim, também no Pará, perderam 12 e 23 quilômetros de área verde. Como são áreas de conservação, o correto seria que essas localidades não sofressem mais qualquer tipo de desmatamento.

O SAD também aponta que 40% de toda a área afetada se situa no Pará, seguido por Amazonas (20%) e Mato Grosso (19%). #vegazeta #vegazetabr #noticias #amazonia #desmatamento #meioambiente #para #matogrosso #amazonas #governo #uc #unidadesdeconservacao #governo #negligencia #omissao #brasil
  • De acordo com informações do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), 797 quilômetros quadrados foram desmatados na Amazônia em maio, o que representa aumento de 26% em comparação com o mesmo período do ano passado – que totalizou 634 quilômetros de desflorestamento.

    O que surpreende também é que 34%, ou seja, mais de um terço do desmatamento identificado, ocorreu em Unidades de Conservação (UC). Entre as localidades mais prejudicadas está a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, que perdeu 132 quilômetros quadrados de vegetação.

    A Estação Ecológica Terra do Meio e a Floresta Nacional do Jamanxim, também no Pará, perderam 12 e 23 quilômetros de área verde. Como são áreas de conservação, o correto seria que essas localidades não sofressem mais qualquer tipo de desmatamento.

    O SAD também aponta que 40% de toda a área afetada se situa no Pará, seguido por Amazonas (20%) e Mato Grosso (19%). #vegazeta #vegazetabr #noticias #amazonia #desmatamento #meioambiente #para #matogrosso #amazonas #governo #uc #unidadesdeconservacao #governo #negligencia #omissao #brasil
  •  76  0  25 June, 2019
  • De acordo com informações do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), 797 quilômetros quadrados foram desmatados na Amazônia em maio, o que representa aumento de 26% em comparação com o mesmo período do ano passado – que totalizou 634 quilômetros de desflorestamento.

O que surpreende também é que 34%, ou seja, mais de um terço do desmatamento identificado, ocorreu em Unidades de Conservação (UC). Entre as localidades mais prejudicadas está a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, que perdeu 132 quilômetros quadrados de vegetação.

A Estação Ecológica Terra do Meio e a Floresta Nacional do Jamanxim, também no Pará, perderam 12 e 23 quilômetros de área verde. Como são áreas de conservação, o correto seria que essas localidades não sofressem mais qualquer tipo de desmatamento.

O SAD também aponta que 40% de toda a área afetada se situa no Pará, seguido por Amazonas (20%) e Mato Grosso (19%). #vegazeta #vegazetabr #noticias #amazonia #desmatamento #meioambiente #para #matogrosso #amazonas #governo #uc #unidadesdeconservacao #governo #negligencia #omissao #brasil
  • De acordo com informações do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), 797 quilômetros quadrados foram desmatados na Amazônia em maio, o que representa aumento de 26% em comparação com o mesmo período do ano passado – que totalizou 634 quilômetros de desflorestamento.

    O que surpreende também é que 34%, ou seja, mais de um terço do desmatamento identificado, ocorreu em Unidades de Conservação (UC). Entre as localidades mais prejudicadas está a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará, que perdeu 132 quilômetros quadrados de vegetação.

    A Estação Ecológica Terra do Meio e a Floresta Nacional do Jamanxim, também no Pará, perderam 12 e 23 quilômetros de área verde. Como são áreas de conservação, o correto seria que essas localidades não sofressem mais qualquer tipo de desmatamento.

    O SAD também aponta que 40% de toda a área afetada se situa no Pará, seguido por Amazonas (20%) e Mato Grosso (19%). #vegazeta #vegazetabr #noticias #amazonia #desmatamento #meioambiente #para #matogrosso #amazonas #governo #uc #unidadesdeconservacao #governo #negligencia #omissao #brasil
  •  7  0  25 June, 2019
  • Na semana passada completou um ano do falecimento da gorila Koko, que ficou conhecida por ter dominado a língua de sinais, além de ter aprendido pelo menos duas mil palavras em inglês.

Koko, que tinha 46 anos, surpreendeu o mundo ao mostrar a capacidade dos grandes primatas, segundo a Gorilla Foundation.

A organização lembrou que ela gostava de ler e fez amizade com personalidades como Fred Rogers e Robin Williams, com quem conversou algumas vezes.

Koko simpatizava muito com gatos e cuidou de alguns ao longo de sua vida, revelando sua afeição maternal para além da própria espécie.

Ela nasceu em um zoológico em San Francisco em 1971 e logo começou a aprendeu a língua de sinais. Em 1974, pesquisadores da Universidade Stanford fundaram a Gorilla Foundation e a transferiram para uma área de reserva natural.

Koko vivia nas montanhas de Santa Cruz, na Califórnia. “Ela tocou a vida de milhões de pessoas como uma embaixadora para todos os gorilas e um ícone da comunicação e empatia interespécies. Koko foi amada e fará muita falta”, destaca a fundação.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #gorila #animais #koko #gorillafoundation #inteligenciaanimal #primatas #santacruz #california #eua #usa #empatia #exemplo
  • Na semana passada completou um ano do falecimento da gorila Koko, que ficou conhecida por ter dominado a língua de sinais, além de ter aprendido pelo menos duas mil palavras em inglês.

    Koko, que tinha 46 anos, surpreendeu o mundo ao mostrar a capacidade dos grandes primatas, segundo a Gorilla Foundation.

    A organização lembrou que ela gostava de ler e fez amizade com personalidades como Fred Rogers e Robin Williams, com quem conversou algumas vezes.

    Koko simpatizava muito com gatos e cuidou de alguns ao longo de sua vida, revelando sua afeição maternal para além da própria espécie.

    Ela nasceu em um zoológico em San Francisco em 1971 e logo começou a aprendeu a língua de sinais. Em 1974, pesquisadores da Universidade Stanford fundaram a Gorilla Foundation e a transferiram para uma área de reserva natural.

    Koko vivia nas montanhas de Santa Cruz, na Califórnia. “Ela tocou a vida de milhões de pessoas como uma embaixadora para todos os gorilas e um ícone da comunicação e empatia interespécies. Koko foi amada e fará muita falta”, destaca a fundação.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #gorila #animais #koko #gorillafoundation #inteligenciaanimal #primatas #santacruz #california #eua #usa #empatia #exemplo
  •  338  6  25 June, 2019
  • Na semana passada completou um ano do falecimento da gorila Koko, que ficou conhecida por ter dominado a língua de sinais, além de ter aprendido pelo menos duas mil palavras em inglês.

Koko, que tinha 46 anos, surpreendeu o mundo ao mostrar a capacidade dos grandes primatas, segundo a Gorilla Foundation.

A organização lembrou que ela gostava de ler e fez amizade com personalidades como Fred Rogers e Robin Williams, com quem conversou algumas vezes.

Koko simpatizava muito com gatos e cuidou de alguns ao longo de sua vida, revelando sua afeição maternal para além da própria espécie.

Ela nasceu em um zoológico em San Francisco em 1971 e logo começou a aprendeu a língua de sinais. Em 1974, pesquisadores da Universidade Stanford fundaram a Gorilla Foundation e a transferiram para uma área de reserva natural.

Koko vivia nas montanhas de Santa Cruz, na Califórnia. “Ela tocou a vida de milhões de pessoas como uma embaixadora para todos os gorilas e um ícone da comunicação e empatia interespécies. Koko foi amada e fará muita falta”, destaca a fundação.

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  • Na semana passada completou um ano do falecimento da gorila Koko, que ficou conhecida por ter dominado a língua de sinais, além de ter aprendido pelo menos duas mil palavras em inglês.

    Koko, que tinha 46 anos, surpreendeu o mundo ao mostrar a capacidade dos grandes primatas, segundo a Gorilla Foundation.

    A organização lembrou que ela gostava de ler e fez amizade com personalidades como Fred Rogers e Robin Williams, com quem conversou algumas vezes.

    Koko simpatizava muito com gatos e cuidou de alguns ao longo de sua vida, revelando sua afeição maternal para além da própria espécie.

    Ela nasceu em um zoológico em San Francisco em 1971 e logo começou a aprendeu a língua de sinais. Em 1974, pesquisadores da Universidade Stanford fundaram a Gorilla Foundation e a transferiram para uma área de reserva natural.

    Koko vivia nas montanhas de Santa Cruz, na Califórnia. “Ela tocou a vida de milhões de pessoas como uma embaixadora para todos os gorilas e um ícone da comunicação e empatia interespécies. Koko foi amada e fará muita falta”, destaca a fundação.

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  •  61  6  25 June, 2019
  • A marca DopeKicks está anunciando o lançamento do seu tênis vegano e homônimo de cânhamo, que chega ao mercado em setembro. Além das fibras de cânhamo, o calçado à prova d’água conta com palmilhas sustentáveis de cortiça.

A DopeKicks se define como uma equipe de empreendedores preocupados em oferecer soluções veganas e ecológicas. Sobre a ideia de utilizar o cânhamo como principal matéria-prima é que além de ser um material biodegradável também requer três vezes menos água que o algodão e causa o “mínimo impacto” no solo no processo produtivo. “Ao apoiar nosso projeto, você está apoiando diretamente os agricultores de cânhamos do mundo todo” destaca a DopeKicks, que criou uma campanha no Kickstarter para arrecadar recursos para a produção do tênis – e que foi bem-sucedida, quase dobrando a meta.

Segundo a DopeKicks, o calçado é indicado principalmente para exploradores e aventureiros. “A indústria de calçados produz cerca de 25 bilhões de pares de calçados todos os anos, e muitos acabam em aterros sanitários e nos oceanos”, lamenta a marca, enfatizando por que é tão importante buscar alternativas mais sustentáveis.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #dopekicks #tenis #calcados #sneakers #canhamo #sustentabilidade #calcadosecologicos #calcadosveganos #produtosveganos #tênisvegano #vegan #vegano #govegan
  • A marca DopeKicks está anunciando o lançamento do seu tênis vegano e homônimo de cânhamo, que chega ao mercado em setembro. Além das fibras de cânhamo, o calçado à prova d’água conta com palmilhas sustentáveis de cortiça.

    A DopeKicks se define como uma equipe de empreendedores preocupados em oferecer soluções veganas e ecológicas. Sobre a ideia de utilizar o cânhamo como principal matéria-prima é que além de ser um material biodegradável também requer três vezes menos água que o algodão e causa o “mínimo impacto” no solo no processo produtivo. “Ao apoiar nosso projeto, você está apoiando diretamente os agricultores de cânhamos do mundo todo” destaca a DopeKicks, que criou uma campanha no Kickstarter para arrecadar recursos para a produção do tênis – e que foi bem-sucedida, quase dobrando a meta.

    Segundo a DopeKicks, o calçado é indicado principalmente para exploradores e aventureiros. “A indústria de calçados produz cerca de 25 bilhões de pares de calçados todos os anos, e muitos acabam em aterros sanitários e nos oceanos”, lamenta a marca, enfatizando por que é tão importante buscar alternativas mais sustentáveis.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #dopekicks #tenis #calcados #sneakers #canhamo #sustentabilidade #calcadosecologicos #calcadosveganos #produtosveganos #tênisvegano #vegan #vegano #govegan
  •  307  1  25 June, 2019
  • A marca DopeKicks está anunciando o lançamento do seu tênis vegano e homônimo de cânhamo, que chega ao mercado em setembro. Além das fibras de cânhamo, o calçado à prova d’água conta com palmilhas sustentáveis de cortiça.

A DopeKicks se define como uma equipe de empreendedores preocupados em oferecer soluções veganas e ecológicas. Sobre a ideia de utilizar o cânhamo como principal matéria-prima é que além de ser um material biodegradável também requer três vezes menos água que o algodão e causa o “mínimo impacto” no solo no processo produtivo. “Ao apoiar nosso projeto, você está apoiando diretamente os agricultores de cânhamos do mundo todo” destaca a DopeKicks, que criou uma campanha no Kickstarter para arrecadar recursos para a produção do tênis – e que foi bem-sucedida, quase dobrando a meta.

Segundo a DopeKicks, o calçado é indicado principalmente para exploradores e aventureiros. “A indústria de calçados produz cerca de 25 bilhões de pares de calçados todos os anos, e muitos acabam em aterros sanitários e nos oceanos”, lamenta a marca, enfatizando por que é tão importante buscar alternativas mais sustentáveis.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #dopekicks #tenis #calcados #sneakers #canhamo #sustentabilidade #calcadosecologicos #calcadosveganos #produtosveganos #tênisvegano #vegan #vegano #govegan
  • A marca DopeKicks está anunciando o lançamento do seu tênis vegano e homônimo de cânhamo, que chega ao mercado em setembro. Além das fibras de cânhamo, o calçado à prova d’água conta com palmilhas sustentáveis de cortiça.

    A DopeKicks se define como uma equipe de empreendedores preocupados em oferecer soluções veganas e ecológicas. Sobre a ideia de utilizar o cânhamo como principal matéria-prima é que além de ser um material biodegradável também requer três vezes menos água que o algodão e causa o “mínimo impacto” no solo no processo produtivo. “Ao apoiar nosso projeto, você está apoiando diretamente os agricultores de cânhamos do mundo todo” destaca a DopeKicks, que criou uma campanha no Kickstarter para arrecadar recursos para a produção do tênis – e que foi bem-sucedida, quase dobrando a meta.

    Segundo a DopeKicks, o calçado é indicado principalmente para exploradores e aventureiros. “A indústria de calçados produz cerca de 25 bilhões de pares de calçados todos os anos, e muitos acabam em aterros sanitários e nos oceanos”, lamenta a marca, enfatizando por que é tão importante buscar alternativas mais sustentáveis.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #dopekicks #tenis #calcados #sneakers #canhamo #sustentabilidade #calcadosecologicos #calcadosveganos #produtosveganos #tênisvegano #vegan #vegano #govegan
  •  23  0  25 June, 2019
  • Reposted from @vegazetabr -  Com 97 anos, Anne Evers Fraser (@anneeversfraser), dos Estados Unidos, defende que não existe idade para promover o veganismo. Depois de se tornar vegana pouco antes do aniversário de 96 anos, e por influência da neta, ela passou a utilizar as mídias sociais com o propósito de mostrar para outras pessoas a importância e os benefícios dessa filosofia de vida.

Na semana passada, ela disse que nunca se sentiu limitada por não consumir nada de origem animal. “Posso comer tantas frutas, verduras, cereais integrais, oleaginosas, sementes e legumes quanto eu quiser.” Segundo Anne, comer é um dos maiores prazeres da vida e desde que se tornou vegana ela experimentou comidas incríveis: “Como eu gostaria de ter conhecido esse estilo de vida mais cedo. Mas antes tarde do que nunca.” Em outra recente publicação, Anne diz que a hora é agora e que não precisamos consumir produtos de origem animal para sobrevivermos e nos sentirmos bem. “Nós fomos enganados por uma mentira e agora a verdade veio à tona. Devemos parar de matar animais. É cruel e desnecessário. Também está destruindo o planeta e nos deixando doentes. Eu não despertei dos horrores da agricultura industrial até meu 96º ano”, publicou.

E acrescentou: “Nunca questionei o consumo de produtos de origem animal. Mas adivinhe? Nunca é tarde para fazer uma mudança. E deixe-me dizer outra coisa, você vai se sentir muito melhor, eu prometo!” Em outra publicação Anne lembra que antes do veganismo ela terminava suas sessões de ioga pedindo para que todos os animais fossem felizes e livres. “Mas eu não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando faço essa oração, isso tem um significado mais profundo pra mim.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #anneeversfraser #vegan #vegana #veganas #veganos #personagens #exemplos #mulheres #veganismo #vivaedeixeviver #liveandletlive - #regrann
  • Reposted from @vegazetabr - Com 97 anos, Anne Evers Fraser (@anneeversfraser), dos Estados Unidos, defende que não existe idade para promover o veganismo. Depois de se tornar vegana pouco antes do aniversário de 96 anos, e por influência da neta, ela passou a utilizar as mídias sociais com o propósito de mostrar para outras pessoas a importância e os benefícios dessa filosofia de vida.

    Na semana passada, ela disse que nunca se sentiu limitada por não consumir nada de origem animal. “Posso comer tantas frutas, verduras, cereais integrais, oleaginosas, sementes e legumes quanto eu quiser.” Segundo Anne, comer é um dos maiores prazeres da vida e desde que se tornou vegana ela experimentou comidas incríveis: “Como eu gostaria de ter conhecido esse estilo de vida mais cedo. Mas antes tarde do que nunca.” Em outra recente publicação, Anne diz que a hora é agora e que não precisamos consumir produtos de origem animal para sobrevivermos e nos sentirmos bem. “Nós fomos enganados por uma mentira e agora a verdade veio à tona. Devemos parar de matar animais. É cruel e desnecessário. Também está destruindo o planeta e nos deixando doentes. Eu não despertei dos horrores da agricultura industrial até meu 96º ano”, publicou.

    E acrescentou: “Nunca questionei o consumo de produtos de origem animal. Mas adivinhe? Nunca é tarde para fazer uma mudança. E deixe-me dizer outra coisa, você vai se sentir muito melhor, eu prometo!” Em outra publicação Anne lembra que antes do veganismo ela terminava suas sessões de ioga pedindo para que todos os animais fossem felizes e livres. “Mas eu não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando faço essa oração, isso tem um significado mais profundo pra mim.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #anneeversfraser #vegan #vegana #veganas #veganos #personagens #exemplos #mulheres #veganismo #vivaedeixeviver #liveandletlive - #regrann
  •  128  2  25 June, 2019
  • Reposted from @vegazetabr -  Por @davidarioch 
Acreditar que não apenas os seres humanos têm direito à vida é uma manifestação de empatia para além da própria espécie. Se você respeita animais sencientes e vulneráveis, que normalmente são desconsiderados e objetificados no sistema em que vivemos (como bovinos, suínos, aves e caprinos, entre outros), assim entendendo que eles não merecem morrer, você demonstra uma forma genuína de sensibilidade, de estima pela vida não humana, assim respeitando as diferenças – o que também é reflexo de uma moral que independe de considerações legais.

Foto: Farm Sanctuary

#vegazeta #vegazetabr #opiniao #reflexao #empatia #respeito #animais #especismo #vegan #vegano #govegan - #regrann
  • Reposted from @vegazetabr - Por @davidarioch
    Acreditar que não apenas os seres humanos têm direito à vida é uma manifestação de empatia para além da própria espécie. Se você respeita animais sencientes e vulneráveis, que normalmente são desconsiderados e objetificados no sistema em que vivemos (como bovinos, suínos, aves e caprinos, entre outros), assim entendendo que eles não merecem morrer, você demonstra uma forma genuína de sensibilidade, de estima pela vida não humana, assim respeitando as diferenças – o que também é reflexo de uma moral que independe de considerações legais.

    Foto: Farm Sanctuary

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  •  194  1  25 June, 2019
  • Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC). No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

Foto: Reuters

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #pintinhos #camara #camaradosdeputados #politica #celiostudart #abate #ovos #industriadeovos #bemestaranimal #brasil
  • Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

    Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

    Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

    Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC). No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

    De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

    A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

    Foto: Reuters

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  •  538  15  25 June, 2019
  • Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC). No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

Foto: Reuters

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #pintinhos #camara #camaradosdeputados #politica #celiostudart #abate #ovos #industriadeovos #bemestaranimal #brasil
  • Protocolado na Câmara dos Deputados na semana passada, um projeto de lei visa proibir o abate de aves em estabelecimentos avícolas por meio de trituração, sufocamento e eletrocussão.

    Ainda que o abate de animais por si só já seja cruel, o autor da proposta, deputado Célio Studart (PV-CE), avalia que esses métodos são mais cruéis.

    Caso o PL 3268/2019 seja aprovado e sancionado, quem não cumprir a lei será multado e os recursos arrecadados serão destinados a campanhas de conscientização sobre bem-estar animal.

    Em abril, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou projeto com proposta semelhante, de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC). No mundo todo, uma das maiores vítimas de trituração, sufocamento e eletrocussão são os pintinhos machos considerados descartáveis pela indústria.

    De acordo com a organização alemã Deutscher Tierschutzbund, até seis bilhões de pintinhos são mortos por ano. Normalmente os animais são moídos ou mortos por meio de dióxido de carbono.

    A justificativa é que esses pintinhos também não interessam à indústria da carne porque não têm a mesma genética dos animais criados com essa finalidade.

    Foto: Reuters

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #aves #pintinhos #camara #camaradosdeputados #politica #celiostudart #abate #ovos #industriadeovos #bemestaranimal #brasil
  •  39  1  25 June, 2019
  • Fofa 💚  Reposted from @davidarioch -  Com 97 anos, Anne Evers Fraser (@anneeversfraser), dos Estados Unidos, defende que não existe idade para promover o veganismo. Depois de se tornar vegana pouco antes do aniversário de 96 anos, e por influência da neta, ela passou a utilizar as mídias sociais com o propósito de mostrar para outras pessoas a importância e os benefícios dessa filosofia de vida.

Na semana passada, ela disse que nunca se sentiu limitada por não consumir nada de origem animal. “Posso comer tantas frutas, verduras, cereais integrais, oleaginosas, sementes e legumes quanto eu quiser.” Segundo Anne, comer é um dos maiores prazeres da vida e desde que se tornou vegana ela experimentou comidas incríveis: “Como eu gostaria de ter conhecido esse estilo de vida mais cedo. Mas antes tarde do que nunca.” Em outra recente publicação, Anne diz que a hora é agora e que não precisamos consumir produtos de origem animal para sobrevivermos e nos sentirmos bem. “Nós fomos enganados por uma mentira e agora a verdade veio à tona. Devemos parar de matar animais. É cruel e desnecessário. Também está destruindo o planeta e nos deixando doentes. Eu não despertei dos horrores da agricultura industrial até meu 96º ano”, publicou.

E acrescentou: “Nunca questionei o consumo de produtos de origem animal. Mas adivinhe? Nunca é tarde para fazer uma mudança. E deixe-me dizer outra coisa, você vai se sentir muito melhor, eu prometo!” Em outra publicação Anne lembra que antes do veganismo ela terminava suas sessões de ioga pedindo para que todos os animais fossem felizes e livres. “Mas eu não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando faço essa oração, isso tem um significado mais profundo pra mim.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #anneeversfraser #vegan #vegana #veganas #veganos #personagens #exemplos #mulheres #veganismo #vivaedeixeviver #liveandletlive - #regrann
  • Fofa 💚 Reposted from @davidarioch - Com 97 anos, Anne Evers Fraser (@anneeversfraser), dos Estados Unidos, defende que não existe idade para promover o veganismo. Depois de se tornar vegana pouco antes do aniversário de 96 anos, e por influência da neta, ela passou a utilizar as mídias sociais com o propósito de mostrar para outras pessoas a importância e os benefícios dessa filosofia de vida.

    Na semana passada, ela disse que nunca se sentiu limitada por não consumir nada de origem animal. “Posso comer tantas frutas, verduras, cereais integrais, oleaginosas, sementes e legumes quanto eu quiser.” Segundo Anne, comer é um dos maiores prazeres da vida e desde que se tornou vegana ela experimentou comidas incríveis: “Como eu gostaria de ter conhecido esse estilo de vida mais cedo. Mas antes tarde do que nunca.” Em outra recente publicação, Anne diz que a hora é agora e que não precisamos consumir produtos de origem animal para sobrevivermos e nos sentirmos bem. “Nós fomos enganados por uma mentira e agora a verdade veio à tona. Devemos parar de matar animais. É cruel e desnecessário. Também está destruindo o planeta e nos deixando doentes. Eu não despertei dos horrores da agricultura industrial até meu 96º ano”, publicou.

    E acrescentou: “Nunca questionei o consumo de produtos de origem animal. Mas adivinhe? Nunca é tarde para fazer uma mudança. E deixe-me dizer outra coisa, você vai se sentir muito melhor, eu prometo!” Em outra publicação Anne lembra que antes do veganismo ela terminava suas sessões de ioga pedindo para que todos os animais fossem felizes e livres. “Mas eu não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando faço essa oração, isso tem um significado mais profundo pra mim.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #anneeversfraser #vegan #vegana #veganas #veganos #personagens #exemplos #mulheres #veganismo #vivaedeixeviver #liveandletlive - #regrann
  •  19  0  25 June, 2019
  • O Paraná será o primeiro estado do Brasil a produzir bioenergia a partir de esgoto e lixo orgânico. A usina deve gerar 2,8 megawatts de eletricidade, o suficiente para começar abastecendo cerca de duas mil residências no Paraná.

O projeto está sendo colocado em prática pela companhia CS Bioenergia, que conseguiu licença do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para a geração de biogás e biofertilizante por meio de matérias-primas obtidas junto às estações de tratamento de esgoto e coleta de lixo.

A estimativa inicial é de aproveitamento de mil metros cúbicos de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #parana #bioenergia #energia #biogas #biofertilizante #tecnologia #futuro #meioambiente #sustentabilidade #lixo #esgoto
  • O Paraná será o primeiro estado do Brasil a produzir bioenergia a partir de esgoto e lixo orgânico. A usina deve gerar 2,8 megawatts de eletricidade, o suficiente para começar abastecendo cerca de duas mil residências no Paraná.

    O projeto está sendo colocado em prática pela companhia CS Bioenergia, que conseguiu licença do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para a geração de biogás e biofertilizante por meio de matérias-primas obtidas junto às estações de tratamento de esgoto e coleta de lixo.

    A estimativa inicial é de aproveitamento de mil metros cúbicos de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #parana #bioenergia #energia #biogas #biofertilizante #tecnologia #futuro #meioambiente #sustentabilidade #lixo #esgoto
  •  467  11  24 June, 2019
  • O Paraná será o primeiro estado do Brasil a produzir bioenergia a partir de esgoto e lixo orgânico. A usina deve gerar 2,8 megawatts de eletricidade, o suficiente para começar abastecendo cerca de duas mil residências no Paraná.

O projeto está sendo colocado em prática pela companhia CS Bioenergia, que conseguiu licença do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para a geração de biogás e biofertilizante por meio de matérias-primas obtidas junto às estações de tratamento de esgoto e coleta de lixo.

A estimativa inicial é de aproveitamento de mil metros cúbicos de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #parana #bioenergia #energia #biogas #biofertilizante #tecnologia #futuro #meioambiente #sustentabilidade #lixo #esgoto
  • O Paraná será o primeiro estado do Brasil a produzir bioenergia a partir de esgoto e lixo orgânico. A usina deve gerar 2,8 megawatts de eletricidade, o suficiente para começar abastecendo cerca de duas mil residências no Paraná.

    O projeto está sendo colocado em prática pela companhia CS Bioenergia, que conseguiu licença do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) para a geração de biogás e biofertilizante por meio de matérias-primas obtidas junto às estações de tratamento de esgoto e coleta de lixo.

    A estimativa inicial é de aproveitamento de mil metros cúbicos de esgoto e 300 toneladas de lixo orgânico dos aterros.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #parana #bioenergia #energia #biogas #biofertilizante #tecnologia #futuro #meioambiente #sustentabilidade #lixo #esgoto
  •  61  1  24 June, 2019
  • Saiu nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União a publicação com registro de mais 42 agrotóxicos liberados para utilização no Brasil. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em média, os produtos estavam na lista de espera para aprovação há quatro anos.

De acordo com o Mapa, com exceção de um, todos os demais agroquímicos são produtos genéricos que já estavam presentes em outros agrotóxicos presentes no mercado. “Já estão prontos para serem usados no controle de pragas na agricultura brasileira”, informa o ministério em referência a 12 dos 42 defensivos agrícolas que tiveram o registro confirmado hoje no Diário Oficial.

A justificativa para a liberação de agrotóxicos genéricos é “o barateamento do preço dos defensivos”, o que segundo o Mapa garante queda no custo de produção e no preço dos alimentos. “A aprovação de novos produtos tem como objetivo disponibilizar novas alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana”, argumenta.

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venância, afirma que a intenção com novos registros é estimular a competitividade: “As aprovações de novos produtos técnicos equivalentes significam que novas fábricas estão autorizadas a fornecer ingredientes ativos para fabricação dos produtos formulados que já estão registrados, possibilitando um aumento na concorrência no fornecimento industrial destas substâncias.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #agricultura #agrotoxicos #agroquimicos #defensivos #alimentacao #meioambiente #comida #alimentos #mapa #brasil
  • Saiu nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União a publicação com registro de mais 42 agrotóxicos liberados para utilização no Brasil. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em média, os produtos estavam na lista de espera para aprovação há quatro anos.

    De acordo com o Mapa, com exceção de um, todos os demais agroquímicos são produtos genéricos que já estavam presentes em outros agrotóxicos presentes no mercado. “Já estão prontos para serem usados no controle de pragas na agricultura brasileira”, informa o ministério em referência a 12 dos 42 defensivos agrícolas que tiveram o registro confirmado hoje no Diário Oficial.

    A justificativa para a liberação de agrotóxicos genéricos é “o barateamento do preço dos defensivos”, o que segundo o Mapa garante queda no custo de produção e no preço dos alimentos. “A aprovação de novos produtos tem como objetivo disponibilizar novas alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana”, argumenta.

    O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venância, afirma que a intenção com novos registros é estimular a competitividade: “As aprovações de novos produtos técnicos equivalentes significam que novas fábricas estão autorizadas a fornecer ingredientes ativos para fabricação dos produtos formulados que já estão registrados, possibilitando um aumento na concorrência no fornecimento industrial destas substâncias.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #agricultura #agrotoxicos #agroquimicos #defensivos #alimentacao #meioambiente #comida #alimentos #mapa #brasil
  •  104  10  24 June, 2019
  • Saiu nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União a publicação com registro de mais 42 agrotóxicos liberados para utilização no Brasil. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em média, os produtos estavam na lista de espera para aprovação há quatro anos.

De acordo com o Mapa, com exceção de um, todos os demais agroquímicos são produtos genéricos que já estavam presentes em outros agrotóxicos presentes no mercado. “Já estão prontos para serem usados no controle de pragas na agricultura brasileira”, informa o ministério em referência a 12 dos 42 defensivos agrícolas que tiveram o registro confirmado hoje no Diário Oficial.

A justificativa para a liberação de agrotóxicos genéricos é “o barateamento do preço dos defensivos”, o que segundo o Mapa garante queda no custo de produção e no preço dos alimentos. “A aprovação de novos produtos tem como objetivo disponibilizar novas alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana”, argumenta.

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venância, afirma que a intenção com novos registros é estimular a competitividade: “As aprovações de novos produtos técnicos equivalentes significam que novas fábricas estão autorizadas a fornecer ingredientes ativos para fabricação dos produtos formulados que já estão registrados, possibilitando um aumento na concorrência no fornecimento industrial destas substâncias.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #agricultura #agrotoxicos #agroquimicos #defensivos #alimentacao #meioambiente #comida #alimentos #mapa #brasil
  • Saiu nesta segunda-feira (24) no Diário Oficial da União a publicação com registro de mais 42 agrotóxicos liberados para utilização no Brasil. Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em média, os produtos estavam na lista de espera para aprovação há quatro anos.

    De acordo com o Mapa, com exceção de um, todos os demais agroquímicos são produtos genéricos que já estavam presentes em outros agrotóxicos presentes no mercado. “Já estão prontos para serem usados no controle de pragas na agricultura brasileira”, informa o ministério em referência a 12 dos 42 defensivos agrícolas que tiveram o registro confirmado hoje no Diário Oficial.

    A justificativa para a liberação de agrotóxicos genéricos é “o barateamento do preço dos defensivos”, o que segundo o Mapa garante queda no custo de produção e no preço dos alimentos. “A aprovação de novos produtos tem como objetivo disponibilizar novas alternativas de controle mais eficientes e com menor impacto ao meio ambiente e à saúde humana”, argumenta.

    O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária, Carlos Venância, afirma que a intenção com novos registros é estimular a competitividade: “As aprovações de novos produtos técnicos equivalentes significam que novas fábricas estão autorizadas a fornecer ingredientes ativos para fabricação dos produtos formulados que já estão registrados, possibilitando um aumento na concorrência no fornecimento industrial destas substâncias.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #agricultura #agrotoxicos #agroquimicos #defensivos #alimentacao #meioambiente #comida #alimentos #mapa #brasil
  •  18  0  24 June, 2019

Top #vegazetabr Posts

  • O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton publicou esta semana em seu Stories no Instagram uma foto de um asno visivelmente cansado puxando uma carroça.

Junto à imagem, o piloto que decidiu se abster do consumo de alimentos de origem animal em 2017, depois de assistir ao documentário “What the Health”, de Kip Andersen e Keegan Kuhn, declarou o seguinte: “Eu só queria poder estar lá para dar a este belo animal um abraço, tirá-lo da dor e levar luz para sua vida. É um mundo tão cruel, como alguém pode fazer essas coisas com outros seres. Me dá muita dor no coração.” Hamilton, que a princípio decidiu cortar alimentos de origem animal da alimentação por uma questão de saúde, começou a criar publicações casuais em defesa dos animais a partir de fevereiro, quando compartilhou com seus seguidores no Instagram uma crítica à matança de baleias na Islândia...GO VEGAN..🌱💚
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MARQUE UM AMIGO É COMPARTILHAR 👊🏼👊🏼👊🏼
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Siga-nos @comunidadevegana .
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#comunidadevegana#vegazetabr #noticias #lewishamilton #formula1 #animais #defesaanimal #direitosanimais #crueldadeanimal #maustratos #govegan
  • O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton publicou esta semana em seu Stories no Instagram uma foto de um asno visivelmente cansado puxando uma carroça.

    Junto à imagem, o piloto que decidiu se abster do consumo de alimentos de origem animal em 2017, depois de assistir ao documentário “What the Health”, de Kip Andersen e Keegan Kuhn, declarou o seguinte: “Eu só queria poder estar lá para dar a este belo animal um abraço, tirá-lo da dor e levar luz para sua vida. É um mundo tão cruel, como alguém pode fazer essas coisas com outros seres. Me dá muita dor no coração.” Hamilton, que a princípio decidiu cortar alimentos de origem animal da alimentação por uma questão de saúde, começou a criar publicações casuais em defesa dos animais a partir de fevereiro, quando compartilhou com seus seguidores no Instagram uma crítica à matança de baleias na Islândia...GO VEGAN..🌱💚
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  •  2,003  41  11 May, 2019
  • Com 97 anos, Anne Evers Fraser (@anneeversfraser), dos Estados Unidos, defende que não existe idade para promover o veganismo. Depois de se tornar vegana pouco antes do aniversário de 96 anos, e por influência da neta, ela passou a utilizar as mídias sociais com o propósito de mostrar para outras pessoas a importância e os benefícios dessa filosofia de vida.

Na semana passada, ela disse que nunca se sentiu limitada por não consumir nada de origem animal. “Posso comer tantas frutas, verduras, cereais integrais, oleaginosas, sementes e legumes quanto eu quiser.” Segundo Anne, comer é um dos maiores prazeres da vida e desde que se tornou vegana ela experimentou comidas incríveis: “Como eu gostaria de ter conhecido esse estilo de vida mais cedo. Mas antes tarde do que nunca.” Em outra recente publicação, Anne diz que a hora é agora e que não precisamos consumir produtos de origem animal para sobrevivermos e nos sentirmos bem. “Nós fomos enganados por uma mentira e agora a verdade veio à tona. Devemos parar de matar animais. É cruel e desnecessário. Também está destruindo o planeta e nos deixando doentes. Eu não despertei dos horrores da agricultura industrial até meu 96º ano”, publicou.

E acrescentou: “Nunca questionei o consumo de produtos de origem animal. Mas adivinhe? Nunca é tarde para fazer uma mudança. E deixe-me dizer outra coisa, você vai se sentir muito melhor, eu prometo!” Em outra publicação Anne lembra que antes do veganismo ela terminava suas sessões de ioga pedindo para que todos os animais fossem felizes e livres. “Mas eu não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando faço essa oração, isso tem um significado mais profundo pra mim.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #anneeversfraser #vegan #vegana #veganas #veganos #personagens #exemplos #mulheres #veganismo #vivaedeixeviver #liveandletlive
  • Com 97 anos, Anne Evers Fraser (@anneeversfraser), dos Estados Unidos, defende que não existe idade para promover o veganismo. Depois de se tornar vegana pouco antes do aniversário de 96 anos, e por influência da neta, ela passou a utilizar as mídias sociais com o propósito de mostrar para outras pessoas a importância e os benefícios dessa filosofia de vida.

    Na semana passada, ela disse que nunca se sentiu limitada por não consumir nada de origem animal. “Posso comer tantas frutas, verduras, cereais integrais, oleaginosas, sementes e legumes quanto eu quiser.” Segundo Anne, comer é um dos maiores prazeres da vida e desde que se tornou vegana ela experimentou comidas incríveis: “Como eu gostaria de ter conhecido esse estilo de vida mais cedo. Mas antes tarde do que nunca.” Em outra recente publicação, Anne diz que a hora é agora e que não precisamos consumir produtos de origem animal para sobrevivermos e nos sentirmos bem. “Nós fomos enganados por uma mentira e agora a verdade veio à tona. Devemos parar de matar animais. É cruel e desnecessário. Também está destruindo o planeta e nos deixando doentes. Eu não despertei dos horrores da agricultura industrial até meu 96º ano”, publicou.

    E acrescentou: “Nunca questionei o consumo de produtos de origem animal. Mas adivinhe? Nunca é tarde para fazer uma mudança. E deixe-me dizer outra coisa, você vai se sentir muito melhor, eu prometo!” Em outra publicação Anne lembra que antes do veganismo ela terminava suas sessões de ioga pedindo para que todos os animais fossem felizes e livres. “Mas eu não contribuía ao consumir produtos de origem animal. Agora, quando faço essa oração, isso tem um significado mais profundo pra mim.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #anneeversfraser #vegan #vegana #veganas #veganos #personagens #exemplos #mulheres #veganismo #vivaedeixeviver #liveandletlive
  •  162  12  24 June, 2019
  • A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan
  • A australiana Natalie Kyriacou, fundadora e diretora-executiva da empresa My Green World (Meu Mundo Verde, em tradução livre para o português), foi finalista do prêmio Jovem Campeão da Terra de 2018, da ONU Meio Ambiente.

    A empreendedora tem uma missão: lembrar as pessoas da conexão intrínseca que elas possuem com a natureza e mostrar como a empatia pela biodiversidade é fundamental para o futuro da vida na Terra.

    Por meio de soluções digitais para a educação infantil, Natalie está comprometida em levar conhecimento, experiências e ferramentas para os jovens, garantindo que meninos e meninas estejam preparados para enfrentar desafios ambientais.

    Com a plataforma Kids Corner, desenvolvida pela sua companhia, a empreendedora disponibiliza conteúdos pedagógicos que abordam noções complexas de biologia e ecologia em materiais adaptados para crianças.

    A My Green World também criou o app World of the Wild (Mundo dos Selvagens, em tradução livre para o português), que ensina conceitos como conservação da vida selvagem e equilíbrio ecossistêmico por meio de um jogo eletrônico para os pequenos.

    Em entrevista à agência das Nações Unidas, Natalie contou o que a inspirou em sua jornada e por que decidiu investir na educação ambiental de crianças. Segundo a desenvolvedora, o índice de extinção de espécies e as consequências da degradação ambiental são importantes demais para que ela os ignore. “Eu reconheci um problema que precisava de uma solução. E foi realmente simples assim." E acrescentou: “Eu comecei a My Green World porque eu senti que os jovens se beneficiariam de uma plataforma que permitisse conectar-se com a conservação da natureza de maneira positiva. Para mim, a educação é o instrumento mais empoderador e efetivo para enfrentar os maiores desafios do planeta.” O aplicativo permite que os usuários criem santuários da vida selvagem e resgatem animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #plataforma #app #aplicativo #meioambiente #protecaoanimal #bemestaranimal #vidaselvagem #preservacaoambiental #sustentabilidade #educacao #educacaoinfantil #australia #govegan
  •  103  2  7 hours ago
  • A indústria de sorvetes sem laticínios deve chegar à marca de US$ 1,2 bilhão em 2025, com taxa de crescimento anual composta de 14,8%, de acordo com pesquisa da Grand View Research divulgada esta semana.

O relatório aponta que a demanda por sorvete sem laticínios deve impulsionar o mercado de sorvetes veganos. O coco é apontado como a fonte de matéria-prima preferida do mercado na atualidade em decorrência de fatores como compatibilidade, fácil disponibilidade e interesse do consumidor. “O coco é uma fonte importante para a produção de sorvetes veganos e representou 37,4% da receita total em 2018”, informa a Grand View Research.

Já o leite de amêndoas é a fonte em maior fase de expansão como consequência da conscientização sobre os benefícios nutricionais das amêndoas – com precisão de taxa de crescimento anual composta de 15,8%. No relatório, que cita o Brasil como um dos mercados promissores, o sorvete de chocolate é citado como o sabor preferido dos consumidores, representando 36% do total comercializado em 2018 no mundo todo, seguido pelo sabor baunilha – que deve ter uma taxa de crescimento anual composta de 14,4% até 2025.

No entanto, algumas partes do mundo têm distintas preferências. Se analisarmos somente a Europa, o sabor predominante já não é chocolate, mas sim limão. Supermercados e hipermercados são os canais preferidos de compras de sorvetes sem laticínios.

Foto: The Vegan 8
#vegazeta #vegazetabr #noticias #sorvete #mercado #produtos #alimentos #semleite #coco #amendoas #govegan
  • A indústria de sorvetes sem laticínios deve chegar à marca de US$ 1,2 bilhão em 2025, com taxa de crescimento anual composta de 14,8%, de acordo com pesquisa da Grand View Research divulgada esta semana.

    O relatório aponta que a demanda por sorvete sem laticínios deve impulsionar o mercado de sorvetes veganos. O coco é apontado como a fonte de matéria-prima preferida do mercado na atualidade em decorrência de fatores como compatibilidade, fácil disponibilidade e interesse do consumidor. “O coco é uma fonte importante para a produção de sorvetes veganos e representou 37,4% da receita total em 2018”, informa a Grand View Research.

    Já o leite de amêndoas é a fonte em maior fase de expansão como consequência da conscientização sobre os benefícios nutricionais das amêndoas – com precisão de taxa de crescimento anual composta de 15,8%. No relatório, que cita o Brasil como um dos mercados promissores, o sorvete de chocolate é citado como o sabor preferido dos consumidores, representando 36% do total comercializado em 2018 no mundo todo, seguido pelo sabor baunilha – que deve ter uma taxa de crescimento anual composta de 14,4% até 2025.

    No entanto, algumas partes do mundo têm distintas preferências. Se analisarmos somente a Europa, o sabor predominante já não é chocolate, mas sim limão. Supermercados e hipermercados são os canais preferidos de compras de sorvetes sem laticínios.

    Foto: The Vegan 8
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #sorvete #mercado #produtos #alimentos #semleite #coco #amendoas #govegan
  •  559  7  22 June, 2019
  • Na semana passada, durante reunião da United For Wildlife, uma coalização formada por seis organizações que atuam em defesa da vida selvagem, o príncipe William foi convidado a comentar sobre o cenário atual do tráfico de animais silvestres.

Diante da plateia, ele declarou que é preciso fazer o possível para colocar traficantes de animais atrás das grades. A discussão girou em torno do comércio de partes de animais silvestres com as mais diversas finalidades.

William, que disse estar engajado na causa, também pediu mais apoio do setor privado para ajudar a combater o tráfico de animais. “Embora tenhamos feito progressos, ainda estamos apenas tocando a superfície”. Ele lembrou também que desde que a coalização foi formalizada 52 investigações foram conduzidas pela United For Wildlife, culminando na prisão de 10 traficantes – o que William ressaltou como positivo.

Polêmica envolvendo caça de aves na Escócia

Em agosto do ano passado, o príncipe William se envolveu em uma polêmica quando ele e a duquesa Kate Middleton, levaram o príncipe George, de cinco anos, para participar de uma caçada de perdizes no Castelo de Balmoral, na Escócia.

A iniciativa gerou repercussão no Reino Unido e dividiu opiniões, considerando que, embora a caça seja considerada pela família real como uma atividade tradicional, a prática transmite para uma criança a ideia de que está tudo bem em matar algumas espécies de animais, mesmo que elas não representem qualquer ameaça.

Além dos pais, o garoto também estava em companhia da Rainha Elizabeth, do príncipe Charles e de outros membros da família real.

Segundo uma pesquisa encomendada pela League Against Cruel Sports e pela Animal Aid, 69% dos britânicos são contra a caça esportiva de aves, que em período de temporada culmina na morte diária de mais de 100 mil animais.

A prática, considerada cruel e desnecessária, estimula a criação anual de mais de 35 milhões de faisões e perdizes. Muitos desses animais são soltos na natureza para serem mortos por “esporte”. #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #animaissilvestres #vidaselvagem #wildlife  #traficodeanimais #principewilliam #princewilliam #unitedforwildlife
  • Na semana passada, durante reunião da United For Wildlife, uma coalização formada por seis organizações que atuam em defesa da vida selvagem, o príncipe William foi convidado a comentar sobre o cenário atual do tráfico de animais silvestres.

    Diante da plateia, ele declarou que é preciso fazer o possível para colocar traficantes de animais atrás das grades. A discussão girou em torno do comércio de partes de animais silvestres com as mais diversas finalidades.

    William, que disse estar engajado na causa, também pediu mais apoio do setor privado para ajudar a combater o tráfico de animais. “Embora tenhamos feito progressos, ainda estamos apenas tocando a superfície”. Ele lembrou também que desde que a coalização foi formalizada 52 investigações foram conduzidas pela United For Wildlife, culminando na prisão de 10 traficantes – o que William ressaltou como positivo.

    Polêmica envolvendo caça de aves na Escócia

    Em agosto do ano passado, o príncipe William se envolveu em uma polêmica quando ele e a duquesa Kate Middleton, levaram o príncipe George, de cinco anos, para participar de uma caçada de perdizes no Castelo de Balmoral, na Escócia.

    A iniciativa gerou repercussão no Reino Unido e dividiu opiniões, considerando que, embora a caça seja considerada pela família real como uma atividade tradicional, a prática transmite para uma criança a ideia de que está tudo bem em matar algumas espécies de animais, mesmo que elas não representem qualquer ameaça.

    Além dos pais, o garoto também estava em companhia da Rainha Elizabeth, do príncipe Charles e de outros membros da família real.

    Segundo uma pesquisa encomendada pela League Against Cruel Sports e pela Animal Aid, 69% dos britânicos são contra a caça esportiva de aves, que em período de temporada culmina na morte diária de mais de 100 mil animais.

    A prática, considerada cruel e desnecessária, estimula a criação anual de mais de 35 milhões de faisões e perdizes. Muitos desses animais são soltos na natureza para serem mortos por “esporte”. #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #animaissilvestres #vidaselvagem #wildlife #traficodeanimais #principewilliam #princewilliam #unitedforwildlife
  •  668  7  21 May, 2019
  • Acusados de mais de 55 crimes praticados contra rinocerontes entre 2013 e 2016, os caçadores Forget Ndlovu, Jabulani Ndlovu e Sikhumbuzo Ndlovu foram condenados recentemente a 25 anos de prisão, de acordo com publicação do Eyewitness News, de Joanesburgo, na África do Sul.

Com os caçadores, os policiais encontraram um chifre de rinoceronte avaliado em valor equivalente a mais de 312 mil reais, além de um rifle com dardo tranquilizante e dois carros alugados. No momento da detenção, a polícia já havia ligado os suspeitos a dez ações de caça furtiva no Cabo Oriental, Mpumalanga e KwaZulu-Natal.

O juiz justificou que considerou todas as possibilidades para coibir esse tipo de ação, e ao determinar que todas as sentenças sejam cumpridas simultaneamente, ele garantiu 25 anos de prisão para cada um dos três homens.

Valorização comercial mantém rinoceronte na mira dos caçadores

Atualmente, cada chifre de rinoceronte vale de 100 a 300 mil dólares, segundo informações da organização Activists for Animals Africa (AAA). A valorização comercial é vista com preocupação porque aproxima algumas espécies da extinção.

O último rinoceronte-negro do oeste, por exemplo, foi extinto em 2011, assim como uma subespécie do rinoceronte javanês no Vietnã. Independente de espécie, o rinoceronte é um dos animais mais visados por caçadores e traficantes no continente africano.

Segundo a organização World Wide Fund for Nature (WWF), embora os rinocerontes-brancos do sul da África estejam protegidos em santuários, restam apenas três remanescentes dos rinocerontes-brancos do norte, e esses são mantidos sob guarda no Ol Pejeta Conservancy, em Nanyuki, no Quênia.

Hoje em dia, a violência contra os rinocerontes não acontece mais “à moda antiga”. Redes de crime organizado envolvidas na matança de rinocerontes contam com helicópteros, equipamentos de visão noturna, tranquilizantes veterinários e silenciadores.

Foto: Spaps
#vegazeta #vegazetabr #noticias #africa #africadosul #southafrica #grahamstown #cacadores #poachers #poaching #rinocerontes #rhinos #justica
  • Acusados de mais de 55 crimes praticados contra rinocerontes entre 2013 e 2016, os caçadores Forget Ndlovu, Jabulani Ndlovu e Sikhumbuzo Ndlovu foram condenados recentemente a 25 anos de prisão, de acordo com publicação do Eyewitness News, de Joanesburgo, na África do Sul.

    Com os caçadores, os policiais encontraram um chifre de rinoceronte avaliado em valor equivalente a mais de 312 mil reais, além de um rifle com dardo tranquilizante e dois carros alugados. No momento da detenção, a polícia já havia ligado os suspeitos a dez ações de caça furtiva no Cabo Oriental, Mpumalanga e KwaZulu-Natal.

    O juiz justificou que considerou todas as possibilidades para coibir esse tipo de ação, e ao determinar que todas as sentenças sejam cumpridas simultaneamente, ele garantiu 25 anos de prisão para cada um dos três homens.

    Valorização comercial mantém rinoceronte na mira dos caçadores

    Atualmente, cada chifre de rinoceronte vale de 100 a 300 mil dólares, segundo informações da organização Activists for Animals Africa (AAA). A valorização comercial é vista com preocupação porque aproxima algumas espécies da extinção.

    O último rinoceronte-negro do oeste, por exemplo, foi extinto em 2011, assim como uma subespécie do rinoceronte javanês no Vietnã. Independente de espécie, o rinoceronte é um dos animais mais visados por caçadores e traficantes no continente africano.

    Segundo a organização World Wide Fund for Nature (WWF), embora os rinocerontes-brancos do sul da África estejam protegidos em santuários, restam apenas três remanescentes dos rinocerontes-brancos do norte, e esses são mantidos sob guarda no Ol Pejeta Conservancy, em Nanyuki, no Quênia.

    Hoje em dia, a violência contra os rinocerontes não acontece mais “à moda antiga”. Redes de crime organizado envolvidas na matança de rinocerontes contam com helicópteros, equipamentos de visão noturna, tranquilizantes veterinários e silenciadores.

    Foto: Spaps
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #africa #africadosul #southafrica #grahamstown #cacadores #poachers #poaching #rinocerontes #rhinos #justica
  •  944  28  14 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr  #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  • Por @davidarioch
    Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

    No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

    Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

    Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

    O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

    Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

    Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  •  512  8  15 June, 2019
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #produtos #mercado #nuggets #plantbased #seattlefoodtech #seattle #wa #futuro #proteina #protein #govegan
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

    A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #produtos #mercado #nuggets #plantbased #seattlefoodtech #seattle #wa #futuro #proteina #protein #govegan
  •  591  9  14 June, 2019
  • Por @davidarioch 
O artista britânico Andrew Tilsley reconhece que suas inspirações vêm das maravilhas da natureza e da exploração dos relacionamentos desconcertantes que as pessoas têm com outros animais. E foi com base nessa percepção que ele começou a explorar a inversão de papéis na nossa relação com seres não humanos.

Testes em animais, caça, uso de peles e consumo de carne são abordados no trabalho do artista, e com viés sardônico e revanchista – que evoca uma justiça baseada na contumácia da experiência compartilhada.

Afinal, e se fôssemos nós no lugar dos animais? Como nos sentiríamos? Será que seríamos capazes de analisar mais cuidadosamente o valor das vidas não humanas que condicionamos, subjugamos e obliteramos? São esses questionamentos que o trabalho de Tilsley desperta.

A intenção é chocar o público, até porque o artista assume a função de provocar quem não vê os animais como sujeitos de direitos, como se o papel das demais espécies fossem nos servir. O uso das cores dá uma tônica espetaculosa de visceralização de uma realidade reversa.

E a expressão corriqueira e apática dos personagens não humanos transparece um retrato humano da naturalização e não rejeição às atrocidades que cometemos contra os animais por simples e confortável conveniência. E tudo é criado sob uma inspiração combinante de raiva e beleza – o que Andrew também admite, assim como sua consideração de que os animais são seres autônomos e sensíveis, embora fascinantemente diferentes de nós.

O artista também é biólogo e explica como é transitar pela ciência e pela defesa dos animais: “Para mim, não há inconsistência em ser um biólogo e um defensor dos direitos animais. De fato, eu diria que, se a primeira [função] é praticada integralmente e corretamente, a outra [função] deve seguir [por esse caminho] automaticamente.” Saiba Mais

Com quatro anos, Andrew Tilsley aprendeu sobre a classificação dos animais de acordo com a alimentação e decidiu ser um herbívoro – então abdicou do consumo de carne. Mais tarde, em 1994, fez a transição para o veganismo.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #arte #art #artevegana #veganart #andrewtilsley #vegan #vegano #govegan #reinounido #uk
  • Por @davidarioch
    O artista britânico Andrew Tilsley reconhece que suas inspirações vêm das maravilhas da natureza e da exploração dos relacionamentos desconcertantes que as pessoas têm com outros animais. E foi com base nessa percepção que ele começou a explorar a inversão de papéis na nossa relação com seres não humanos.

    Testes em animais, caça, uso de peles e consumo de carne são abordados no trabalho do artista, e com viés sardônico e revanchista – que evoca uma justiça baseada na contumácia da experiência compartilhada.

    Afinal, e se fôssemos nós no lugar dos animais? Como nos sentiríamos? Será que seríamos capazes de analisar mais cuidadosamente o valor das vidas não humanas que condicionamos, subjugamos e obliteramos? São esses questionamentos que o trabalho de Tilsley desperta.

    A intenção é chocar o público, até porque o artista assume a função de provocar quem não vê os animais como sujeitos de direitos, como se o papel das demais espécies fossem nos servir. O uso das cores dá uma tônica espetaculosa de visceralização de uma realidade reversa.

    E a expressão corriqueira e apática dos personagens não humanos transparece um retrato humano da naturalização e não rejeição às atrocidades que cometemos contra os animais por simples e confortável conveniência. E tudo é criado sob uma inspiração combinante de raiva e beleza – o que Andrew também admite, assim como sua consideração de que os animais são seres autônomos e sensíveis, embora fascinantemente diferentes de nós.

    O artista também é biólogo e explica como é transitar pela ciência e pela defesa dos animais: “Para mim, não há inconsistência em ser um biólogo e um defensor dos direitos animais. De fato, eu diria que, se a primeira [função] é praticada integralmente e corretamente, a outra [função] deve seguir [por esse caminho] automaticamente.” Saiba Mais

    Com quatro anos, Andrew Tilsley aprendeu sobre a classificação dos animais de acordo com a alimentação e decidiu ser um herbívoro – então abdicou do consumo de carne. Mais tarde, em 1994, fez a transição para o veganismo.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #arte #art #artevegana #veganart #andrewtilsley #vegan #vegano #govegan #reinounido #uk
  •  616  1  12 June, 2019