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  • Holanda sendo Holanda.. 👏🏻👏🏻👏🏻 morro d pena dessas e outras raças d cães d focinho curto.
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 from @vegazetabr -  De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #caes #pug #pugs #saude #holanda #netherlands #bemestaranimal - #regrann
  • Holanda sendo Holanda.. 👏🏻👏🏻👏🏻 morro d pena dessas e outras raças d cães d focinho curto.
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    from @vegazetabr - De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

    A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

    A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

    Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

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  •  9  0  17 hours ago
  • No último dia 12, ativistas chineses resgataram 62 cães que seriam abatidos e consumidos no Festival de Lichia e Carne de Cachorro de Yulin, na província de Guangxi, que começa no dia 21. As imagens do resgate foram encaminhadas para a organização Humane Society International. No entanto, os ativistas disseram que preferem continuar no anonimato.

Os cães foram encontrados desidratados e subnutridos, revelando indícios de infecções e outras enfermidades. O que também chamou a atenção é que alguns cães são de pequenas raças normalmente criadas como animais domésticos no país, e estavam usando coleiras.

Há inclusive uma especulação de que a maioria dos cães e gatos mortos para o Festival de Yulin são animais levados de quintais ou encontrados nas ruas. “Eles são amontoados em gaiolas de arame e transportados por horas ou até mesmo dias pelo país até chegarem ao matadouro onde serão espancados até a morte”, informa a HSI.

Um dos ativistas que participou do resgate disse que estava tão quente no matadouro de onde retiraram os animais que muitos deles ofegavam sem parar. “Os carregamos rapidamente no caminhão para levá-los ao abrigo temporário para receberem atendimento veterinário emergencial”, disse um dos participantes.

E acrescentou: “Queremos que o mundo veja os horrores do comércio de carne de cachorro na China. Mas, por favor, não perca seu fôlego chamando o consumo de carne de cachorro de tradição chinesa. Não é nossa cultura roubar animais de estimação ou comer cachorros.” Ao contrário do que muita gente pensa, o festival não é um evento tradicional no país. Na realidade, é bem recente, já que surgiu em 2010 e por iniciativa de vendedores de carne de cachorro que não estavam lucrando bem com a atividade.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #festival #yulin #dogmeat #cachorro #china #resgate #hsi #ativismo #ativistas #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal
  • No último dia 12, ativistas chineses resgataram 62 cães que seriam abatidos e consumidos no Festival de Lichia e Carne de Cachorro de Yulin, na província de Guangxi, que começa no dia 21. As imagens do resgate foram encaminhadas para a organização Humane Society International. No entanto, os ativistas disseram que preferem continuar no anonimato.

    Os cães foram encontrados desidratados e subnutridos, revelando indícios de infecções e outras enfermidades. O que também chamou a atenção é que alguns cães são de pequenas raças normalmente criadas como animais domésticos no país, e estavam usando coleiras.

    Há inclusive uma especulação de que a maioria dos cães e gatos mortos para o Festival de Yulin são animais levados de quintais ou encontrados nas ruas. “Eles são amontoados em gaiolas de arame e transportados por horas ou até mesmo dias pelo país até chegarem ao matadouro onde serão espancados até a morte”, informa a HSI.

    Um dos ativistas que participou do resgate disse que estava tão quente no matadouro de onde retiraram os animais que muitos deles ofegavam sem parar. “Os carregamos rapidamente no caminhão para levá-los ao abrigo temporário para receberem atendimento veterinário emergencial”, disse um dos participantes.

    E acrescentou: “Queremos que o mundo veja os horrores do comércio de carne de cachorro na China. Mas, por favor, não perca seu fôlego chamando o consumo de carne de cachorro de tradição chinesa. Não é nossa cultura roubar animais de estimação ou comer cachorros.” Ao contrário do que muita gente pensa, o festival não é um evento tradicional no país. Na realidade, é bem recente, já que surgiu em 2010 e por iniciativa de vendedores de carne de cachorro que não estavam lucrando bem com a atividade.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #festival #yulin #dogmeat #cachorro #china #resgate #hsi #ativismo #ativistas #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal
  •  353  10  18 hours ago
  • Em uma mensagem em vídeo divulgada para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, marcado nesta segunda-feira (17), o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil.

Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano. “Desertificação, degradação da terra e seca são grandes ameaças que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, particularmente mulheres e crianças”, apontou Guterres.

Ele disse que é hora de mudar urgentemente essas tendências, acrescentando que proteger e restaurar a terra pode “reduzir a migração forçada, melhorar a segurança alimentar e estimular o crescimento econômico”, bem como ajudar a resolver a “emergência climática global”. A data, que busca ampliar a conscientização sobre os esforços internacionais de combate à desertificação, foi estabelecido há 25 anos, com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), o único acordo internacional vinculante sobre meio ambiente, desenvolvimento e gestão sustentável da terra.

Sob o lema “Vamos fazer o futuro crescer juntos”, o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca deste ano se concentra em três questões-chave relacionadas à terra: seca, segurança humana e clima.

A previsão é de que em 2025 dois terços do mundo estarão vivendo em condições de escassez de água – com a demanda ultrapassando a oferta em determinados períodos – com 1,8 bilhão de pessoas sofrendo escassez absoluta de água.

A migração deve aumentar como resultado da desertificação, impondo deslocamento aproximado de 135 milhões de pessoas até 2045.

Restaurar o solo de terras degradadas, no entanto, pode ser uma arma importante na luta contra a crise climática. Com o setor de uso da terra representando quase 25% do total de emissões globais, a restauração de terras degradadas tem o potencial de armazenar até três milhões de toneladas de carbono anualmente.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #desertificacao #seca #estiagem #degradacaoambiental #solo #terra #planeta #futuro #agua #mudancasclimaticas #climatechange
  • Em uma mensagem em vídeo divulgada para o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca, marcado nesta segunda-feira (17), o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que o mundo perde anualmente 24 bilhões de toneladas de terra fértil.

    Além disso, a degradação da qualidade do solo é responsável por uma redução do produto interno bruto (PIB) de até 8% ao ano. “Desertificação, degradação da terra e seca são grandes ameaças que afetam milhões de pessoas em todo o mundo, particularmente mulheres e crianças”, apontou Guterres.

    Ele disse que é hora de mudar urgentemente essas tendências, acrescentando que proteger e restaurar a terra pode “reduzir a migração forçada, melhorar a segurança alimentar e estimular o crescimento econômico”, bem como ajudar a resolver a “emergência climática global”. A data, que busca ampliar a conscientização sobre os esforços internacionais de combate à desertificação, foi estabelecido há 25 anos, com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), o único acordo internacional vinculante sobre meio ambiente, desenvolvimento e gestão sustentável da terra.

    Sob o lema “Vamos fazer o futuro crescer juntos”, o Dia Mundial de Combate à Desertificação e à Seca deste ano se concentra em três questões-chave relacionadas à terra: seca, segurança humana e clima.

    A previsão é de que em 2025 dois terços do mundo estarão vivendo em condições de escassez de água – com a demanda ultrapassando a oferta em determinados períodos – com 1,8 bilhão de pessoas sofrendo escassez absoluta de água.

    A migração deve aumentar como resultado da desertificação, impondo deslocamento aproximado de 135 milhões de pessoas até 2045.

    Restaurar o solo de terras degradadas, no entanto, pode ser uma arma importante na luta contra a crise climática. Com o setor de uso da terra representando quase 25% do total de emissões globais, a restauração de terras degradadas tem o potencial de armazenar até três milhões de toneladas de carbono anualmente.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #meioambiente #desertificacao #seca #estiagem #degradacaoambiental #solo #terra #planeta #futuro #agua #mudancasclimaticas #climatechange
  •  149  1  18 hours ago
  • from @davidarioch -  De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #caes #pug #pugs #saude #holanda #netherlands #bemestaranimal - #regrann
  • from @davidarioch - De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

    A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

    A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

    Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

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  •  13  0  19 hours ago
  • De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #caes #pug #pugs #saude #holanda #netherlands #bemestaranimal
  • De acordo com informações da Animal’s Health e do Vet Times, o governo holandês vai cobrar a partir deste ano o cumprimento de uma lei que proíbe a criação de 20 raças de cães com focinhos muitos curtos, entre eles o popular pug.

    A justificativa é que animais que possuem focinho com comprimento inferior a um terço do crânio desenvolvem facilmente problemas respiratórios e cardíacos. Categorizados como braquicefálicos, cães como pugs são criados para terem um maxilar inferior normal e um maxilar superior recuado.

    A consequência dessa predileção estética é que eles nascem com estenose, ou seja, narinas muito estreitas; além de hipoplasia traqueal, palato mole solto na garganta e problemas oculares. Também sofrem de hipertermia e têm maior facilidade de desenvolvimento de doenças periodontais em decorrência do estreitamento dos dentes.

    Na Holanda, a lei que proíbe a criação de cães braquicefálicos como pugs, buldogues ingleses e franceses existe desde 2014, mas somente agora o governo vai começar a exigir que a legislação seja cumprida.

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  •  723  21  19 hours ago
  • No último dia 9, membros da icônica banda britânica de heavy metal Judas Priest estavam excursionando por Saskatchewan, no Canadá, quando decidiram visitar o abrigo de animais da organização Lucky Paws em Regina e promover a adoção em vez da compra de cães.

Na ocasião, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e os guitarristas Richie Faulkner e Andy Sneap conheceram os caninos Lemmy, Judas, Scotia e Lita e tiraram fotos para reforçar a importância da adoção responsável de animais, segundo informações do portal Metal Insider. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #judaspriest #metal #heavymetal #dogs #luckypaws #canada #saskatchewan #regina #adocao
  • No último dia 9, membros da icônica banda britânica de heavy metal Judas Priest estavam excursionando por Saskatchewan, no Canadá, quando decidiram visitar o abrigo de animais da organização Lucky Paws em Regina e promover a adoção em vez da compra de cães.

    Na ocasião, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e os guitarristas Richie Faulkner e Andy Sneap conheceram os caninos Lemmy, Judas, Scotia e Lita e tiraram fotos para reforçar a importância da adoção responsável de animais, segundo informações do portal Metal Insider.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #judaspriest #metal #heavymetal #dogs #luckypaws #canada #saskatchewan #regina #adocao
  •  228  4  19 hours ago
  • Amanhã, a partir das 14h, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai discutir no Plenário 8 da Câmara dos Deputados a norma Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permite o uso de cães e armas brancas na caça de javalis.

Contrário à medida e responsável pela audiência pública desta terça-feira, o deputado Ricardo Izar (PP) sustenta que a liberação da prática de caça com fins de controle populacional do javali só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e discussão pública.

Além de permitir o uso cães, armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, a Instrução Normativa Nº 12/2019 cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf), que dispensa entrega de relatórios de manejo nas unidades do órgão. Tudo é informado eletronicamente pelos caçadores.

Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo. Por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 137/2019, ele argumenta que a caça de javalis já é um método de abate cruel, que causa muito sofrimento aos animais, já que os tiros desferidos contra os javalis, em sua maioria, não levam à morte imediata do animal. Sendo assim, eles sangram muito e agonizam antes de falecer. “Cães são muito utilizados para perseguir os javalis, e frequentemente se ferem de maneira grave, podendo mesmo até perecer durante a caçada. O abate dos javalis é comumente feito com arma branca, empregando-se bastante violência, desferindo golpes em animal ainda consciente”, aponta Studart.

E acrescenta: “O Parlamente brasileiro não pode ser conivente com prática tão desumana como essa, e deve sustar as normas do Poder Executivo que extrapolem seu poder regulamentar, conforme mandamento constitucional.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #animais #bemestaranimal #camara #camaradosdeputados #javalis #caes #ricardoizar #celiostudart #brasil
  • Amanhã, a partir das 14h, a Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável vai discutir no Plenário 8 da Câmara dos Deputados a norma Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que permite o uso de cães e armas brancas na caça de javalis.

    Contrário à medida e responsável pela audiência pública desta terça-feira, o deputado Ricardo Izar (PP) sustenta que a liberação da prática de caça com fins de controle populacional do javali só poderia ser considerada ante extensa fundamentação científica e discussão pública.

    Além de permitir o uso cães, armas brancas e armadilhas do tipo jaula e curral, a Instrução Normativa Nº 12/2019 cria o Sistema de Informação de Manejo de Fauna (Simaf), que dispensa entrega de relatórios de manejo nas unidades do órgão. Tudo é informado eletronicamente pelos caçadores.

    Uma proposta do deputado Célio Studart (PV-CE) quer a sustação da norma estabelecida pelo poder Executivo. Por meio do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 137/2019, ele argumenta que a caça de javalis já é um método de abate cruel, que causa muito sofrimento aos animais, já que os tiros desferidos contra os javalis, em sua maioria, não levam à morte imediata do animal. Sendo assim, eles sangram muito e agonizam antes de falecer. “Cães são muito utilizados para perseguir os javalis, e frequentemente se ferem de maneira grave, podendo mesmo até perecer durante a caçada. O abate dos javalis é comumente feito com arma branca, empregando-se bastante violência, desferindo golpes em animal ainda consciente”, aponta Studart.

    E acrescenta: “O Parlamente brasileiro não pode ser conivente com prática tão desumana como essa, e deve sustar as normas do Poder Executivo que extrapolem seu poder regulamentar, conforme mandamento constitucional.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #animais #bemestaranimal #camara #camaradosdeputados #javalis #caes #ricardoizar #celiostudart #brasil
  •  101  1  21 hours ago
  • Na sexta-feira, durante encontro do “Diálogos do Vaticano” voltado à discussão sobre fontes de energia e o futuro do planeta, o papa Francisco recebeu executivos de multinacionais, incluindo empresas petrolíferas, e disse que a crise ecológica, especialmente as mudanças climáticas, são uma grande ameaça ao futuro.

O papa lembrou que no ano passado o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas advertiu que os efeitos serão catastróficos se ações mais enérgicas não forem tomadas: “Devemos agir de acordo, a fim de evitar perpetrar um ato brutal de injustiça para com os pobres e as futuras gerações. São os pobres que sofrem os piores impactos da crise climática.” Segundo o Vatican News, o pontífice observou que uma transição justa para uma energia mais limpa, que é exigida no preâmbulo do Acordo de Paris, pode, se bem gerida, gerar novos empregos, reduzir a desigualdade e melhorar a qualidade de vida das pessoas mais afetadas pelas mudanças climáticas.

Ele declarou que “o tempo está se esgotando e que é preciso ir além da mera consideração do que pode ser feito e se concentrar no que precisa ser feito.” E concluiu dizendo que a crise climática exige nossa ação decisiva, aqui e agora e que a Igreja Católica está totalmente comprometida em fazer sua parte. “Ainda há esperança e resta tempo para evitar os piores impactos da mudança climática, desde que haja uma ação rápida e resoluta…” #vegazeta #vegazetabr #noticias #papa #papafrancisco #popefrancis #igrejacatolica #meioambiente #mudancasclimaticas #climatechange #futuro #vaticano #mundo
  • Na sexta-feira, durante encontro do “Diálogos do Vaticano” voltado à discussão sobre fontes de energia e o futuro do planeta, o papa Francisco recebeu executivos de multinacionais, incluindo empresas petrolíferas, e disse que a crise ecológica, especialmente as mudanças climáticas, são uma grande ameaça ao futuro.

    O papa lembrou que no ano passado o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas advertiu que os efeitos serão catastróficos se ações mais enérgicas não forem tomadas: “Devemos agir de acordo, a fim de evitar perpetrar um ato brutal de injustiça para com os pobres e as futuras gerações. São os pobres que sofrem os piores impactos da crise climática.” Segundo o Vatican News, o pontífice observou que uma transição justa para uma energia mais limpa, que é exigida no preâmbulo do Acordo de Paris, pode, se bem gerida, gerar novos empregos, reduzir a desigualdade e melhorar a qualidade de vida das pessoas mais afetadas pelas mudanças climáticas.

    Ele declarou que “o tempo está se esgotando e que é preciso ir além da mera consideração do que pode ser feito e se concentrar no que precisa ser feito.” E concluiu dizendo que a crise climática exige nossa ação decisiva, aqui e agora e que a Igreja Católica está totalmente comprometida em fazer sua parte. “Ainda há esperança e resta tempo para evitar os piores impactos da mudança climática, desde que haja uma ação rápida e resoluta…” #vegazeta #vegazetabr #noticias #papa #papafrancisco #popefrancis #igrejacatolica #meioambiente #mudancasclimaticas #climatechange #futuro #vaticano #mundo
  •  256  11  22 hours ago
  • Na semana passada, durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados, Padre João (PT-MG) defendeu menos agrotóxicos e mais agroecologia na produção de alimentos no Brasil.

O deputado disse que o país é o campeão mundial no uso de agrotóxicos e que algo deve ser feito com urgência para reverter esse quadro. “O veneno não está só no alimento. Ele contamina as águas, os rios e o lençol freático. Os dados são alarmantes. Comemos veneno, bebemos veneno e respiramos veneno”, criticou.

E acrescentou: “Temos que mudar nosso jeito de produzir, respeitando o meio ambiente, as águas e as florestas. Chega de veneno. Temos que ter uma cultura diversificada, agroecológica e orgânica. É mais saúde e vida para todos.” Representando a Associação Brasileira de Agroecologia, Murilo Mendonça classificou como alarmante os resultados apresentados pelo estudo “Por Trás do Alimento”, concluído e divulgado em abril pelas organizações Agência Pública, Repórter Brasil e Public Eye, que apontou que foram encontrados resíduos de agrotóxicos na água consumida por moradores de 1,3 mil cidades brasileiras, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro.

Entre os agroquímicos mais agressivos e criticados durante a audiência está o glifosato, com índice de uso cinco mil vezes maior do que o permitido. Também houve comparação entre o crescimento de novas marcas de agrotóxicos circulando no mercado nacional. Só este ano e até a metade de abril, o número de registros de marcas de agrotóxicos no Brasil já subiu para 97.

De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o país tem hoje 2.263 agrotóxicos no mercado e que somam uso anual superior a 500 mil toneladas. Este ano o órgão deve iniciar um novo programa de análises, incluindo também amostras de origem animal.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #politica  #camara #camaradosdeputados #agricultura #agrotoxicos #brasil #dep_padrejoao #alimentos #consumo #comida #meioambiente
  • Na semana passada, durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias na Câmara dos Deputados, Padre João (PT-MG) defendeu menos agrotóxicos e mais agroecologia na produção de alimentos no Brasil.

    O deputado disse que o país é o campeão mundial no uso de agrotóxicos e que algo deve ser feito com urgência para reverter esse quadro. “O veneno não está só no alimento. Ele contamina as águas, os rios e o lençol freático. Os dados são alarmantes. Comemos veneno, bebemos veneno e respiramos veneno”, criticou.

    E acrescentou: “Temos que mudar nosso jeito de produzir, respeitando o meio ambiente, as águas e as florestas. Chega de veneno. Temos que ter uma cultura diversificada, agroecológica e orgânica. É mais saúde e vida para todos.” Representando a Associação Brasileira de Agroecologia, Murilo Mendonça classificou como alarmante os resultados apresentados pelo estudo “Por Trás do Alimento”, concluído e divulgado em abril pelas organizações Agência Pública, Repórter Brasil e Public Eye, que apontou que foram encontrados resíduos de agrotóxicos na água consumida por moradores de 1,3 mil cidades brasileiras, incluindo São Paulo e Rio de Janeiro.

    Entre os agroquímicos mais agressivos e criticados durante a audiência está o glifosato, com índice de uso cinco mil vezes maior do que o permitido. Também houve comparação entre o crescimento de novas marcas de agrotóxicos circulando no mercado nacional. Só este ano e até a metade de abril, o número de registros de marcas de agrotóxicos no Brasil já subiu para 97.

    De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o país tem hoje 2.263 agrotóxicos no mercado e que somam uso anual superior a 500 mil toneladas. Este ano o órgão deve iniciar um novo programa de análises, incluindo também amostras de origem animal.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #politica #camara #camaradosdeputados #agricultura #agrotoxicos #brasil #dep_padrejoao #alimentos #consumo #comida #meioambiente
  •  133  1  23 hours ago
  • Os cineastas James Cameron e Peter Jackson decidiram se unir para abrir uma fábrica de alternativas à carne e aos laticínios na Nova Zelândia. Em entrevista ao TVNZ, Cameron, que possui mais de mil hectares de terras agrícolas no país, disse ontem que ele e Jackson querem desenvolver alimentos à base de vegetais.

O cineasta defendeu também que quer o fim da criação de gado no país para mitigar os problemas ambientais: “O que vemos é que os rios e os lagos estão extremamente poluídos aqui. A Nova Zelândia não está vivendo sua própria imagem agora – nem a imagem que projeta para o mundo.” Ele enfatizou que precisamos de uma boa transição para um mundo sem carne ou já relativamente sem carne em 20 ou 30 anos. A empresa fundada por James Cameron, sua companheira Suzy Amis, Peter Jackson e Dame Fran Walsh foi nominada como PBT New Zealand.

Sobre os primeiros resultados do trabalho com a fábrica, ele disse: “Ainda é cedo. Nós temos uma equipe muito pequena e estamos basicamente em uma fase de pesquisa agora. Temos procurado maneiras de tornar mais eficiente a extração de proteína da alfafa.” Vivendo na Nova Zelândia atualmente, o cineasta defendeu que acredita que o país pode se tornar um importante centro de desenvolvimento de alimentos à base de plantas.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #jamescameron #peterjackson #mercado #alimentos #produtos #plantbased #vegetais #sustentabilidade #meioambiente #novazelandia #newzealand #futuro #govegan
  • Os cineastas James Cameron e Peter Jackson decidiram se unir para abrir uma fábrica de alternativas à carne e aos laticínios na Nova Zelândia. Em entrevista ao TVNZ, Cameron, que possui mais de mil hectares de terras agrícolas no país, disse ontem que ele e Jackson querem desenvolver alimentos à base de vegetais.

    O cineasta defendeu também que quer o fim da criação de gado no país para mitigar os problemas ambientais: “O que vemos é que os rios e os lagos estão extremamente poluídos aqui. A Nova Zelândia não está vivendo sua própria imagem agora – nem a imagem que projeta para o mundo.” Ele enfatizou que precisamos de uma boa transição para um mundo sem carne ou já relativamente sem carne em 20 ou 30 anos. A empresa fundada por James Cameron, sua companheira Suzy Amis, Peter Jackson e Dame Fran Walsh foi nominada como PBT New Zealand.

    Sobre os primeiros resultados do trabalho com a fábrica, ele disse: “Ainda é cedo. Nós temos uma equipe muito pequena e estamos basicamente em uma fase de pesquisa agora. Temos procurado maneiras de tornar mais eficiente a extração de proteína da alfafa.” Vivendo na Nova Zelândia atualmente, o cineasta defendeu que acredita que o país pode se tornar um importante centro de desenvolvimento de alimentos à base de plantas.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #jamescameron #peterjackson #mercado #alimentos #produtos #plantbased #vegetais #sustentabilidade #meioambiente #novazelandia #newzealand #futuro #govegan
  •  155  0  17 June, 2019
  • #Repost @vegazetabr
・・・
Mais de 80% do desmatamento ocorrido no Brasil no período de 1990 a 2005 está associado à conversão de terras em pastagens, segundo o relatório “O estado das florestas no mundo”, da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Nesse período, a participação da formação de pastagens no desflorestamento é maior no Brasil do que em países como Argentina, Bolívia, Paraguai, Venezuela, Colômbia e Peru.

Segundo a FAO, além das pastagens, o cultivo comercial foi responsável por 10% do desmatamento, enquanto outras formas de exploração da terra, como o cultivo em pequena escala, agricultura mista e infraestrutura responderam juntas pelos outros 10%. Analisando os sete países, o estudo revela que 71% do desmatamento ocorreu como consequência do aumento da demanda por pastos, enquanto que 14% devido aos cultivos comerciais e menos de 2% em consequência da infraestrutura e expansão urbana.

O aumento das pastagens para produção de alimentos de origem animal causou a perda de ao menos um terço das florestas em seis dos países avaliados. Na Argentina, a expansão dos pastos culminou em 45% do desflorestamento de 1990 a 2005.

O estudo destaca ainda que a agropecuária é a principal causadora do desmatamento na América Latina. Segundo a FAO, em vários países as subvenções agrícolas em grande escala fomentaram o desflorestamento, já que aumentam a rentabilidade da produção agropecuária e geram pressão para ampliar a fronteira agrícola. Exemplos disso na região são o pastoreio extensivo e a produção de soja em escala industrial.

Foto: Nelson Feitosa/Ibama

#vegazeta #vegazetabr #noticias #desmatamento #desflorestamento #meioambiente #brasil #agropecuaria #pasto #pastagens #fao #onu #sustentabilidade #futuro #impactoambiental
  • #Repost @vegazetabr
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    Mais de 80% do desmatamento ocorrido no Brasil no período de 1990 a 2005 está associado à conversão de terras em pastagens, segundo o relatório “O estado das florestas no mundo”, da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). Nesse período, a participação da formação de pastagens no desflorestamento é maior no Brasil do que em países como Argentina, Bolívia, Paraguai, Venezuela, Colômbia e Peru.

    Segundo a FAO, além das pastagens, o cultivo comercial foi responsável por 10% do desmatamento, enquanto outras formas de exploração da terra, como o cultivo em pequena escala, agricultura mista e infraestrutura responderam juntas pelos outros 10%. Analisando os sete países, o estudo revela que 71% do desmatamento ocorreu como consequência do aumento da demanda por pastos, enquanto que 14% devido aos cultivos comerciais e menos de 2% em consequência da infraestrutura e expansão urbana.

    O aumento das pastagens para produção de alimentos de origem animal causou a perda de ao menos um terço das florestas em seis dos países avaliados. Na Argentina, a expansão dos pastos culminou em 45% do desflorestamento de 1990 a 2005.

    O estudo destaca ainda que a agropecuária é a principal causadora do desmatamento na América Latina. Segundo a FAO, em vários países as subvenções agrícolas em grande escala fomentaram o desflorestamento, já que aumentam a rentabilidade da produção agropecuária e geram pressão para ampliar a fronteira agrícola. Exemplos disso na região são o pastoreio extensivo e a produção de soja em escala industrial.

    Foto: Nelson Feitosa/Ibama

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #desmatamento #desflorestamento #meioambiente #brasil #agropecuaria #pasto #pastagens #fao #onu #sustentabilidade #futuro #impactoambiental
  •  20  2  17 June, 2019
  • Florestas em todo o mundo são extremamente importantes por uma série de razões, desde a purificação do ar que respiramos até o fornecimento de habitats para milhares de espécies, passando pela garantia de meios de subsistência para os seres humanos. Quando geridas de forma sustentável, as florestas podem ser uma ajuda valiosa na mitigação ou adaptação às mudanças climáticas.

O aumento da cobertura florestal também pode diminuir os riscos de saúde ambiental mais urgentes de nosso tempo: a poluição do ar, que todos os anos mata sete milhões de pessoas no mundo. As principais fontes de poluição do ar são as mesmas que impulsionam as mudanças climáticas — o que significa que esforços para mitigar um problema podem ajudar a combater o outro.

Árvores podem contribuir com essa causa, pois conseguem absorver grandes quantidades de gases causadores do efeito estufa e remover poluentes. Uma única árvore consegue retirar mais de uma tonelada de CO2 da atmosfera durante seu tempo de vida, dando aos viveiros de árvores um bom custo-benefício para limpar o ar e mitigar as mudanças climáticas.

Os benefícios de ecossistemas florestais são amplos e podem ser ambientais, socioculturais e econômicos. A proteção das florestas, por meio de estratégias viáveis de gestão é essencial para garantir um futuro sustentável para todos.

Foto: Nasa/Calltech

#vegazeta #vegazetabr #noticias #florestas #arvores #meioambiente #sustentabilidade #mudancasclimaticas #efeitoestufa #aquecimentoglobal
  • Florestas em todo o mundo são extremamente importantes por uma série de razões, desde a purificação do ar que respiramos até o fornecimento de habitats para milhares de espécies, passando pela garantia de meios de subsistência para os seres humanos. Quando geridas de forma sustentável, as florestas podem ser uma ajuda valiosa na mitigação ou adaptação às mudanças climáticas.

    O aumento da cobertura florestal também pode diminuir os riscos de saúde ambiental mais urgentes de nosso tempo: a poluição do ar, que todos os anos mata sete milhões de pessoas no mundo. As principais fontes de poluição do ar são as mesmas que impulsionam as mudanças climáticas — o que significa que esforços para mitigar um problema podem ajudar a combater o outro.

    Árvores podem contribuir com essa causa, pois conseguem absorver grandes quantidades de gases causadores do efeito estufa e remover poluentes. Uma única árvore consegue retirar mais de uma tonelada de CO2 da atmosfera durante seu tempo de vida, dando aos viveiros de árvores um bom custo-benefício para limpar o ar e mitigar as mudanças climáticas.

    Os benefícios de ecossistemas florestais são amplos e podem ser ambientais, socioculturais e econômicos. A proteção das florestas, por meio de estratégias viáveis de gestão é essencial para garantir um futuro sustentável para todos.

    Foto: Nasa/Calltech

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #florestas #arvores #meioambiente #sustentabilidade #mudancasclimaticas #efeitoestufa #aquecimentoglobal
  •  180  0  17 June, 2019
  • O Projeto de Lei (PL) 466/15, que prevê a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres pelo território nacional, está na pauta da Câmara dos Deputados e pode ser discutido esta semana no Plenário.

A intenção da proposta do deputado Ricardo Izar (PP-SP) é garantir a redução do número de acidentes envolvendo animais nas estradas, rodovias e ferrovias.

Além de defender que a segurança dos animais seja considerada nas construções de obras públicas voltadas ao tráfego, Izar também quer que seja criado um Cadastro Nacional Público para contabilizar todos os acidentes envolvendo animais silvestres, além de cobrar medidas de fiscalização e monitoramento.

O PL prevê também a adoção de mais medidas que facilitem a travessia dos animais, assim como mais promoção de atividades de educação ambiental em todo o país. “Hoje temos mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. Além de engarrafamentos, poluição e descarte de resíduos, outro grave problema registra estatísticas alarmantes, até agora silenciosas: os incontáveis atropelamentos e mortes de animais silvestres”, destaca Ricardo Izar.

No projeto, o deputado enfatiza que as estimativas mostram que mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhão de quilômetros de estradas em todo o Brasil. “Deste número, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte, 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, tais como onças, onças-pardas, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras, canídeos e outros felinos de várias espécies”, cita.

E acrescenta: “Diante desse quadro e dos números assombrosos de animais atropelados no Brasil, é urgente que medidas de minimização desse impacto sejam estabelecidas.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #politica #camara #camaradosdeputados #animaissilvestres #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #ricardoizar #brasil #estradas #rodovias #acidentes
  • O Projeto de Lei (PL) 466/15, que prevê a adoção de medidas que assegurem a circulação segura de animais silvestres pelo território nacional, está na pauta da Câmara dos Deputados e pode ser discutido esta semana no Plenário.

    A intenção da proposta do deputado Ricardo Izar (PP-SP) é garantir a redução do número de acidentes envolvendo animais nas estradas, rodovias e ferrovias.

    Além de defender que a segurança dos animais seja considerada nas construções de obras públicas voltadas ao tráfego, Izar também quer que seja criado um Cadastro Nacional Público para contabilizar todos os acidentes envolvendo animais silvestres, além de cobrar medidas de fiscalização e monitoramento.

    O PL prevê também a adoção de mais medidas que facilitem a travessia dos animais, assim como mais promoção de atividades de educação ambiental em todo o país. “Hoje temos mais de 65 milhões de carros, motos e caminhões. Além de engarrafamentos, poluição e descarte de resíduos, outro grave problema registra estatísticas alarmantes, até agora silenciosas: os incontáveis atropelamentos e mortes de animais silvestres”, destaca Ricardo Izar.

    No projeto, o deputado enfatiza que as estimativas mostram que mais de 450 milhões de animais selvagens podem estar sendo mortos anualmente em 1,7 milhão de quilômetros de estradas em todo o Brasil. “Deste número, 390 milhões são de pequenos animais como sapos, cobras, aves e mamíferos de pequeno porte, 55 milhões são animais como lebres, gambás, macacos, jiboias, tartarugas, entre outros; e 5 milhões são de grandes animais, tais como onças, onças-pardas, lobo-guará, tamanduá-bandeira, lontras, canídeos e outros felinos de várias espécies”, cita.

    E acrescenta: “Diante desse quadro e dos números assombrosos de animais atropelados no Brasil, é urgente que medidas de minimização desse impacto sejam estabelecidas.” #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #politica #camara #camaradosdeputados #animaissilvestres #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #ricardoizar #brasil #estradas #rodovias #acidentes
  •  125  0  17 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Esquentou tanto que uma bola de fogo se formou no centro do campo, onde o gado já não pastava porque tinha morrido de fome. Falaram que não valiam o matadouro. “Um tipo de justiça divina”, outros disseram.

Arrastei a sola pela terra e pude sentir pedaços de ossos cobertos pela gramínea seca e amarelecida – já sem vida. Dali não brotava nada há muito. Doutro lado, o fogo torrou o velho curral.

Crianças recolhiam pedaços de crânio bovino pra fazer máscara e arminha e brincar de lutinha. Filho de ex-peão morreu antes da minha chegada – golpe de faquinha de osso, de brincadeira. “É maldição, sei que é”, comentou um velho de passagem.

Era pedaço de animal que agonizou por semanas até morrer. “Nem tinha mais carne, e a gente via só um arco coberto pela pele já transparente. Tava morto, mas tava de pé ainda.” Caiu sobre os próprios pés, se quebrando, e deitou à força. “Valia pouco e já não valia nada”, balbuciou o velho na lamentação da aceitação. Boi torrou aos poucos no sol, virando churrasco de pele e ossos. “Gemia como criança, mas a pouca carne não valia a salvação”, ouvi.

Havia pedaços de couro sobre o que foi um roseiral e urubus caídos sob a choupana arrastada pela força do fogo. Não foram queimados, mas ludibriados pelo que comeram e pelo que não comeram. “A água, o solo, o sal, o verde que sucumbia, tudo empeçonhado. A bicharada foi abandonada.” Ninguém se importava. Alguém ficou de passar por lá mais tarde pra recolher os ossos pra moer e fazer farelo pra alimentar a nova boiada. “Esses bichos têm de pagar alguma coisa pelo pouco que viveram e comeram.” E a bola de fogo continua rolando sobre o campo.

Arte: Go Art

#vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #campo #gado #boi #boiada #animais #reflexao #respeito #empatia #direitoavida #vegan #vegano #govegan
  • Por @davidarioch
    Esquentou tanto que uma bola de fogo se formou no centro do campo, onde o gado já não pastava porque tinha morrido de fome. Falaram que não valiam o matadouro. “Um tipo de justiça divina”, outros disseram.

    Arrastei a sola pela terra e pude sentir pedaços de ossos cobertos pela gramínea seca e amarelecida – já sem vida. Dali não brotava nada há muito. Doutro lado, o fogo torrou o velho curral.

    Crianças recolhiam pedaços de crânio bovino pra fazer máscara e arminha e brincar de lutinha. Filho de ex-peão morreu antes da minha chegada – golpe de faquinha de osso, de brincadeira. “É maldição, sei que é”, comentou um velho de passagem.

    Era pedaço de animal que agonizou por semanas até morrer. “Nem tinha mais carne, e a gente via só um arco coberto pela pele já transparente. Tava morto, mas tava de pé ainda.” Caiu sobre os próprios pés, se quebrando, e deitou à força. “Valia pouco e já não valia nada”, balbuciou o velho na lamentação da aceitação. Boi torrou aos poucos no sol, virando churrasco de pele e ossos. “Gemia como criança, mas a pouca carne não valia a salvação”, ouvi.

    Havia pedaços de couro sobre o que foi um roseiral e urubus caídos sob a choupana arrastada pela força do fogo. Não foram queimados, mas ludibriados pelo que comeram e pelo que não comeram. “A água, o solo, o sal, o verde que sucumbia, tudo empeçonhado. A bicharada foi abandonada.” Ninguém se importava. Alguém ficou de passar por lá mais tarde pra recolher os ossos pra moer e fazer farelo pra alimentar a nova boiada. “Esses bichos têm de pagar alguma coisa pelo pouco que viveram e comeram.” E a bola de fogo continua rolando sobre o campo.

    Arte: Go Art

    #vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #campo #gado #boi #boiada #animais #reflexao #respeito #empatia #direitoavida #vegan #vegano #govegan
  •  107  1  17 June, 2019
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 2 de 2

A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 2 de 2

    A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

    Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

    Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

    O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  •  137  0  16 June, 2019
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 2 de 2

A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 2 de 2

    A pesca fantasma é outro problema grave, já que redes, linhas e armações de pesca são equipamentos que se transformam em armadilhas para as tartarugas. Inclusive são responsáveis por ferir, mutilar e matar centenas de milhares de animais de diversas espécies a cada ano.

    Por bem, no Brasil, o Projeto de Lei do Senado (PLS 263/2018), que prevê proibição do uso de canudos e sacolas plásticas, além de microplásticos em cosméticos, está caminhando para aprovação.

    Embora não resolva completamente o problema, já significa grandes ganhos em um país que é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, com produção anual de 11,3 milhões de toneladas. Desse total, apenas 1,28% é reciclado. O plástico derivado do petróleo pode levar mais de 300 anos para se decompor contra o plástico biodegradável que requer 30 a 180 dias.

    O descarte incorreto provoca a poluição do solo e da água, além da morte de animais por engasgamento ou enroscamento. Os microplásticos contidos nos cosméticos também demoram para se degradar e se acumulam nos rios e oceanos – gerando impacto no ciclo de vida e na cadeia alimentar dos animais.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  •  36  0  16 June, 2019
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 1 de 2

Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 1 de 2

    Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

    E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

    Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

    Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

    Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

    E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

    As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  •  420  2  16 June, 2019
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 1 de 2

Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  • Hoje é Dia Internacional da Tartaruga Marinha, animal ameaçado pela poluição plástica - Parte 1 de 2

    Hoje (16), no Dia Internacional da Tartaruga Marinha é válido refletir sobre a realidade da espécie e de que forma estamos afetando esses animais. De acordo com informações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), há uma estimativa de que entre 4 e 12 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos a cada ano.

    E o problema é que no mar o plástico vira uma armadilha para as tartarugas marinhas, sendo confundido com alimento ou aprisionando espécies, a exemplo de pedaços de redes de pesca que se enroscam em seus corpos podendo levá-las à morte.

    Segundo o ICMBio, o lixo ingerido pode bloquear o sistema digestório e interferir no processo de flutuação das tartarugas, fazendo com que morram por inanição, já que provoca lesões no trato gastrointestional e libera toxinas em seus organismos.

    Só em 2018, 280 tartarugas morreram por ingestão de lixo nos Lençóis Maranhenses, situados a 265 quilômetros da capital São Luís. É um número surpreendente, porque representa mais do que o triplo de 2015, quando morreram 80 tartarugas em decorrência do mesmo problema.

    Na região, há um acúmulo de lixo proveniente de 19 países. E o agravante é que em contato com a água e a radiação do sol, materiais descartados como garrafas, tampas e outros objetos plásticos dão origem ao microplástico.

    E o que dificulta ainda mais a situação é que esse material não é visto a olho nu, mas ainda assim pode incorporar agentes contaminantes como metais pesados, que se incorporam às células do animal.

    As tartarugas ingerem o microplástico ao confundirem o material com alimentos e, como consequência, além da morte de muitos animais, isso interfere no comportamento reprodutivo das espécies.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #reflexao #tartarugas #tartarugasmarinhas #animais #oceanos #poluicao #poluicaoplastica #vidamarinha #meioambiente #defesaanimal #bemestaranimal #protecaoanimal
  •  63  0  16 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Com não mais que sete anos, numa noite fui até a cozinha e encontrei meu pai sentado no chão, aparentemente falando sozinho. Quando me aproximei, vi que tinha um rato perto dele, desses que a maioria despreza e mata quando invadem a cozinha. Ele conversava com o animalzinho, e achei aquilo intrigante.

Por alguns meses, encontrou todas as noites aquele ratinho ruço, o alimentando com a mais singela malácia. Mazzaropi sempre retornava quase no mesmo horário, com diferença de minutos. Um dia, desapareceu. Então perguntei ao meu pai o que ele faria: “Nada, porque na hora certa ele seguiu o seu caminho, o que não deve ser traçado por nós só porque demos a ele um pouquinho daquilo que chamamos de carinho.” Arte: Smock Ball Point

#vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #infancia #criancas #animais #posse #pais #paisefilhos #reflexao #vegan #vegano #govegan
  • Por @davidarioch
    Com não mais que sete anos, numa noite fui até a cozinha e encontrei meu pai sentado no chão, aparentemente falando sozinho. Quando me aproximei, vi que tinha um rato perto dele, desses que a maioria despreza e mata quando invadem a cozinha. Ele conversava com o animalzinho, e achei aquilo intrigante.

    Por alguns meses, encontrou todas as noites aquele ratinho ruço, o alimentando com a mais singela malácia. Mazzaropi sempre retornava quase no mesmo horário, com diferença de minutos. Um dia, desapareceu. Então perguntei ao meu pai o que ele faria: “Nada, porque na hora certa ele seguiu o seu caminho, o que não deve ser traçado por nós só porque demos a ele um pouquinho daquilo que chamamos de carinho.” Arte: Smock Ball Point

    #vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #infancia #criancas #animais #posse #pais #paisefilhos #reflexao #vegan #vegano #govegan
  •  135  2  16 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Com não mais que sete anos, numa noite fui até a cozinha e encontrei meu pai sentado no chão, aparentemente falando sozinho. Quando me aproximei, vi que tinha um rato perto dele, desses que a maioria despreza e mata quando invadem a cozinha. Ele conversava com o animalzinho, e achei aquilo intrigante.

Por alguns meses, encontrou todas as noites aquele ratinho ruço, o alimentando com a mais singela malácia. Mazzaropi sempre retornava quase no mesmo horário, com diferença de minutos. Um dia, desapareceu. Então perguntei ao meu pai o que ele faria: “Nada, porque na hora certa ele seguiu o seu caminho, o que não deve ser traçado por nós só porque demos a ele um pouquinho daquilo que chamamos de carinho.” Arte: Smock Ball Point

#vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #infancia #criancas #animais #posse #pais #paisefilhos #reflexao #vegan #vegano #govegan
  • Por @davidarioch
    Com não mais que sete anos, numa noite fui até a cozinha e encontrei meu pai sentado no chão, aparentemente falando sozinho. Quando me aproximei, vi que tinha um rato perto dele, desses que a maioria despreza e mata quando invadem a cozinha. Ele conversava com o animalzinho, e achei aquilo intrigante.

    Por alguns meses, encontrou todas as noites aquele ratinho ruço, o alimentando com a mais singela malácia. Mazzaropi sempre retornava quase no mesmo horário, com diferença de minutos. Um dia, desapareceu. Então perguntei ao meu pai o que ele faria: “Nada, porque na hora certa ele seguiu o seu caminho, o que não deve ser traçado por nós só porque demos a ele um pouquinho daquilo que chamamos de carinho.” Arte: Smock Ball Point

    #vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #infancia #criancas #animais #posse #pais #paisefilhos #reflexao #vegan #vegano #govegan
  •  115  8  16 June, 2019
  • Reposted from @vegazetabr -  De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

Foto: Getty

#vegazeta #vegazetabr #noticias #oms #saude #alimentos #consumo #animais #agropecuaria #pecuaria #carne #antibioticos #medicamentos #remedios #futuro - #regrann
  • Reposted from @vegazetabr - De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

    Foto: Getty

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  •  9  2  16 June, 2019
  • Reposted from @vegazetabr -  O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C). Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #ibram #df #brasilia #castracao #animais #caes #gatos #servicos #cuidados - #regrann
  • Reposted from @vegazetabr - O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

    Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

    O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C). Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

    Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

    As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

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  •  6  1  16 June, 2019
  • Thanks Johnny @johnnymarrgram for the conscience and initiative in sending the letter, they are characteristics of a great man with sensitivity and responsibility with the Rights of the animals. 👏👏👏🐾 Repost @vegazetabr
Por @davidarioch 
Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais.
.
#vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr  #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  • Thanks Johnny @johnnymarrgram for the conscience and initiative in sending the letter, they are characteristics of a great man with sensitivity and responsibility with the Rights of the animals. 👏👏👏🐾 Repost @vegazetabr
    Por @davidarioch
    Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

    No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

    Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

    Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

    O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

    Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

    Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais.
    .
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  •  26  2  16 June, 2019
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Odeio SeaWorld😡
O ator Alec Baldwin perguntou na última quarta-feira (12) aos executivos do parque aquático SeaWorld, durante conferência anual online, quando eles deixarão de usar golfinhos como pranches de surfe. “Quando o SeaWorld deixará de permitir que golfinhos sejam utilizados em espetáculos prejudiciais que revelam crueldade, como andar de costas e de pé sobre seus rostos, como se isso fosse entretenimento?”, questionou o ator.

Segundo Baldwin, esse tipo de “show” não oferece absolutamente nenhum valor educacional ao público. Também envia uma mensagem prejudicial às crianças sobre a legitimação da crueldade contra os animais. “Permitir que os treinadores ‘surfem’ nas costas dos golfinhos ou posem sobre seus rostos coloca a saúde e bem-estar dos animais em risco. Os golfinhos não deixam naturalmente os humanos fazerem essas coisas”, criticou.

O SeaWorld não se manifestou a respeito, mas a organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) enviou pessoas no mesmo dia para protestarem contra a prática em frente ao parque em Orlando, na Flórida.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #seaworld #alecbaldwin #golfinhos #dolphins #bemestaranimal #orlando #defesaanimal #protecaoanimal #peta
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    Odeio SeaWorld😡
    O ator Alec Baldwin perguntou na última quarta-feira (12) aos executivos do parque aquático SeaWorld, durante conferência anual online, quando eles deixarão de usar golfinhos como pranches de surfe. “Quando o SeaWorld deixará de permitir que golfinhos sejam utilizados em espetáculos prejudiciais que revelam crueldade, como andar de costas e de pé sobre seus rostos, como se isso fosse entretenimento?”, questionou o ator.

    Segundo Baldwin, esse tipo de “show” não oferece absolutamente nenhum valor educacional ao público. Também envia uma mensagem prejudicial às crianças sobre a legitimação da crueldade contra os animais. “Permitir que os treinadores ‘surfem’ nas costas dos golfinhos ou posem sobre seus rostos coloca a saúde e bem-estar dos animais em risco. Os golfinhos não deixam naturalmente os humanos fazerem essas coisas”, criticou.

    O SeaWorld não se manifestou a respeito, mas a organização Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) enviou pessoas no mesmo dia para protestarem contra a prática em frente ao parque em Orlando, na Flórida.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #seaworld #alecbaldwin #golfinhos #dolphins #bemestaranimal #orlando #defesaanimal #protecaoanimal #peta
  •  6  0  15 June, 2019
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・・・
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

Foto: Getty

#vegazeta #vegazetabr #noticias #oms #saude #alimentos #consumo #animais #agropecuaria #pecuaria #carne #antibioticos #medicamentos #remedios #futuro
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    De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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  •  7  0  15 June, 2019
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Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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  •  5  1  15 June, 2019
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Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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  •  208  9  15 June, 2019
  • De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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  • De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

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  •  309  2  15 June, 2019
  • De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

Foto: Getty

#vegazeta #vegazetabr #noticias #oms #saude #alimentos #consumo #animais #agropecuaria #pecuaria #carne #antibioticos #medicamentos #remedios #futuro
  • De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em diversos países, 80% do consumo total de antibióticos ocorre na agropecuária. E a maior parte é utilizada para estimular o crescimento em animais que não estão doentes.

    Segundo a OMS, o uso excessivo e indevido de antibióticos em animais e seres humanos tem agravado o problema da imunidade de certos agentes infecciosos a determinados tratamentos.

    Alguns tipos de bactérias que causam infecções graves em humanos já desenvolveram resistência à maioria ou a todos os remédios disponíveis — e há poucas opções promissoras de pesquisa em etapa de desenvolvimento para uso clínico. “A falta de antibióticos eficazes é uma ameaça de segurança tão séria como um surto de uma doença súbita e mortal”, afirma o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

    E acrescenta: “Uma ação forte e sustentada em todos os setores é vital se quisermos reverter a maré da resistência antimicrobiana e manter o mundo seguro.” O diretor do Departamento de Segurança Alimentar e Zoonoses da OMS, Kazuaki Miyagishima, enfatiza que a evidência científica demonstra que o uso excessivo de antibióticos em animais pode contribuir para o aparecimento de resistência a esses medicamentos. “O volume de antibióticos utilizado em animais continua a aumentar em todo o mundo, impulsionado por uma crescente demanda por alimentos de origem animal, muitas vezes produzidos por meio de sua criação intensiva”, alerta Miyagishima.

    Foto: Getty

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #oms #saude #alimentos #consumo #animais #agropecuaria #pecuaria #carne #antibioticos #medicamentos #remedios #futuro
  •  57  0  15 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr  #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  • Por @davidarioch
    Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

    No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

    Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

    Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

    O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

    Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

    Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  •  512  8  15 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr  #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  • Por @davidarioch
    Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

    No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

    Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

    Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

    O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

    Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

    Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  •  82  2  15 June, 2019
  • O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C). Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #ibram #df #brasilia #castracao #animais #caes #gatos #servicos #cuidados
  • O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

    Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

    O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C). Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

    Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

    As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #ibram #df #brasilia #castracao #animais #caes #gatos #servicos #cuidados
  •  199  1  15 June, 2019
  • O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C). Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #ibram #df #brasilia #castracao #animais #caes #gatos #servicos #cuidados
  • O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) está realizando mais uma campanha de castração de cães e gatos no Distrito Federal. No total, serão oferecidas duas mil vagas para inscrições online e cadastros presenciais, divididos em cinco pontos: sede do instituto e nas administrações regionais de Ceilândia, do Paranoá, de Taguatinga e de São Sebastião.

    Os interessados poderão cadastrar até três animais (cães e/ou gatos). Pela internet, serão oferecidas 650 vagas, com início às 9 h de segunda-feira (17), por meio de um link que estará disponível no site do Ibram.

    O interessado deve realizar o upload de arquivos digitais contendo seus dados pessoais. No mesmo dia (17), também serão oferecidas 250 vagas para o cadastro presencial na sede do Ibram (SEPN 511, bloco C). Na terça-feira (18), serão realizados cadastros nas administrações regionais de Ceilândia (QNM 13, Módulo B) e de Taguatinga (Praça do Relógio Lote A, St. Central). Cada local disponibilizará 300 vagas de castração.

    Já na quarta-feira (19), os interessados podem procurar as administrações regionais do Paranoá (Praça Central – s/n lt. 1) e de São Sebastião (Quadra 101), que cadastrarão 250 vagas cada uma.

    As senhas de atendimento serão distribuídas no local a partir das 8h. Para o cadastro presencial é necessário ter em mãos um documento de identidade (RG ou CNH) e comprovante de endereço em nome do responsável ou declaração de residência.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #ibram #df #brasilia #castracao #animais #caes #gatos #servicos #cuidados
  •  55  1  15 June, 2019
  • Ontem, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) se reuniu em Fortaleza com o superintendente do Ibama no Ceará, Gabriel Sobreira, para tratar da transferência dos ursos de Canindé para o Rancho dos Gnomos, em Joanópolis (SP). A articulação ocorre diante de decisão judicial que determinou o transporte dos animais do zoológico do município do sertão cearense. Por meio de nota técnica, o órgão ambiental já havia apontado que o local é inadequado para os animais. “No que depender do Ibama, a autorização do transporte dos animais está 100% garantida, logo após o laudo veterinário”, afirmou Sobreira. Na próxima semana, dois veterinários de São Paulo examinarão os ursos Dimas e Kátia para emitir parecer sobre a saúde dos animais.

Célio Studart avaliou positivamente a reunião. “O Ibama está completamente sensibilizado e vai emitir a guia necessária para a transferência dos ursos, fazendo todo o procedimento necessário para que a etapa que compete ao órgão seja concluída em obediência à lei. É mais um passo de otimismo para que os ursos tenham um novo lar”, destacou.

O deputado é presidente da Subcomissão Permanente em Defesa dos Direitos dos Animais da Câmara. Presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB-CE, Lucíola Cabral também participou da reunião.

Decisão judicial

Na decisão, a juíza Tassia Siqueira, da 3ª Vara da Comarca de Canindé, ressaltou que o zoológico do município não é o ambiente mais adequado para os animais. “Mesmo com todo o carinho e cuidados que os animais recebem junto ao requerido [Zoológico de Canindé], possuindo uma história no Zoológico e também na própria cidade, tradicionalmente devota de São Francisco de Assis, há um fato insuperável: a alta temperatura inerente à região”, argumentou.

Dimas e Kátia foram abandonados por um circo há dez anos e encaminhados para o Zoológico de Canindé. Entretanto, foi oferecida a estadia no Rancho dos Gnomos, que possui condições mais favoráveis ao bem-estar dos animais.

Foto: Alex Pimentel
#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #ibama #ursos #zoologico #santuario #ranchodosgnomos #celiostudart #bemestaranimal #protecaoanimal #defesaanimal #animaissilvestres
  • Ontem, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) se reuniu em Fortaleza com o superintendente do Ibama no Ceará, Gabriel Sobreira, para tratar da transferência dos ursos de Canindé para o Rancho dos Gnomos, em Joanópolis (SP). A articulação ocorre diante de decisão judicial que determinou o transporte dos animais do zoológico do município do sertão cearense. Por meio de nota técnica, o órgão ambiental já havia apontado que o local é inadequado para os animais. “No que depender do Ibama, a autorização do transporte dos animais está 100% garantida, logo após o laudo veterinário”, afirmou Sobreira. Na próxima semana, dois veterinários de São Paulo examinarão os ursos Dimas e Kátia para emitir parecer sobre a saúde dos animais.

    Célio Studart avaliou positivamente a reunião. “O Ibama está completamente sensibilizado e vai emitir a guia necessária para a transferência dos ursos, fazendo todo o procedimento necessário para que a etapa que compete ao órgão seja concluída em obediência à lei. É mais um passo de otimismo para que os ursos tenham um novo lar”, destacou.

    O deputado é presidente da Subcomissão Permanente em Defesa dos Direitos dos Animais da Câmara. Presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB-CE, Lucíola Cabral também participou da reunião.

    Decisão judicial

    Na decisão, a juíza Tassia Siqueira, da 3ª Vara da Comarca de Canindé, ressaltou que o zoológico do município não é o ambiente mais adequado para os animais. “Mesmo com todo o carinho e cuidados que os animais recebem junto ao requerido [Zoológico de Canindé], possuindo uma história no Zoológico e também na própria cidade, tradicionalmente devota de São Francisco de Assis, há um fato insuperável: a alta temperatura inerente à região”, argumentou.

    Dimas e Kátia foram abandonados por um circo há dez anos e encaminhados para o Zoológico de Canindé. Entretanto, foi oferecida a estadia no Rancho dos Gnomos, que possui condições mais favoráveis ao bem-estar dos animais.

    Foto: Alex Pimentel
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #ibama #ursos #zoologico #santuario #ranchodosgnomos #celiostudart #bemestaranimal #protecaoanimal #defesaanimal #animaissilvestres
  •  689  18  15 June, 2019
  • Ontem, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) se reuniu em Fortaleza com o superintendente do Ibama no Ceará, Gabriel Sobreira, para tratar da transferência dos ursos de Canindé para o Rancho dos Gnomos, em Joanópolis (SP). A articulação ocorre diante de decisão judicial que determinou o transporte dos animais do zoológico do município do sertão cearense. Por meio de nota técnica, o órgão ambiental já havia apontado que o local é inadequado para os animais. “No que depender do Ibama, a autorização do transporte dos animais está 100% garantida, logo após o laudo veterinário”, afirmou Sobreira. Na próxima semana, dois veterinários de São Paulo examinarão os ursos Dimas e Kátia para emitir parecer sobre a saúde dos animais.

Célio Studart avaliou positivamente a reunião. “O Ibama está completamente sensibilizado e vai emitir a guia necessária para a transferência dos ursos, fazendo todo o procedimento necessário para que a etapa que compete ao órgão seja concluída em obediência à lei. É mais um passo de otimismo para que os ursos tenham um novo lar”, destacou.

O deputado é presidente da Subcomissão Permanente em Defesa dos Direitos dos Animais da Câmara. Presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB-CE, Lucíola Cabral também participou da reunião.

Decisão judicial

Na decisão, a juíza Tassia Siqueira, da 3ª Vara da Comarca de Canindé, ressaltou que o zoológico do município não é o ambiente mais adequado para os animais. “Mesmo com todo o carinho e cuidados que os animais recebem junto ao requerido [Zoológico de Canindé], possuindo uma história no Zoológico e também na própria cidade, tradicionalmente devota de São Francisco de Assis, há um fato insuperável: a alta temperatura inerente à região”, argumentou.

Dimas e Kátia foram abandonados por um circo há dez anos e encaminhados para o Zoológico de Canindé. Entretanto, foi oferecida a estadia no Rancho dos Gnomos, que possui condições mais favoráveis ao bem-estar dos animais.

Foto: Alex Pimentel
#vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #ibama #ursos #zoologico #santuario #ranchodosgnomos #celiostudart #bemestaranimal #protecaoanimal #defesaanimal #animaissilvestres
  • Ontem, o deputado federal Célio Studart (PV-CE) se reuniu em Fortaleza com o superintendente do Ibama no Ceará, Gabriel Sobreira, para tratar da transferência dos ursos de Canindé para o Rancho dos Gnomos, em Joanópolis (SP). A articulação ocorre diante de decisão judicial que determinou o transporte dos animais do zoológico do município do sertão cearense. Por meio de nota técnica, o órgão ambiental já havia apontado que o local é inadequado para os animais. “No que depender do Ibama, a autorização do transporte dos animais está 100% garantida, logo após o laudo veterinário”, afirmou Sobreira. Na próxima semana, dois veterinários de São Paulo examinarão os ursos Dimas e Kátia para emitir parecer sobre a saúde dos animais.

    Célio Studart avaliou positivamente a reunião. “O Ibama está completamente sensibilizado e vai emitir a guia necessária para a transferência dos ursos, fazendo todo o procedimento necessário para que a etapa que compete ao órgão seja concluída em obediência à lei. É mais um passo de otimismo para que os ursos tenham um novo lar”, destacou.

    O deputado é presidente da Subcomissão Permanente em Defesa dos Direitos dos Animais da Câmara. Presidente da Comissão dos Direitos dos Animais da OAB-CE, Lucíola Cabral também participou da reunião.

    Decisão judicial

    Na decisão, a juíza Tassia Siqueira, da 3ª Vara da Comarca de Canindé, ressaltou que o zoológico do município não é o ambiente mais adequado para os animais. “Mesmo com todo o carinho e cuidados que os animais recebem junto ao requerido [Zoológico de Canindé], possuindo uma história no Zoológico e também na própria cidade, tradicionalmente devota de São Francisco de Assis, há um fato insuperável: a alta temperatura inerente à região”, argumentou.

    Dimas e Kátia foram abandonados por um circo há dez anos e encaminhados para o Zoológico de Canindé. Entretanto, foi oferecida a estadia no Rancho dos Gnomos, que possui condições mais favoráveis ao bem-estar dos animais.

    Foto: Alex Pimentel
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #animais #ibama #ursos #zoologico #santuario #ranchodosgnomos #celiostudart #bemestaranimal #protecaoanimal #defesaanimal #animaissilvestres
  •  173  5  15 June, 2019
  • Três brasileiros estão entre os cinco finalistas regionais da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente para viabilizar soluções inovadoras para problemas ambientais. Os vencedores vão receber consultorias técnicas e uma verba de 15 mil dólares para tirar suas ideias do papel. Ganhadores serão anunciados em setembro durante evento das Nações Unidas em Nova York.

Em 2019, a iniciativa da agência das Nações Unidas recebeu mais de 900 inscrições de empreendedores de todo o planeta engajados com a preservação da natureza e a sustentabilidade. Os concorrentes foram divididos por sua região de origem. A organização do prêmio escolheu cinco finalistas para cada uma das sete regiões contempladas.

Representando a América Latina e Caribe, estão três brasileiros com propostas de negócio distintas:

Anna Luisa Santos, que desenvolveu uma tecnologia de purificação e desinfetação da água por meio da energia solar. A Aqualuz é uma ferramenta que permite transformar a água da chuva em água potável. O dispositivo já beneficiou 150 pessoas em regiões do semiárido brasileiro;

Bernado Andrade, idealizador da Casa do Semiárido, um projeto de habitação que visa construir residências mais adequadas à realidade dessas regiões secas do Brasil. O empreendimento propõe um modelo de habitação que acompanha as oscilações do meio ambiente e utiliza matérias-primas naturais na construção. As instalações também são projetadas para garantir o reuso de água e a produção, em casa, da própria comida;

Barbara Schorchit, criadora da iniciativa Genecoin, que promove práticas de blockchain para rastrear o uso da biodiversidade brasileira em cadeias de produção. O objetivo do projeto é mapear a utilização de recursos naturais a fim de garantir compensações justas e equitativas dos ganhos obtidos com a sua exploração.

Foto: Pixabay
#vegazeta #vegazetabr #noticias #premiacao #premio #meioambiente #sustentabilidade #futuro #brasileiros #brasil #onu
  • Três brasileiros estão entre os cinco finalistas regionais da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente para viabilizar soluções inovadoras para problemas ambientais. Os vencedores vão receber consultorias técnicas e uma verba de 15 mil dólares para tirar suas ideias do papel. Ganhadores serão anunciados em setembro durante evento das Nações Unidas em Nova York.

    Em 2019, a iniciativa da agência das Nações Unidas recebeu mais de 900 inscrições de empreendedores de todo o planeta engajados com a preservação da natureza e a sustentabilidade. Os concorrentes foram divididos por sua região de origem. A organização do prêmio escolheu cinco finalistas para cada uma das sete regiões contempladas.

    Representando a América Latina e Caribe, estão três brasileiros com propostas de negócio distintas:

    Anna Luisa Santos, que desenvolveu uma tecnologia de purificação e desinfetação da água por meio da energia solar. A Aqualuz é uma ferramenta que permite transformar a água da chuva em água potável. O dispositivo já beneficiou 150 pessoas em regiões do semiárido brasileiro;

    Bernado Andrade, idealizador da Casa do Semiárido, um projeto de habitação que visa construir residências mais adequadas à realidade dessas regiões secas do Brasil. O empreendimento propõe um modelo de habitação que acompanha as oscilações do meio ambiente e utiliza matérias-primas naturais na construção. As instalações também são projetadas para garantir o reuso de água e a produção, em casa, da própria comida;

    Barbara Schorchit, criadora da iniciativa Genecoin, que promove práticas de blockchain para rastrear o uso da biodiversidade brasileira em cadeias de produção. O objetivo do projeto é mapear a utilização de recursos naturais a fim de garantir compensações justas e equitativas dos ganhos obtidos com a sua exploração.

    Foto: Pixabay
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #premiacao #premio #meioambiente #sustentabilidade #futuro #brasileiros #brasil #onu
  •  330  3  15 June, 2019
  • Três brasileiros estão entre os cinco finalistas regionais da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente para viabilizar soluções inovadoras para problemas ambientais. Os vencedores vão receber consultorias técnicas e uma verba de 15 mil dólares para tirar suas ideias do papel. Ganhadores serão anunciados em setembro durante evento das Nações Unidas em Nova York.

Em 2019, a iniciativa da agência das Nações Unidas recebeu mais de 900 inscrições de empreendedores de todo o planeta engajados com a preservação da natureza e a sustentabilidade. Os concorrentes foram divididos por sua região de origem. A organização do prêmio escolheu cinco finalistas para cada uma das sete regiões contempladas.

Representando a América Latina e Caribe, estão três brasileiros com propostas de negócio distintas:

Anna Luisa Santos, que desenvolveu uma tecnologia de purificação e desinfetação da água por meio da energia solar. A Aqualuz é uma ferramenta que permite transformar a água da chuva em água potável. O dispositivo já beneficiou 150 pessoas em regiões do semiárido brasileiro;

Bernado Andrade, idealizador da Casa do Semiárido, um projeto de habitação que visa construir residências mais adequadas à realidade dessas regiões secas do Brasil. O empreendimento propõe um modelo de habitação que acompanha as oscilações do meio ambiente e utiliza matérias-primas naturais na construção. As instalações também são projetadas para garantir o reuso de água e a produção, em casa, da própria comida;

Barbara Schorchit, criadora da iniciativa Genecoin, que promove práticas de blockchain para rastrear o uso da biodiversidade brasileira em cadeias de produção. O objetivo do projeto é mapear a utilização de recursos naturais a fim de garantir compensações justas e equitativas dos ganhos obtidos com a sua exploração.

Foto: Pixabay
#vegazeta #vegazetabr #noticias #premiacao #premio #meioambiente #sustentabilidade #futuro #brasileiros #brasil #onu
  • Três brasileiros estão entre os cinco finalistas regionais da premiação Jovens Campeões da Terra, promovida pela ONU Meio Ambiente para viabilizar soluções inovadoras para problemas ambientais. Os vencedores vão receber consultorias técnicas e uma verba de 15 mil dólares para tirar suas ideias do papel. Ganhadores serão anunciados em setembro durante evento das Nações Unidas em Nova York.

    Em 2019, a iniciativa da agência das Nações Unidas recebeu mais de 900 inscrições de empreendedores de todo o planeta engajados com a preservação da natureza e a sustentabilidade. Os concorrentes foram divididos por sua região de origem. A organização do prêmio escolheu cinco finalistas para cada uma das sete regiões contempladas.

    Representando a América Latina e Caribe, estão três brasileiros com propostas de negócio distintas:

    Anna Luisa Santos, que desenvolveu uma tecnologia de purificação e desinfetação da água por meio da energia solar. A Aqualuz é uma ferramenta que permite transformar a água da chuva em água potável. O dispositivo já beneficiou 150 pessoas em regiões do semiárido brasileiro;

    Bernado Andrade, idealizador da Casa do Semiárido, um projeto de habitação que visa construir residências mais adequadas à realidade dessas regiões secas do Brasil. O empreendimento propõe um modelo de habitação que acompanha as oscilações do meio ambiente e utiliza matérias-primas naturais na construção. As instalações também são projetadas para garantir o reuso de água e a produção, em casa, da própria comida;

    Barbara Schorchit, criadora da iniciativa Genecoin, que promove práticas de blockchain para rastrear o uso da biodiversidade brasileira em cadeias de produção. O objetivo do projeto é mapear a utilização de recursos naturais a fim de garantir compensações justas e equitativas dos ganhos obtidos com a sua exploração.

    Foto: Pixabay
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  •  30  0  15 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Rubens parou o carro na beira da estrada. Ele, a esposa e os três filhos desceram para admirar um boi que coçava a cabeça em uma porteira a poucos metros. Se aproximaram e perceberam que o animal era bem manso.

Então as três crianças acariciaram sua cabeça e riram como nunca. Não imaginavam que um animal daquele tamanho pudesse ser tão dócil. Sem se incomodar, o boi apenas os observava com seus olhos cristalinos.

Duas horas depois, já estavam em casa almoçando, servindo-se de bifes grelhados, sorrindo e se lembrando da doçura do boi que roçava a cabeça suavemente sobre uma porteira que trazia no cerne uma cruz de madeira. E, mais uma vez, como tantas outras, a beleza da vida foi celebrada com morte.

Pintura: Mr Moo, de Ruth Aslett

#vegazeta #vegazetabr #historias #reflexao #cotidiano #animais #empatia #compaixao #respeito #vegan #vegano #govegan
  • Por @davidarioch
    Rubens parou o carro na beira da estrada. Ele, a esposa e os três filhos desceram para admirar um boi que coçava a cabeça em uma porteira a poucos metros. Se aproximaram e perceberam que o animal era bem manso.

    Então as três crianças acariciaram sua cabeça e riram como nunca. Não imaginavam que um animal daquele tamanho pudesse ser tão dócil. Sem se incomodar, o boi apenas os observava com seus olhos cristalinos.

    Duas horas depois, já estavam em casa almoçando, servindo-se de bifes grelhados, sorrindo e se lembrando da doçura do boi que roçava a cabeça suavemente sobre uma porteira que trazia no cerne uma cruz de madeira. E, mais uma vez, como tantas outras, a beleza da vida foi celebrada com morte.

    Pintura: Mr Moo, de Ruth Aslett

    #vegazeta #vegazetabr #historias #reflexao #cotidiano #animais #empatia #compaixao #respeito #vegan #vegano #govegan
  •  93  2  15 June, 2019
  • Por @davidarioch 
Rubens parou o carro na beira da estrada. Ele, a esposa e os três filhos desceram para admirar um boi que coçava a cabeça em uma porteira a poucos metros. Se aproximaram e perceberam que o animal era bem manso.

Então as três crianças acariciaram sua cabeça e riram como nunca. Não imaginavam que um animal daquele tamanho pudesse ser tão dócil. Sem se incomodar, o boi apenas os observava com seus olhos cristalinos.

Duas horas depois, já estavam em casa almoçando, servindo-se de bifes grelhados, sorrindo e se lembrando da doçura do boi que roçava a cabeça suavemente sobre uma porteira que trazia no cerne uma cruz de madeira. E, mais uma vez, como tantas outras, a beleza da vida foi celebrada com morte.

Pintura: Mr Moo, de Ruth Aslett

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  • Por @davidarioch
    Rubens parou o carro na beira da estrada. Ele, a esposa e os três filhos desceram para admirar um boi que coçava a cabeça em uma porteira a poucos metros. Se aproximaram e perceberam que o animal era bem manso.

    Então as três crianças acariciaram sua cabeça e riram como nunca. Não imaginavam que um animal daquele tamanho pudesse ser tão dócil. Sem se incomodar, o boi apenas os observava com seus olhos cristalinos.

    Duas horas depois, já estavam em casa almoçando, servindo-se de bifes grelhados, sorrindo e se lembrando da doçura do boi que roçava a cabeça suavemente sobre uma porteira que trazia no cerne uma cruz de madeira. E, mais uma vez, como tantas outras, a beleza da vida foi celebrada com morte.

    Pintura: Mr Moo, de Ruth Aslett

    #vegazeta #vegazetabr #historias #reflexao #cotidiano #animais #empatia #compaixao #respeito #vegan #vegano #govegan
  •  12  0  15 June, 2019
  • Para fazer uma reflexão...
.
.
Rp: @vegazetabr
Por @davidarioch 
Se você percorrer mercados, lanchonetes e restaurantes e, naturalmente, prestar atenção à sua volta, sem dúvida, vai encontrar pais obrigando os filhos a se alimentarem de animais. Sei que muitos fazem isso até mesmo de forma irrefletida, por uma questão historicamente cultural. Afinal, poucas propagandas foram tão bem-sucedidas quanto a da suposta necessidade do consumo de alimentos de origem animal.

Porém, quem analisa sob outra perspectiva, e aqui me refiro à reação genuína de estranhamento, pode se surpreender em reconhecer como estamos entorpecidos por uma realidade fragmentada que nos condiciona a viver não da forma mais adequada, justa ou saudável, mas da maneira que parece mais socialmente aceitável.

E quando falo em socialmente aceitável, quero dizer que até mesmo a saúde pode ser relegada a segundo plano, ou nem mesmo relegada a plano algum. Permita-me citar uma breve história que exemplifica tal raciocínio sobre condicionamento alimentar.

Passando em um restaurante para conversar brevemente com alguém, notei uma criança com, talvez, três anos resistindo em comer um pedaço de carne bovina. A garotinha não fazia barulho, apenas lacrimejava enquanto se recusava a observar um bife em seu prato: — Num gosto de bife.
— Não precisa gostar. É só comer – disse o pai.
— Num quero.
— Coma…coma já esse bife – prosseguia o homem tentando não chamar atenção.
— Não!
— Por favor, filhinha – insistia a mãe.
— Olhe nas outras mesas, todo mundo está comendo carne. Só você que não – continuou o pai.
— Deixa. Num sou eles. E eles não é eu.
— Aé? Então tá! — reagiu o pai.
O casal acabou cedendo, mas não desistiram de punir a criança.
— Tudo bem. Mas hoje não vai ter sobremesa.
— Num picisa.

Pintura: Dana Ellyn

#vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #criancas #infancia #pais #consumo #despertar #alimentacao #carne #vegan #govegan #recife
  • Para fazer uma reflexão...
    .
    .
    Rp: @vegazetabr
    Por @davidarioch
    Se você percorrer mercados, lanchonetes e restaurantes e, naturalmente, prestar atenção à sua volta, sem dúvida, vai encontrar pais obrigando os filhos a se alimentarem de animais. Sei que muitos fazem isso até mesmo de forma irrefletida, por uma questão historicamente cultural. Afinal, poucas propagandas foram tão bem-sucedidas quanto a da suposta necessidade do consumo de alimentos de origem animal.

    Porém, quem analisa sob outra perspectiva, e aqui me refiro à reação genuína de estranhamento, pode se surpreender em reconhecer como estamos entorpecidos por uma realidade fragmentada que nos condiciona a viver não da forma mais adequada, justa ou saudável, mas da maneira que parece mais socialmente aceitável.

    E quando falo em socialmente aceitável, quero dizer que até mesmo a saúde pode ser relegada a segundo plano, ou nem mesmo relegada a plano algum. Permita-me citar uma breve história que exemplifica tal raciocínio sobre condicionamento alimentar.

    Passando em um restaurante para conversar brevemente com alguém, notei uma criança com, talvez, três anos resistindo em comer um pedaço de carne bovina. A garotinha não fazia barulho, apenas lacrimejava enquanto se recusava a observar um bife em seu prato: — Num gosto de bife.
    — Não precisa gostar. É só comer – disse o pai.
    — Num quero.
    — Coma…coma já esse bife – prosseguia o homem tentando não chamar atenção.
    — Não!
    — Por favor, filhinha – insistia a mãe.
    — Olhe nas outras mesas, todo mundo está comendo carne. Só você que não – continuou o pai.
    — Deixa. Num sou eles. E eles não é eu.
    — Aé? Então tá! — reagiu o pai.
    O casal acabou cedendo, mas não desistiram de punir a criança.
    — Tudo bem. Mas hoje não vai ter sobremesa.
    — Num picisa.

    Pintura: Dana Ellyn

    #vegazeta #vegazetabr #historias #cotidiano #criancas #infancia #pais #consumo #despertar #alimentacao #carne #vegan #govegan #recife
  •  20  0  15 June, 2019
  • Na manhã de quinta-feira (13), o Coletivo Antiespecista RS, de Porto Alegre e Lajeado (RS), se reuniu para fazer vigília em frente aos matadouros Dália e BRF, nos municípios de Encantado e Lajeado.

Segundo o coletivo que atua em defesa dos direitos animais, a ação pacífica tinha o único objetivo de registrar imagens dos animais que chegavam empilhados, amontoados e sujos, entre olhares plenamente conscientes de seu destino.

De acordo com relato dos ativistas, o cheiro de morte era insuportável e os gritos poderiam ser ouvidos a mais de duas quadras, já que os matadouros ficam na área urbana e rodeado de casas e apartamentos.

Os ativistas enfatizam que os porcos são muito parecidos com as crianças humanas: gostam de brincar, se divertir e são inocentes. Inclusive transformam caixas de papelão e outros objetos que encontram pelo caminho em brinquedos.

Também são perspicazes, inteligente e têm excelente memória. Seu nível de cognição permite que reconheçam seus nomes, atendam comandos e sonhem. Além disso, como seres sociáveis, gostam de viver em grupos.

Ainda assim, como costumam apontar os defensores dos animais, nada disso impede que sejam vistos pela maioria apenas como criaturas que “serão criadas, mortas e reduzidas a alimentos e outros produtos”. Fotos: Coletivo Antiespecista RS

#vegazeta #vegazetabr #noticias #vigilia #ativistas #ativismo #coletivoantiespecistars #antiespecismo #antiespecista #matadouro #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #direitosanimais #riograndedosul #rs #portoalegre #lajeado #lajeadors #encantado #brasil #veganismo #vegan #vegano #govegan
Reposted from @vegazetabr
  • Na manhã de quinta-feira (13), o Coletivo Antiespecista RS, de Porto Alegre e Lajeado (RS), se reuniu para fazer vigília em frente aos matadouros Dália e BRF, nos municípios de Encantado e Lajeado.

    Segundo o coletivo que atua em defesa dos direitos animais, a ação pacífica tinha o único objetivo de registrar imagens dos animais que chegavam empilhados, amontoados e sujos, entre olhares plenamente conscientes de seu destino.

    De acordo com relato dos ativistas, o cheiro de morte era insuportável e os gritos poderiam ser ouvidos a mais de duas quadras, já que os matadouros ficam na área urbana e rodeado de casas e apartamentos.

    Os ativistas enfatizam que os porcos são muito parecidos com as crianças humanas: gostam de brincar, se divertir e são inocentes. Inclusive transformam caixas de papelão e outros objetos que encontram pelo caminho em brinquedos.

    Também são perspicazes, inteligente e têm excelente memória. Seu nível de cognição permite que reconheçam seus nomes, atendam comandos e sonhem. Além disso, como seres sociáveis, gostam de viver em grupos.

    Ainda assim, como costumam apontar os defensores dos animais, nada disso impede que sejam vistos pela maioria apenas como criaturas que “serão criadas, mortas e reduzidas a alimentos e outros produtos”. Fotos: Coletivo Antiespecista RS

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  •  8  3  15 June, 2019
  • Na manhã de quinta-feira (13), o Coletivo Antiespecista RS, de Porto Alegre e Lajeado (RS), se reuniu para fazer vigília em frente aos matadouros Dália e BRF, nos municípios de Encantado e Lajeado.

Segundo o coletivo que atua em defesa dos direitos animais, a ação pacífica tinha o único objetivo de registrar imagens dos animais que chegavam empilhados, amontoados e sujos, entre olhares plenamente conscientes de seu destino.

De acordo com relato dos ativistas, o cheiro de morte era insuportável e os gritos poderiam ser ouvidos a mais de duas quadras, já que os matadouros ficam na área urbana e rodeado de casas e apartamentos.

Os ativistas enfatizam que os porcos são muito parecidos com as crianças humanas gostam de brincar, se divertir e são inocentes. Inclusive transformam caixas de papelão e outros objetos que encontram pelo caminho em brinquedos.

Também são perspicazes, inteligente e têm excelente memória. Seu nível de cognição permite que reconheçam seus nomes, atendam comandos e sonhem. Além disso, como seres sociáveis, gostam de viver em grupos.

Ainda assim, como costumam apontar os defensores dos animais, nada disso impede que sejam vistos pela maioria apenas como criaturas que “serão criadas, mortas e reduzidas a alimentos e outros produtos”. Fotos Coletivo Antiespecista RS

#vegazeta #vegazetabr #noticias #vigilia #ativistas #ativismo #coletivoantiespecistars #antiespecismo #antiespecista #matadouro #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #direitosanimais #riograndedosul #rs #portoalegre #lajeado #lajeadors #encantado #brasil #veganismo #vegan #vegano #govegan
  • Na manhã de quinta-feira (13), o Coletivo Antiespecista RS, de Porto Alegre e Lajeado (RS), se reuniu para fazer vigília em frente aos matadouros Dália e BRF, nos municípios de Encantado e Lajeado.

    Segundo o coletivo que atua em defesa dos direitos animais, a ação pacífica tinha o único objetivo de registrar imagens dos animais que chegavam empilhados, amontoados e sujos, entre olhares plenamente conscientes de seu destino.

    De acordo com relato dos ativistas, o cheiro de morte era insuportável e os gritos poderiam ser ouvidos a mais de duas quadras, já que os matadouros ficam na área urbana e rodeado de casas e apartamentos.

    Os ativistas enfatizam que os porcos são muito parecidos com as crianças humanas gostam de brincar, se divertir e são inocentes. Inclusive transformam caixas de papelão e outros objetos que encontram pelo caminho em brinquedos.

    Também são perspicazes, inteligente e têm excelente memória. Seu nível de cognição permite que reconheçam seus nomes, atendam comandos e sonhem. Além disso, como seres sociáveis, gostam de viver em grupos.

    Ainda assim, como costumam apontar os defensores dos animais, nada disso impede que sejam vistos pela maioria apenas como criaturas que “serão criadas, mortas e reduzidas a alimentos e outros produtos”. Fotos Coletivo Antiespecista RS

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  •  20  4  14 June, 2019
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #produtos #mercado #nuggets #plantbased #seattlefoodtech #seattle #wa #futuro #proteina #protein #govegan
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

    A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

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  •  589  8  14 June, 2019
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #produtos #mercado #nuggets #plantbased #seattlefoodtech #seattle #wa #futuro #proteina #protein #govegan
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

    A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #produtos #mercado #nuggets #plantbased #seattlefoodtech #seattle #wa #futuro #proteina #protein #govegan
  •  50  0  14 June, 2019
  • Na manhã de quinta-feira (13), um grupo de ativistas de Porto Alegre e Lajeado (RS) se reuniu para fazer vigília em frente aos matadouros Dália e BRF, nos municípios de Encantado e Lajeado.

Segundo o coletivo que atua em defesa dos direitos animais, a ação pacífica tinha o único objetivo de registrar imagens dos animais que chegavam empilhados, amontoados e sujos, entre olhares plenamente conscientes de seu destino.

De acordo com relato dos ativistas, o cheiro de morte era insuportável e os gritos poderiam ser ouvidos a mais de duas quadras, já que os matadouros ficam na área urbana e rodeado de casas e apartamentos.

Os ativistas enfatizam que os porcos são muito parecidos com as crianças humanas: gostam de brincar, se divertir e são inocentes. Inclusive transformam caixas de papelão e outros objetos que encontram pelo caminho em brinquedos.

Também são perspicazes, inteligente e têm excelente memória. Seu nível de cognição permite que reconheçam seus nomes, atendam comandos e sonhem. Além disso, como seres sociáveis, gostam de viver em grupos.

Ainda assim, como costumam apontar os defensores dos animais, nada disso impede que sejam vistos pela maioria apenas como criaturas que “serão criadas, mortas e reduzidas a alimentos e outros produtos”. Fotos: Coletivo Antiespecista RS

#vegazeta #vegazetabr #noticias #vigilia #ativistas #ativismo #coletivoantiespecistars #antiespecismo #antiespecista #matadouro #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #direitosanimais #riograndedosul #rs #portoalegre #lajeado #lajeadors #encantado #brasil #veganismo #vegan #vegano #govegan
  • Na manhã de quinta-feira (13), um grupo de ativistas de Porto Alegre e Lajeado (RS) se reuniu para fazer vigília em frente aos matadouros Dália e BRF, nos municípios de Encantado e Lajeado.

    Segundo o coletivo que atua em defesa dos direitos animais, a ação pacífica tinha o único objetivo de registrar imagens dos animais que chegavam empilhados, amontoados e sujos, entre olhares plenamente conscientes de seu destino.

    De acordo com relato dos ativistas, o cheiro de morte era insuportável e os gritos poderiam ser ouvidos a mais de duas quadras, já que os matadouros ficam na área urbana e rodeado de casas e apartamentos.

    Os ativistas enfatizam que os porcos são muito parecidos com as crianças humanas: gostam de brincar, se divertir e são inocentes. Inclusive transformam caixas de papelão e outros objetos que encontram pelo caminho em brinquedos.

    Também são perspicazes, inteligente e têm excelente memória. Seu nível de cognição permite que reconheçam seus nomes, atendam comandos e sonhem. Além disso, como seres sociáveis, gostam de viver em grupos.

    Ainda assim, como costumam apontar os defensores dos animais, nada disso impede que sejam vistos pela maioria apenas como criaturas que “serão criadas, mortas e reduzidas a alimentos e outros produtos”. Fotos: Coletivo Antiespecista RS

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #vigilia #ativistas #ativismo #coletivoantiespecistars #antiespecismo #antiespecista #matadouro #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #direitosanimais #riograndedosul #rs #portoalegre #lajeado #lajeadors #encantado #brasil #veganismo #vegan #vegano #govegan
  •  682  46  14 June, 2019

Top #vegazeta Posts

  • No último dia 9, membros da icônica banda britânica de heavy metal Judas Priest estavam excursionando por Saskatchewan, no Canadá, quando decidiram visitar o abrigo de animais da organização Lucky Paws em Regina e promover a adoção em vez da compra de cães.

Na ocasião, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e os guitarristas Richie Faulkner e Andy Sneap conheceram os caninos Lemmy, Judas, Scotia e Lita e tiraram fotos para reforçar a importância da adoção responsável de animais, segundo informações do portal Metal Insider. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #judaspriest #metal #heavymetal #dogs #luckypaws #canada #saskatchewan #regina #adocao
  • No último dia 9, membros da icônica banda britânica de heavy metal Judas Priest estavam excursionando por Saskatchewan, no Canadá, quando decidiram visitar o abrigo de animais da organização Lucky Paws em Regina e promover a adoção em vez da compra de cães.

    Na ocasião, o baixista Ian Hill, o baterista Scott Travis e os guitarristas Richie Faulkner e Andy Sneap conheceram os caninos Lemmy, Judas, Scotia e Lita e tiraram fotos para reforçar a importância da adoção responsável de animais, segundo informações do portal Metal Insider.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #caes #judaspriest #metal #heavymetal #dogs #luckypaws #canada #saskatchewan #regina #adocao
  •  228  4  19 hours ago
  • Por @davidarioch 
Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais. 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr  #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  • Por @davidarioch
    Considerada a mais espetacular das ilhas que adornam as águas cintilantes do Mar Egeu, Santorini é uma referência paradisíaca do que restou de uma civilização micênica que existiu a 3,6 mil anos, quando um vulcão explodiu, restando somente fragmentos rochosos.

    No entanto, em meio a tantas histórias e belezas, nem tudo que se testemunha em Santorini é agradável aos olhos. Pelo menos para quem não gosta de ver animais sofrendo.

    Na ilha grega, um dos passeios mais famosos até a cidadezinha de Thira, no topo de uma escarpa, pode ser feito por meio de um teleférico, que não leva mais do que dois minutos e oferece o bônus de vistas deslumbrantes. Ou pode ser feito a pé, o que não leva mais do que 30 minutos de caminhada.

    Porém, muitas pessoas ainda optam pela opção “autêntica” ou “à moda antiga”, que significa montar sobre o lombo de um burro ou mula obrigando o animal a transportá-lo.

    O trajeto em zigue-zague não é fácil e quem presta atenção no animal percebe o esforço descomunal que ele é condicionado e obrigado a fazer para cumprir o trajeto.

    Considerando tal realidade, esta semana o ex-guitarrista do The Smiths, Johnny Marr, enviou uma carta ao ministro do Turismo, Thanasis Theocharopoulos, pedindo para que ele coloque um fim à exploração de animais nesses passeios.

    Johnny se tornou vegano em 2005, quando se mudou para Portland, no estado do Oregon, nos Estados Unidos. Sobre essa decisão, ele justificou que “gosta da ideia do progresso, de ser progressista” e considera importante se opor à crueldade contra os animais.
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #johnnymarr #thesmiths #santorini #grecia #greece #burros #donkeys #mulas #animais #exploracaoanimal #bemestaranimal #defesaanimal #protecaoanimal #govegan
  •  512  8  15 June, 2019
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #alimentos #produtos #mercado #nuggets #plantbased #seattlefoodtech #seattle #wa #futuro #proteina #protein #govegan
  • A startup do ramo alimentício Rebellyous, ex-Seattle Food Tech, aceitou o desafio de criar nuggets proteicos à base de vegetais mais baratos do que os de frango. Segundo a empresa sediada em Seattle (WA), como atualmente as opções de origem vegetal ainda têm um custo até cinco vezes maior do que o dos alimentos de origem animal, quem mais precisaria se beneficiar dessas opções acaba não tendo condições de adquirir esses produtos.

    A Rebellyous, que cita inclusive hospitais e escolas como instituições que acabam tendo dificuldade em adquirir alternativas à carne, garante que está desenvolvendo um plano de produção que permita cobrir essa lacuna, e não apenas se tratando de nuggets, mas também de outras alternativas. “Na Rebellyous, nossa missão é virar o jogo e apresentar uma alternativa à base de vegetais que seja melhor do que a carne animal em todos os sentidos, desde preço e conveniência até sabor e qualidade nutricional”, avisa a CEO e fundadora da startup, Christie Lagally, que este ano fechou um acordo de distribuição de substitutos de carne para o Centro Médico Sueco de Seattle.

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  •  589  8  14 June, 2019
  • Acusados de mais de 55 crimes praticados contra rinocerontes entre 2013 e 2016, os caçadores Forget Ndlovu, Jabulani Ndlovu e Sikhumbuzo Ndlovu foram condenados recentemente a 25 anos de prisão, de acordo com publicação do Eyewitness News, de Joanesburgo, na África do Sul.

Com os caçadores, os policiais encontraram um chifre de rinoceronte avaliado em valor equivalente a mais de 312 mil reais, além de um rifle com dardo tranquilizante e dois carros alugados. No momento da detenção, a polícia já havia ligado os suspeitos a dez ações de caça furtiva no Cabo Oriental, Mpumalanga e KwaZulu-Natal.

O juiz justificou que considerou todas as possibilidades para coibir esse tipo de ação, e ao determinar que todas as sentenças sejam cumpridas simultaneamente, ele garantiu 25 anos de prisão para cada um dos três homens.

Valorização comercial mantém rinoceronte na mira dos caçadores

Atualmente, cada chifre de rinoceronte vale de 100 a 300 mil dólares, segundo informações da organização Activists for Animals Africa (AAA). A valorização comercial é vista com preocupação porque aproxima algumas espécies da extinção.

O último rinoceronte-negro do oeste, por exemplo, foi extinto em 2011, assim como uma subespécie do rinoceronte javanês no Vietnã. Independente de espécie, o rinoceronte é um dos animais mais visados por caçadores e traficantes no continente africano.

Segundo a organização World Wide Fund for Nature (WWF), embora os rinocerontes-brancos do sul da África estejam protegidos em santuários, restam apenas três remanescentes dos rinocerontes-brancos do norte, e esses são mantidos sob guarda no Ol Pejeta Conservancy, em Nanyuki, no Quênia.

Hoje em dia, a violência contra os rinocerontes não acontece mais “à moda antiga”. Redes de crime organizado envolvidas na matança de rinocerontes contam com helicópteros, equipamentos de visão noturna, tranquilizantes veterinários e silenciadores.

Foto: Spaps
#vegazeta #vegazetabr #noticias #africa #africadosul #southafrica #grahamstown #cacadores #poachers #poaching #rinocerontes #rhinos #justica
  • Acusados de mais de 55 crimes praticados contra rinocerontes entre 2013 e 2016, os caçadores Forget Ndlovu, Jabulani Ndlovu e Sikhumbuzo Ndlovu foram condenados recentemente a 25 anos de prisão, de acordo com publicação do Eyewitness News, de Joanesburgo, na África do Sul.

    Com os caçadores, os policiais encontraram um chifre de rinoceronte avaliado em valor equivalente a mais de 312 mil reais, além de um rifle com dardo tranquilizante e dois carros alugados. No momento da detenção, a polícia já havia ligado os suspeitos a dez ações de caça furtiva no Cabo Oriental, Mpumalanga e KwaZulu-Natal.

    O juiz justificou que considerou todas as possibilidades para coibir esse tipo de ação, e ao determinar que todas as sentenças sejam cumpridas simultaneamente, ele garantiu 25 anos de prisão para cada um dos três homens.

    Valorização comercial mantém rinoceronte na mira dos caçadores

    Atualmente, cada chifre de rinoceronte vale de 100 a 300 mil dólares, segundo informações da organização Activists for Animals Africa (AAA). A valorização comercial é vista com preocupação porque aproxima algumas espécies da extinção.

    O último rinoceronte-negro do oeste, por exemplo, foi extinto em 2011, assim como uma subespécie do rinoceronte javanês no Vietnã. Independente de espécie, o rinoceronte é um dos animais mais visados por caçadores e traficantes no continente africano.

    Segundo a organização World Wide Fund for Nature (WWF), embora os rinocerontes-brancos do sul da África estejam protegidos em santuários, restam apenas três remanescentes dos rinocerontes-brancos do norte, e esses são mantidos sob guarda no Ol Pejeta Conservancy, em Nanyuki, no Quênia.

    Hoje em dia, a violência contra os rinocerontes não acontece mais “à moda antiga”. Redes de crime organizado envolvidas na matança de rinocerontes contam com helicópteros, equipamentos de visão noturna, tranquilizantes veterinários e silenciadores.

    Foto: Spaps
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  •  942  28  14 June, 2019
  • Por @davidarioch 
O artista britânico Andrew Tilsley reconhece que suas inspirações vêm das maravilhas da natureza e da exploração dos relacionamentos desconcertantes que as pessoas têm com outros animais. E foi com base nessa percepção que ele começou a explorar a inversão de papéis na nossa relação com seres não humanos.

Testes em animais, caça, uso de peles e consumo de carne são abordados no trabalho do artista, e com viés sardônico e revanchista – que evoca uma justiça baseada na contumácia da experiência compartilhada.

Afinal, e se fôssemos nós no lugar dos animais? Como nos sentiríamos? Será que seríamos capazes de analisar mais cuidadosamente o valor das vidas não humanas que condicionamos, subjugamos e obliteramos? São esses questionamentos que o trabalho de Tilsley desperta.

A intenção é chocar o público, até porque o artista assume a função de provocar quem não vê os animais como sujeitos de direitos, como se o papel das demais espécies fossem nos servir. O uso das cores dá uma tônica espetaculosa de visceralização de uma realidade reversa.

E a expressão corriqueira e apática dos personagens não humanos transparece um retrato humano da naturalização e não rejeição às atrocidades que cometemos contra os animais por simples e confortável conveniência. E tudo é criado sob uma inspiração combinante de raiva e beleza – o que Andrew também admite, assim como sua consideração de que os animais são seres autônomos e sensíveis, embora fascinantemente diferentes de nós.

O artista também é biólogo e explica como é transitar pela ciência e pela defesa dos animais: “Para mim, não há inconsistência em ser um biólogo e um defensor dos direitos animais. De fato, eu diria que, se a primeira [função] é praticada integralmente e corretamente, a outra [função] deve seguir [por esse caminho] automaticamente.” Saiba Mais

Com quatro anos, Andrew Tilsley aprendeu sobre a classificação dos animais de acordo com a alimentação e decidiu ser um herbívoro – então abdicou do consumo de carne. Mais tarde, em 1994, fez a transição para o veganismo.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #arte #art #artevegana #veganart #andrewtilsley #vegan #vegano #govegan #reinounido #uk
  • Por @davidarioch
    O artista britânico Andrew Tilsley reconhece que suas inspirações vêm das maravilhas da natureza e da exploração dos relacionamentos desconcertantes que as pessoas têm com outros animais. E foi com base nessa percepção que ele começou a explorar a inversão de papéis na nossa relação com seres não humanos.

    Testes em animais, caça, uso de peles e consumo de carne são abordados no trabalho do artista, e com viés sardônico e revanchista – que evoca uma justiça baseada na contumácia da experiência compartilhada.

    Afinal, e se fôssemos nós no lugar dos animais? Como nos sentiríamos? Será que seríamos capazes de analisar mais cuidadosamente o valor das vidas não humanas que condicionamos, subjugamos e obliteramos? São esses questionamentos que o trabalho de Tilsley desperta.

    A intenção é chocar o público, até porque o artista assume a função de provocar quem não vê os animais como sujeitos de direitos, como se o papel das demais espécies fossem nos servir. O uso das cores dá uma tônica espetaculosa de visceralização de uma realidade reversa.

    E a expressão corriqueira e apática dos personagens não humanos transparece um retrato humano da naturalização e não rejeição às atrocidades que cometemos contra os animais por simples e confortável conveniência. E tudo é criado sob uma inspiração combinante de raiva e beleza – o que Andrew também admite, assim como sua consideração de que os animais são seres autônomos e sensíveis, embora fascinantemente diferentes de nós.

    O artista também é biólogo e explica como é transitar pela ciência e pela defesa dos animais: “Para mim, não há inconsistência em ser um biólogo e um defensor dos direitos animais. De fato, eu diria que, se a primeira [função] é praticada integralmente e corretamente, a outra [função] deve seguir [por esse caminho] automaticamente.” Saiba Mais

    Com quatro anos, Andrew Tilsley aprendeu sobre a classificação dos animais de acordo com a alimentação e decidiu ser um herbívoro – então abdicou do consumo de carne. Mais tarde, em 1994, fez a transição para o veganismo.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #arte #art #artevegana #veganart #andrewtilsley #vegan #vegano #govegan #reinounido #uk
  •  609  1  12 June, 2019
  • Reposted from @vegazetabr -  Acusados de mais de 55 crimes praticados contra rinocerontes entre 2013 e 2016, os caçadores Forget Ndlovu, Jabulani Ndlovu e Sikhumbuzo Ndlovu foram condenados recentemente a 25 anos de prisão, de acordo com publicação do Eyewitness News, de Joanesburgo, na África do Sul.

Com os caçadores, os policiais encontraram um chifre de rinoceronte avaliado em valor equivalente a mais de 312 mil reais, além de um rifle com dardo tranquilizante e dois carros alugados. No momento da detenção, a polícia já havia ligado os suspeitos a dez ações de caça furtiva no Cabo Oriental, Mpumalanga e KwaZulu-Natal.

O juiz justificou que considerou todas as possibilidades para coibir esse tipo de ação, e ao determinar que todas as sentenças sejam cumpridas simultaneamente, ele garantiu 25 anos de prisão para cada um dos três homens.

Valorização comercial mantém rinoceronte na mira dos caçadores

Atualmente, cada chifre de rinoceronte vale de 100 a 300 mil dólares, segundo informações da organização Activists for Animals Africa (AAA). A valorização comercial é vista com preocupação porque aproxima algumas espécies da extinção.

O último rinoceronte-negro do oeste, por exemplo, foi extinto em 2011, assim como uma subespécie do rinoceronte javanês no Vietnã. Independente de espécie, o rinoceronte é um dos animais mais visados por caçadores e traficantes no continente africano.

Segundo a organização World Wide Fund for Nature (WWF), embora os rinocerontes-brancos do sul da África estejam protegidos em santuários, restam apenas três remanescentes dos rinocerontes-brancos do norte, e esses são mantidos sob guarda no Ol Pejeta Conservancy, em Nanyuki, no Quênia.

Hoje em dia, a violência contra os rinocerontes não acontece mais “à moda antiga”. Redes de crime organizado envolvidas na matança de rinocerontes contam com helicópteros, equipamentos de visão noturna, tranquilizantes veterinários e silenciadores.

Foto: Spaps
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  • Reposted from @vegazetabr - Acusados de mais de 55 crimes praticados contra rinocerontes entre 2013 e 2016, os caçadores Forget Ndlovu, Jabulani Ndlovu e Sikhumbuzo Ndlovu foram condenados recentemente a 25 anos de prisão, de acordo com publicação do Eyewitness News, de Joanesburgo, na África do Sul.

    Com os caçadores, os policiais encontraram um chifre de rinoceronte avaliado em valor equivalente a mais de 312 mil reais, além de um rifle com dardo tranquilizante e dois carros alugados. No momento da detenção, a polícia já havia ligado os suspeitos a dez ações de caça furtiva no Cabo Oriental, Mpumalanga e KwaZulu-Natal.

    O juiz justificou que considerou todas as possibilidades para coibir esse tipo de ação, e ao determinar que todas as sentenças sejam cumpridas simultaneamente, ele garantiu 25 anos de prisão para cada um dos três homens.

    Valorização comercial mantém rinoceronte na mira dos caçadores

    Atualmente, cada chifre de rinoceronte vale de 100 a 300 mil dólares, segundo informações da organização Activists for Animals Africa (AAA). A valorização comercial é vista com preocupação porque aproxima algumas espécies da extinção.

    O último rinoceronte-negro do oeste, por exemplo, foi extinto em 2011, assim como uma subespécie do rinoceronte javanês no Vietnã. Independente de espécie, o rinoceronte é um dos animais mais visados por caçadores e traficantes no continente africano.

    Segundo a organização World Wide Fund for Nature (WWF), embora os rinocerontes-brancos do sul da África estejam protegidos em santuários, restam apenas três remanescentes dos rinocerontes-brancos do norte, e esses são mantidos sob guarda no Ol Pejeta Conservancy, em Nanyuki, no Quênia.

    Hoje em dia, a violência contra os rinocerontes não acontece mais “à moda antiga”. Redes de crime organizado envolvidas na matança de rinocerontes contam com helicópteros, equipamentos de visão noturna, tranquilizantes veterinários e silenciadores.

    Foto: Spaps
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  •  662  21  14 June, 2019
  • - Projeto de lei visa proibir corridas de cães no Brasil - Parte 1 de 2

Este mês o deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), protocolou um projeto de lei que visa proibir a realização de corridas de cães no Brasil. O objetivo é beneficiar principalmente os galgos, conhecidos por serem explorados como corredores em várias partes do mundo.

O PL 1441/2019 aponta várias justificativas que reforçam a oposição ao uso desses animais em corridas, como múltiplos abusos físicos e psíquicos, o que vai contra o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9605/1995). “Um esporte deve ser entendido como uma atividade em que existe envolvimento voluntário de seus participantes, algo que não ocorre quando há submissão compulsória de animais não humanos”, argumenta Izar.

No Brasil, a corrida de cães é reprovada tanto por ativistas da causa animal quanto por cidadãos sem envolvimento com a defesa dos animais, mas que conhecem a prática. Em países como Estados Unidos, Itália, França, Argentina e Uruguai, entre outros, a corrida de cães já foi proibida como resultado do clamor popular.

Porém a realidade dos galgos ainda é desconhecida pela maioria da população brasileira. Os filhotes que passam pela primeira seleção de padrão da raça, que avalia características físicas e habilidades para corrida ou caça, são treinados com “iscas vivas” como lebres ou gatos. Aqueles que não forem aprovados nessa triagem podem acabar abandonados, mortos ou doados para pessoas que desconhecem as necessidades desses animais.

Outro problema é que os galgos utilizados em corrida passam a maior parte de suas vidas confinados em pequenos espaços e isolados de outros cães e do contato humano. Isso significa que em muitos casos eles são retirados do cativeiro apenas para o “treino”. Foto: RC/Getty

Via: @vegazetabr - 
#vegazeta #vegazetabr #noticias #corridadecaes #caes #galgos #greyhounds #brasil #deputadoricardoizar #defesaanimal #protecaoanimal - #regrann
  • - Projeto de lei visa proibir corridas de cães no Brasil - Parte 1 de 2

    Este mês o deputado federal Ricardo Izar (PP-SP), protocolou um projeto de lei que visa proibir a realização de corridas de cães no Brasil. O objetivo é beneficiar principalmente os galgos, conhecidos por serem explorados como corredores em várias partes do mundo.

    O PL 1441/2019 aponta várias justificativas que reforçam a oposição ao uso desses animais em corridas, como múltiplos abusos físicos e psíquicos, o que vai contra o artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais (9605/1995). “Um esporte deve ser entendido como uma atividade em que existe envolvimento voluntário de seus participantes, algo que não ocorre quando há submissão compulsória de animais não humanos”, argumenta Izar.

    No Brasil, a corrida de cães é reprovada tanto por ativistas da causa animal quanto por cidadãos sem envolvimento com a defesa dos animais, mas que conhecem a prática. Em países como Estados Unidos, Itália, França, Argentina e Uruguai, entre outros, a corrida de cães já foi proibida como resultado do clamor popular.

    Porém a realidade dos galgos ainda é desconhecida pela maioria da população brasileira. Os filhotes que passam pela primeira seleção de padrão da raça, que avalia características físicas e habilidades para corrida ou caça, são treinados com “iscas vivas” como lebres ou gatos. Aqueles que não forem aprovados nessa triagem podem acabar abandonados, mortos ou doados para pessoas que desconhecem as necessidades desses animais.

    Outro problema é que os galgos utilizados em corrida passam a maior parte de suas vidas confinados em pequenos espaços e isolados de outros cães e do contato humano. Isso significa que em muitos casos eles são retirados do cativeiro apenas para o “treino”. Foto: RC/Getty

    Via: @vegazetabr -
    #vegazeta #vegazetabr #noticias #corridadecaes #caes #galgos #greyhounds #brasil #deputadoricardoizar #defesaanimal #protecaoanimal - #regrann
  •  3,621  58  30 March, 2019
  • O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton declarou esta semana aos seus 10,8 milhões de seguidores no Instagram que é fácil ganhar massa muscular sendo vegano.

Hamilton lembrou que durante 12 anos o seu peso foi de 68 quilos, até que este ano ele conseguiu subir para 75 quilos. “As pessoas dizem ‘Ah, eu preciso da minha proteína e é por isso que nunca me tornei vegano”. Tenho muita proteína na minha dieta, estou ganhando mais músculos e estou mais saudável e mais feliz do que nunca. Queria ter feito isso antes”, enfatizou.

Em julho do ano passado, Lewis Hamilton compartilhou no seu Stories no Instagram dados mostrando o quanto é absurda a realidade da exploração de animais para consumo. “619 milhões de seres humanos foram mortos em guerras em toda a nossa história já registrada. Humanos matam o mesmo número de animais a cada cinco dias”, lamentou o piloto da Fórmula 1.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #esportes #formula1 #musculacao #lewishamilton #vegan #vegano #govegan #bevegan
  • O piloto de Fórmula 1 Lewis Hamilton declarou esta semana aos seus 10,8 milhões de seguidores no Instagram que é fácil ganhar massa muscular sendo vegano.

    Hamilton lembrou que durante 12 anos o seu peso foi de 68 quilos, até que este ano ele conseguiu subir para 75 quilos. “As pessoas dizem ‘Ah, eu preciso da minha proteína e é por isso que nunca me tornei vegano”. Tenho muita proteína na minha dieta, estou ganhando mais músculos e estou mais saudável e mais feliz do que nunca. Queria ter feito isso antes”, enfatizou.

    Em julho do ano passado, Lewis Hamilton compartilhou no seu Stories no Instagram dados mostrando o quanto é absurda a realidade da exploração de animais para consumo. “619 milhões de seres humanos foram mortos em guerras em toda a nossa história já registrada. Humanos matam o mesmo número de animais a cada cinco dias”, lamentou o piloto da Fórmula 1.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #esportes #formula1 #musculacao #lewishamilton #vegan #vegano #govegan #bevegan
  •  382  14  4 May, 2019
  • Na semana passada completou dois anos que seis bois escaparam de um matadouro da Star Packing, em Saint Louis, no Missouri (EUA), e deram uma lição de luta pela vida. Em 30 de março de 2017, Chico, Eddie, Houdini, Roo, Johnny Cash e Spirit arrebentaram três cercas e correram pelas ruas em busca de refúgio seguro.

Durante a fuga, transmitida por helicópteros de emissoras de TV, conseguiram escapar da polícia e dos agentes de controle animal por cinco horas. Até a SWAT foi convocada para dar assistência na captura dos “Seis de Saint Louis”. Corajoso e demonstrando muita vontade de viver, Chico guiou seus irmãos o máximo que pôde, sempre cuidando para que nenhum deles fosse deixado para trás.

O seu interesse em evitar que fossem reduzidos a pedaços de carne chamou a atenção até mesmo de um público de consumidores de carne que durante as horas de fuga torceu para que os bovinos não fossem capturados. A operação mobilizou tantos profissionais que, mesmo depois de escaparem de várias situações em que a fuga parecia impossível, eles acabaram encurralados.

Com destino incerto, e ainda apontando para a probabilidade de serem abatidos, eles foram mantidos em confinamento em uma fazenda por algumas semanas, até que a intervenção popular e compassiva falou mais alto. A história gerou tanta repercussão que o santuário Gentle Barn conseguiu arrecadar mais de 400 mil dólares para comprá-los e garantir um lar e todos os cuidados necessários.

Infelizmente, Spirit ficou bastante ferido ao final da fuga e faleceu pouco tempo depois. Em sua homenagem, os voluntários do santuário Gentle Barn Missouri plantaram um pessegueiro, perto de um lago que recebeu o nome de Lake Spirit, onde os outros animais do bando se reúnem.

Hoje, os sobreviventes, que têm três anos de idade e podem chegar facilmente aos 15 anos, vivem com galinhas, perus, porcos e cabras. “Chico foi corajoso, sábio, forte e mostrou ao mundo que quando lhes é dada uma chance, os bois sempre escolhem a vida”, destaca a gerente do santuário, Michelle Robertson, acrescentando que a cada ano realizam uma festa para comemorar o aniversário da grande fuga.

#vegazeta #vegazetabr #noticias #thestlouissix #govegan
  • Na semana passada completou dois anos que seis bois escaparam de um matadouro da Star Packing, em Saint Louis, no Missouri (EUA), e deram uma lição de luta pela vida. Em 30 de março de 2017, Chico, Eddie, Houdini, Roo, Johnny Cash e Spirit arrebentaram três cercas e correram pelas ruas em busca de refúgio seguro.

    Durante a fuga, transmitida por helicópteros de emissoras de TV, conseguiram escapar da polícia e dos agentes de controle animal por cinco horas. Até a SWAT foi convocada para dar assistência na captura dos “Seis de Saint Louis”. Corajoso e demonstrando muita vontade de viver, Chico guiou seus irmãos o máximo que pôde, sempre cuidando para que nenhum deles fosse deixado para trás.

    O seu interesse em evitar que fossem reduzidos a pedaços de carne chamou a atenção até mesmo de um público de consumidores de carne que durante as horas de fuga torceu para que os bovinos não fossem capturados. A operação mobilizou tantos profissionais que, mesmo depois de escaparem de várias situações em que a fuga parecia impossível, eles acabaram encurralados.

    Com destino incerto, e ainda apontando para a probabilidade de serem abatidos, eles foram mantidos em confinamento em uma fazenda por algumas semanas, até que a intervenção popular e compassiva falou mais alto. A história gerou tanta repercussão que o santuário Gentle Barn conseguiu arrecadar mais de 400 mil dólares para comprá-los e garantir um lar e todos os cuidados necessários.

    Infelizmente, Spirit ficou bastante ferido ao final da fuga e faleceu pouco tempo depois. Em sua homenagem, os voluntários do santuário Gentle Barn Missouri plantaram um pessegueiro, perto de um lago que recebeu o nome de Lake Spirit, onde os outros animais do bando se reúnem.

    Hoje, os sobreviventes, que têm três anos de idade e podem chegar facilmente aos 15 anos, vivem com galinhas, perus, porcos e cabras. “Chico foi corajoso, sábio, forte e mostrou ao mundo que quando lhes é dada uma chance, os bois sempre escolhem a vida”, destaca a gerente do santuário, Michelle Robertson, acrescentando que a cada ano realizam uma festa para comemorar o aniversário da grande fuga.

    #vegazeta #vegazetabr #noticias #thestlouissix #govegan
  •  798  46  3 April, 2019