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  • Crudo Minrro x Doble Porción. Última parte. Esperen pronto el videaco de este día. 🙏🏻
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  •  56  2  12 hours ago
  • Quando eu era criança, ganhei um saco cheio de moedas antigas da minha bisavó. Lembro de passar bastante tempo olhando cada uma delas. Ficava tentando descobrir o que eu poderia comprar com uma moeda de 400 reis. Acreditava que se eu voltasse no tempo, estaria rico. Acho que este foi meu primeiro exercício de historiador. O exercício de tentar compreender um tempo que não era o meu. Dizem que todo historiador gosta de velharias. Coisas do passado têm seu valor na medida em que ajudam a explicar seu contexto, mas cada historiador tem um pouco de antiquário - embora não gostamos de assumir. Objetos antigos são gatilhos de memória. São estopins de histórias. Eles não nascem do nada para servir para coisa nenhuma. São as pessoas, reais, de carne-e-osso que fazem as coisas. Essas coisas são feitas para serem usadas. E são nesses usos que os objetos antigos servem para pensarmos nas histórias das quais participaram. Na minha pequena coleção existem moedas estrangeiras. Acontece que minha bisavó nunca saiu do Brasil. Então, essas moedas contam histórias anteriores a ela. Quem teria ido à Argentina em 1960 e trazido uma moeda que estampa San Martin em seu verso? O que teria comprado a pessoa que recebeu de troco 1 franc, na França de 1949? Quais foram as pessoas que olharam para Getúlio Vargas na moeda de 10 centavos antes de mim? A magia dessas moedas não está em compreender seu valor econômico no seu contexto. Também não está em pensar a construção de uma memória nacional na imagem dos líderes talhados em um de seus lados. O encanto reside na imaginação da infância. No olhar da criança que ganhou um saco de moedas da bisavó e se transportou para outros tempos em sua cabeça. O encanto está no adulto que reencontrou essas mesmas moedas e as mesmas perguntas, além de uma pequena fotografia de quando era um menino.
  • Quando eu era criança, ganhei um saco cheio de moedas antigas da minha bisavó. Lembro de passar bastante tempo olhando cada uma delas. Ficava tentando descobrir o que eu poderia comprar com uma moeda de 400 reis. Acreditava que se eu voltasse no tempo, estaria rico. Acho que este foi meu primeiro exercício de historiador. O exercício de tentar compreender um tempo que não era o meu. Dizem que todo historiador gosta de velharias. Coisas do passado têm seu valor na medida em que ajudam a explicar seu contexto, mas cada historiador tem um pouco de antiquário - embora não gostamos de assumir. Objetos antigos são gatilhos de memória. São estopins de histórias. Eles não nascem do nada para servir para coisa nenhuma. São as pessoas, reais, de carne-e-osso que fazem as coisas. Essas coisas são feitas para serem usadas. E são nesses usos que os objetos antigos servem para pensarmos nas histórias das quais participaram. Na minha pequena coleção existem moedas estrangeiras. Acontece que minha bisavó nunca saiu do Brasil. Então, essas moedas contam histórias anteriores a ela. Quem teria ido à Argentina em 1960 e trazido uma moeda que estampa San Martin em seu verso? O que teria comprado a pessoa que recebeu de troco 1 franc, na França de 1949? Quais foram as pessoas que olharam para Getúlio Vargas na moeda de 10 centavos antes de mim? A magia dessas moedas não está em compreender seu valor econômico no seu contexto. Também não está em pensar a construção de uma memória nacional na imagem dos líderes talhados em um de seus lados. O encanto reside na imaginação da infância. No olhar da criança que ganhou um saco de moedas da bisavó e se transportou para outros tempos em sua cabeça. O encanto está no adulto que reencontrou essas mesmas moedas e as mesmas perguntas, além de uma pequena fotografia de quando era um menino.
  •  26  1  17 June, 2019
  • CAF0594. BELO HORIZONTE (BRASIL), 17/06/2019.- Edinson Cavani (c) de Uruguay anota el 2-0 durante el partido Uruguay-Ecuador del Grupo C de la Copa América de Fútbol 2019, en el Estadio Mineirão de Bello Horizonte, Brasil, hoy 16 de junio de 2019. EFE/Juan Ignacio Roncoroni #photojornalist #sport_photography #sportsphotos #picoftheday #Uruguay
  • CAF0594. BELO HORIZONTE (BRASIL), 17/06/2019.- Edinson Cavani (c) de Uruguay anota el 2-0 durante el partido Uruguay-Ecuador del Grupo C de la Copa América de Fútbol 2019, en el Estadio Mineirão de Bello Horizonte, Brasil, hoy 16 de junio de 2019. EFE/Juan Ignacio Roncoroni #photojornalist #sport_photography #sportsphotos #picoftheday #Uruguay
  •  53  3  17 June, 2019
  • Quando eu era criança, ganhei um saco cheio de moedas antigas da minha bisavó. Lembro de passar bastante tempo olhando cada uma delas. Ficava tentando descobrir o que eu poderia comprar com uma moeda de 400 reis. Acreditava que se eu voltasse no tempo, estaria rico. Acho que este foi meu primeiro exercício de historiador. O exercício de tentar compreender um tempo que não era o meu. Dizem que todo historiador gosta de velharias. Coisas do passado têm seu valor na medida em que ajudam a explicar seu contexto, mas cada historiador tem um pouco de antiquário - embora não gostamos de assumir. Objetos antigos são gatilhos de memória. São estopins de histórias. Eles não nascem do nada para servir para coisa nenhuma. São as pessoas, reais, de carne-e-osso que fazem as coisas. Essas coisas são feitas para serem usadas. E são nesses usos que os objetos antigos servem para pensarmos nas histórias das quais participaram. Na minha pequena coleção existem moedas estrangeiras. Acontece que minha bisavó nunca saiu do Brasil. Então, essas moedas contam histórias anteriores a ela. Quem teria ido à Argentina em 1960 e trazido uma moeda que estampa San Martin em seu verso? O que teria comprado a pessoa que recebeu de troco 1 franc, na França de 1949? Quais foram as pessoas que olharam para Getúlio Vargas na moeda de 10 centavos antes de mim? A magia dessas moedas não está em compreender seu valor econômico no seu contexto. Também não está em pensar a construção de uma memória nacional na imagem dos líderes talhados em um de seus lados. O encanto reside na imaginação da infância. No olhar da criança que ganhou um saco de moedas da bisavó e se transportou para outros tempos em sua cabeça. O encanto está no adulto que reencontrou essas mesmas moedas e as mesmas perguntas, além de uma pequena foto de quando era um menino.
  • Quando eu era criança, ganhei um saco cheio de moedas antigas da minha bisavó. Lembro de passar bastante tempo olhando cada uma delas. Ficava tentando descobrir o que eu poderia comprar com uma moeda de 400 reis. Acreditava que se eu voltasse no tempo, estaria rico. Acho que este foi meu primeiro exercício de historiador. O exercício de tentar compreender um tempo que não era o meu. Dizem que todo historiador gosta de velharias. Coisas do passado têm seu valor na medida em que ajudam a explicar seu contexto, mas cada historiador tem um pouco de antiquário - embora não gostamos de assumir. Objetos antigos são gatilhos de memória. São estopins de histórias. Eles não nascem do nada para servir para coisa nenhuma. São as pessoas, reais, de carne-e-osso que fazem as coisas. Essas coisas são feitas para serem usadas. E são nesses usos que os objetos antigos servem para pensarmos nas histórias das quais participaram. Na minha pequena coleção existem moedas estrangeiras. Acontece que minha bisavó nunca saiu do Brasil. Então, essas moedas contam histórias anteriores a ela. Quem teria ido à Argentina em 1960 e trazido uma moeda que estampa San Martin em seu verso? O que teria comprado a pessoa que recebeu de troco 1 franc, na França de 1949? Quais foram as pessoas que olharam para Getúlio Vargas na moeda de 10 centavos antes de mim? A magia dessas moedas não está em compreender seu valor econômico no seu contexto. Também não está em pensar a construção de uma memória nacional na imagem dos líderes talhados em um de seus lados. O encanto reside na imaginação da infância. No olhar da criança que ganhou um saco de moedas da bisavó e se transportou para outros tempos em sua cabeça. O encanto está no adulto que reencontrou essas mesmas moedas e as mesmas perguntas, além de uma pequena foto de quando era um menino.
  •  35  1  16 June, 2019
  • Hace rato había querido ir a ver a @crudomeansraw y a @doble_porcion pero nunca había podido. No fue hasta éste viernes 14 qué por fin pude hacerle fotos a estás neas, en un show brutal de principio a fin. 💎💰💣
  • Hace rato había querido ir a ver a @crudomeansraw y a @doble_porcion pero nunca había podido. No fue hasta éste viernes 14 qué por fin pude hacerle fotos a estás neas, en un show brutal de principio a fin. 💎💰💣
  •  74  3  16 June, 2019
  • epaselect epa07648408 A boy holds a mask with the face of the Brazilian president Luiz Inacio Lula da Silva during an anti-government demonstration in Belo Horizonte, Brazil, 14 June 2019. The general strike called by the unions against the pension reform proposed by the government of Brazilian President Jair Bolsonaro had partial support in various cities in the country. Dozens of cities registered protests and paralyzes in public services, but the strike did not get the expected adhesion early in the morning and the disorders were punctual, reports state. EPA-EFE/JUAN IGNACIO RONCORONI #photojornalist #fotoperiodismo #lulalivre #lula #EPA #EFE #picoftheday #pictures
  • epaselect epa07648408 A boy holds a mask with the face of the Brazilian president Luiz Inacio Lula da Silva during an anti-government demonstration in Belo Horizonte, Brazil, 14 June 2019. The general strike called by the unions against the pension reform proposed by the government of Brazilian President Jair Bolsonaro had partial support in various cities in the country. Dozens of cities registered protests and paralyzes in public services, but the strike did not get the expected adhesion early in the morning and the disorders were punctual, reports state. EPA-EFE/JUAN IGNACIO RONCORONI #photojornalist #fotoperiodismo #lulalivre #lula #EPA #EFE #picoftheday #pictures
  •  39  0  14 June, 2019
  • Gracias luz.
  • Gracias luz.
  •  67  1  14 June, 2019
  • ¿Bogotá o New York?
  • ¿Bogotá o New York?
  •  60  1  13 June, 2019
  • Luz.
  • Luz.
  •  63  4  13 June, 2019
  • Más afuera que adentro.
  • Más afuera que adentro.
  •  26  2  12 June, 2019
  • !
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  •  15  1  11 June, 2019

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