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  • Cheguei em Oaxaca direto em 7 horas vindo da Ciudad de México em uma chuva que me molhou até os órgãos. .
E eu sem botas impermeáveis e com jaqueta com vazamento. Não dá nada. O que não mata fortalece e nos preparar para o pior.
.
Ruas alagadas, um trânsito trancado e visibilidade baixa. .
Ainda tinha que esperar duas horas pela minha host e fui comer um sanduíche. O dono do carrinho gostou da minha história e me deu desconto. .
Encontrei- me com minha host, a elétrica Clarisa, e pude me secar, acalmar, socializar e fazer meus planos para o próximo dia, cujas fotos ilustram este post.
.
O primeiro destino do dia virá em outra oportunidade especial. Depois deste misterioso lugar, desci até os povoados octotocnos de Mitla para ver suas ruínas, Yagul para fazer um offroad de lama sem objetivo algum, Taclolula para comprar galochas, Santa Ana Del Vale para ver os tecidos únicos deste povo e Teotitlan onde uma banda de niños ensaiava a fanfarra dos dias dos mortos.
.
Depois caiu um pé d'água e eu tive a oportunidade de aprovar as galochas recém adquiridas. Custou 90 pesos (20 reais ) e dá de mil a zero nestas botas gourmets
.
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>> Participe da Viagem: Clique na BIO ou Clique Aqui bit.ly/2Lxiybl
.
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#oaxaca #oaxacamexico #yagul #teotitlan #mitla #matamoros 
#dirtroad #dirtroads #dirtroadtv #dirtroadlife  #motoadventure #dirtroaddiaries #duasrodas #advrider #bigtrail #motoviagem #motomochilabrasil #mototravel #motorcycle #tenere #yamaha #moto #motorbike #motocross #motolife #motorrad #xvladv
  • Cheguei em Oaxaca direto em 7 horas vindo da Ciudad de México em uma chuva que me molhou até os órgãos. .
    E eu sem botas impermeáveis e com jaqueta com vazamento. Não dá nada. O que não mata fortalece e nos preparar para o pior.
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    Ruas alagadas, um trânsito trancado e visibilidade baixa. .
    Ainda tinha que esperar duas horas pela minha host e fui comer um sanduíche. O dono do carrinho gostou da minha história e me deu desconto. .
    Encontrei- me com minha host, a elétrica Clarisa, e pude me secar, acalmar, socializar e fazer meus planos para o próximo dia, cujas fotos ilustram este post.
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    O primeiro destino do dia virá em outra oportunidade especial. Depois deste misterioso lugar, desci até os povoados octotocnos de Mitla para ver suas ruínas, Yagul para fazer um offroad de lama sem objetivo algum, Taclolula para comprar galochas, Santa Ana Del Vale para ver os tecidos únicos deste povo e Teotitlan onde uma banda de niños ensaiava a fanfarra dos dias dos mortos.
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    Depois caiu um pé d'água e eu tive a oportunidade de aprovar as galochas recém adquiridas. Custou 90 pesos (20 reais ) e dá de mil a zero nestas botas gourmets
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    #oaxaca #oaxacamexico #yagul #teotitlan #mitla #matamoros
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  •  465  3  13 November, 2019
  • Ixtapa/ Zihuatanejo .
À 20 km de distância de Troncones esta Ixtapa/ Zihuatanejo. A primeira é uma “quero ser Cancun no futuro” bem no começo. Apesar da zona hoteleira já estar delineando o acesso às praias e um centro comercial turístico, ainda tem muito verde em volta, praias desertas e uma atmosfera bucólica. .
Zihuatanejo tem ainda mais do localismo mexicano, mercados artesanais e aquela bagunça que quem já viu conhece. Foi aqui que eu pousei por 3 dias na casa da Jessica, uma americana mergulhadora muito da paz.
.
Meus caminhos aqui foi basicamente  em busca de praias surfeáveis e apesar de o lugar ser conhecido pelo bom surf, as últimas tormentas deixaram o mar bem revolto e pouco amistoso. Fui encontrar em Playa Linda na boca de um rio. Já tinha passado por ali, mas em branco. Foi o vizinho da Jessica que me deu a dica do lugar. Quando cheguei havia somente anciões na água, uns 4. Conversando com um deles, um argentino, me disse que eram os surfistas mais velhos em atividade do México. Pena que não deu para encontrar depois.
.
Antes de chegar a esta praia, vale citar por onde eu passei. Eu corria de moto o morro e via de cima a linha do horizonte do mar, mas um muro alto gigante impedia o acesso por toda a estrada. .
De repente, encontrei um portal de um condomínio de luxo abandonado e com o portão arrombado. Entrei e desci pelo que um dia foi um mega projeto imobiliário de alto padrão. Parece que foi abandonado há mais de 20 anos e hoje tudo são ruínas. Gosto muito destes lugares e entrei até onde dava para explorar. Eram mansões com canais e piscinas internas, varanda com vista para o mar e jardins de inverno.
. 
Alguns metros abaixo o acesso a uma praia pequena, deserta e linda. Tentei seguir mais adentro, mas a floresta já tinha tomado conta das ruas e estava muito difícil avançar. Foi quando eu retornei para o meu rumo original à Playa Linda.
.
Nas noites de Zihua, fui ver o Pedro (de Troncones) discotecar num bar (o que tem a Ducatti à venda) e levei a Jessica que por sua vez levou vários amigos também. Pessoas da Australia, Inglaterra, El Salvador e Mexico formavam o time.
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CONTINUA ABAIXO...
  • Ixtapa/ Zihuatanejo .
    À 20 km de distância de Troncones esta Ixtapa/ Zihuatanejo. A primeira é uma “quero ser Cancun no futuro” bem no começo. Apesar da zona hoteleira já estar delineando o acesso às praias e um centro comercial turístico, ainda tem muito verde em volta, praias desertas e uma atmosfera bucólica. .
    Zihuatanejo tem ainda mais do localismo mexicano, mercados artesanais e aquela bagunça que quem já viu conhece. Foi aqui que eu pousei por 3 dias na casa da Jessica, uma americana mergulhadora muito da paz.
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    Meus caminhos aqui foi basicamente em busca de praias surfeáveis e apesar de o lugar ser conhecido pelo bom surf, as últimas tormentas deixaram o mar bem revolto e pouco amistoso. Fui encontrar em Playa Linda na boca de um rio. Já tinha passado por ali, mas em branco. Foi o vizinho da Jessica que me deu a dica do lugar. Quando cheguei havia somente anciões na água, uns 4. Conversando com um deles, um argentino, me disse que eram os surfistas mais velhos em atividade do México. Pena que não deu para encontrar depois.
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    Antes de chegar a esta praia, vale citar por onde eu passei. Eu corria de moto o morro e via de cima a linha do horizonte do mar, mas um muro alto gigante impedia o acesso por toda a estrada. .
    De repente, encontrei um portal de um condomínio de luxo abandonado e com o portão arrombado. Entrei e desci pelo que um dia foi um mega projeto imobiliário de alto padrão. Parece que foi abandonado há mais de 20 anos e hoje tudo são ruínas. Gosto muito destes lugares e entrei até onde dava para explorar. Eram mansões com canais e piscinas internas, varanda com vista para o mar e jardins de inverno.
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    Alguns metros abaixo o acesso a uma praia pequena, deserta e linda. Tentei seguir mais adentro, mas a floresta já tinha tomado conta das ruas e estava muito difícil avançar. Foi quando eu retornei para o meu rumo original à Playa Linda.
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    Nas noites de Zihua, fui ver o Pedro (de Troncones) discotecar num bar (o que tem a Ducatti à venda) e levei a Jessica que por sua vez levou vários amigos também. Pessoas da Australia, Inglaterra, El Salvador e Mexico formavam o time.
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  •  678  19  1 November, 2019
  • K13 is her favorite song 📻🎶
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  •  96  5  29 October, 2019
  • Seid ihr allein unterwegs?, werde ich gefragt. Das ist aber mutig! Das hätte ich mich nicht getraut. Bemerkenswert. Bewundernswert. Außergewöhnlich. Inspirierend. 
Immer wieder treffe ich Menschen, die ganz ungläubig beeindruckt sind, wenn sie erfahren und sehen, wie Vaya und ich momentan leben. Im Van. Unterwegs. Zu zweit. Mama und Kleinkind. 
Wie wundervoll, wenn Menschen durch unseren Weg Inspiration finden und wir als Beispiele dafür stehen, Träume zu leben, loszugehen, sich nicht aufhalten zu lassen von Ängsten, Zweifeln, eigene und die der anderen. 
Habe ich Ängste? Zweifle ich? Ja. Klar. Immer wieder. Ich habe Momente und Phasen, die nicht nur bright, shiny und glitzernd sind. Sie gehören dazu. Licht und Schatten, Ying und Yang, Hochs und Tiefs. 
Doch die Stärke und der Mut, durch die Angst hindurchzugehen, sie zu fühlen, zuzulassen und es trotzdem zu machen, werden immer belohnt! Und letzten Endes bringen sie mir die größten Learnings und lassen mich wachsen. Da passiert etwas in mir, gerade dann fühle ich mich unendlich lebendig!

Als wir an der Westküste Portugals unterwegs waren, hatte ich immer wieder Sorge, wir könnten irgendwo auf einer unbefestigten Straße im Sand stecken bleiben. Sandige, unbefestigte Straßen gab es dort extrem viele, vor allem im Zusammenhang mit der Suche nach einem Stellplatz für die Nacht. Und oft genug fährst du in eine vertrauenserweckende Schotterpiste rein und fährst dann doch wieder über Sand, der dich an deinen Traum-4x4-Antrieb denken lässt! Ehe ich es mir versah und mit Ansage fuhr ich also eines schönen abends bei tief stehender Sonne überm Meer sehenden Auges in eine Sandstraße!!! Bloß nicht anhalten, bloß nicht anhalten, keine Möglichkeit zu wenden, oh Gott, es geht bergauf!, denke ich in Dauerschleife, die Räder drehen durch. Ich tätschel mein Auto und rede ihm gut zu, toll machst du das, grüner Busch, du schaffst das! Immer schön motivieren und dran glauben. Was habe ich geschwitzt! Letzten Endes haben wir gedreht und mit einem erleichterten Hochgefühl, regelrecht euphorischer Stimmung sind wir von Sand auf die sichere Erde zurück gerollt. Die sandigen Wege haben ihren Schrecken verloren.
#yesyoucan #gehlos
  • Seid ihr allein unterwegs?, werde ich gefragt. Das ist aber mutig! Das hätte ich mich nicht getraut. Bemerkenswert. Bewundernswert. Außergewöhnlich. Inspirierend.
    Immer wieder treffe ich Menschen, die ganz ungläubig beeindruckt sind, wenn sie erfahren und sehen, wie Vaya und ich momentan leben. Im Van. Unterwegs. Zu zweit. Mama und Kleinkind.
    Wie wundervoll, wenn Menschen durch unseren Weg Inspiration finden und wir als Beispiele dafür stehen, Träume zu leben, loszugehen, sich nicht aufhalten zu lassen von Ängsten, Zweifeln, eigene und die der anderen.
    Habe ich Ängste? Zweifle ich? Ja. Klar. Immer wieder. Ich habe Momente und Phasen, die nicht nur bright, shiny und glitzernd sind. Sie gehören dazu. Licht und Schatten, Ying und Yang, Hochs und Tiefs.
    Doch die Stärke und der Mut, durch die Angst hindurchzugehen, sie zu fühlen, zuzulassen und es trotzdem zu machen, werden immer belohnt! Und letzten Endes bringen sie mir die größten Learnings und lassen mich wachsen. Da passiert etwas in mir, gerade dann fühle ich mich unendlich lebendig!

    Als wir an der Westküste Portugals unterwegs waren, hatte ich immer wieder Sorge, wir könnten irgendwo auf einer unbefestigten Straße im Sand stecken bleiben. Sandige, unbefestigte Straßen gab es dort extrem viele, vor allem im Zusammenhang mit der Suche nach einem Stellplatz für die Nacht. Und oft genug fährst du in eine vertrauenserweckende Schotterpiste rein und fährst dann doch wieder über Sand, der dich an deinen Traum-4x4-Antrieb denken lässt! Ehe ich es mir versah und mit Ansage fuhr ich also eines schönen abends bei tief stehender Sonne überm Meer sehenden Auges in eine Sandstraße!!! Bloß nicht anhalten, bloß nicht anhalten, keine Möglichkeit zu wenden, oh Gott, es geht bergauf!, denke ich in Dauerschleife, die Räder drehen durch. Ich tätschel mein Auto und rede ihm gut zu, toll machst du das, grüner Busch, du schaffst das! Immer schön motivieren und dran glauben. Was habe ich geschwitzt! Letzten Endes haben wir gedreht und mit einem erleichterten Hochgefühl, regelrecht euphorischer Stimmung sind wir von Sand auf die sichere Erde zurück gerollt. Die sandigen Wege haben ihren Schrecken verloren.
    #yesyoucan #gehlos

  •  23  6  25 October, 2019
  • Puerto Vallarta, a nova Cancún, porto dos grandes  cruzeiros, dos casinos e das festas noturnas.
.
Pra mim, uma parada estratégica para surfar nas rústicas e boutiquizadas praias de San Pancho, Sayulita e a melhor de todas, Las Lanchas. Fui duas vezes e na última surfei com um crocodilo. É verdade, veja os Stories. Eu encarei alguns desafios offroads para encontrar mais picos, mas quando cheguei não tinha ondas.
.
Em Puerto, fui recebido pela Yael en sua casa assombrada. Sou muito grato, pois mesmo esta não estando nas melhores condições me cedeu a casa que estava abandonada por umas semanas.
.
E fazia tempo que eu não era surpreendido.
.
Voltando do surf, a chuva caiu e eu fui me esconder debaixo de um viaduto à ala motoboy de São Paulo. E ali estava mais 3 motociclistas em BMWs e Ducatti. Fizemos as saudações ali e terminei a noite com eles num bar de cerveja por 1 dólar e comendo tacos.
.
Desta roda de causos e piadas saiu um apoio formidável da Yamaha Iguartua Puerto Vallarta @igartuayamaha . O Iván era amigo do gerente Brayam que prontamente me convidou e disse que apoio tinha de sobra.
.
No outro dia cheguei e já estavam todos a postos. A moto foi para a revisão e ganhei pneus novos. Quase ganhei o pinhão que eu tanto precisava, mas eles não tinham mais.
.
E não foi só isso. Minutos antes eu estava comprando novos rolamentos e os amigos da loja Baleros y Retenes de Colima me apoiaram também. Saí de lá com os rolamentos das rodas e da direção na faixa.
.
Para finalizar o dia fui com o Brayam e esposa ver os crocodilhos  e os Mariachis da praia Boca de Tomates.
.
Uma salva de palmas para todos os apoiadores, pois estes tornam viagens menos desgastantes. Viva Méxicooooo!!!!
.
.
>>Vejam mais fotos nos Stories
.
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#dirtroad #dirtroads #dirtroadtv #dirtroadlife #dirtroaddiaries #duasrodas #advrider #bigtrail #motoviagem #motomochilabrasil #mototravel #motorcycle #tenere #yamaha #honda #kawasaki #ktm #suzuki #bmwmotorrad #moto #motorbike #motocross #motolife #motorrad
#puertovallarta #mexico #travel #puertovallartamexico #puertovallartajalisco
  • Puerto Vallarta, a nova Cancún, porto dos grandes cruzeiros, dos casinos e das festas noturnas.
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    Pra mim, uma parada estratégica para surfar nas rústicas e boutiquizadas praias de San Pancho, Sayulita e a melhor de todas, Las Lanchas. Fui duas vezes e na última surfei com um crocodilo. É verdade, veja os Stories. Eu encarei alguns desafios offroads para encontrar mais picos, mas quando cheguei não tinha ondas.
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    Em Puerto, fui recebido pela Yael en sua casa assombrada. Sou muito grato, pois mesmo esta não estando nas melhores condições me cedeu a casa que estava abandonada por umas semanas.
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    E fazia tempo que eu não era surpreendido.
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    Voltando do surf, a chuva caiu e eu fui me esconder debaixo de um viaduto à ala motoboy de São Paulo. E ali estava mais 3 motociclistas em BMWs e Ducatti. Fizemos as saudações ali e terminei a noite com eles num bar de cerveja por 1 dólar e comendo tacos.
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    Desta roda de causos e piadas saiu um apoio formidável da Yamaha Iguartua Puerto Vallarta @igartuayamaha . O Iván era amigo do gerente Brayam que prontamente me convidou e disse que apoio tinha de sobra.
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    No outro dia cheguei e já estavam todos a postos. A moto foi para a revisão e ganhei pneus novos. Quase ganhei o pinhão que eu tanto precisava, mas eles não tinham mais.
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    E não foi só isso. Minutos antes eu estava comprando novos rolamentos e os amigos da loja Baleros y Retenes de Colima me apoiaram também. Saí de lá com os rolamentos das rodas e da direção na faixa.
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    Para finalizar o dia fui com o Brayam e esposa ver os crocodilhos e os Mariachis da praia Boca de Tomates.
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    Uma salva de palmas para todos os apoiadores, pois estes tornam viagens menos desgastantes. Viva Méxicooooo!!!!
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    #puertovallarta #mexico #travel #puertovallartamexico #puertovallartajalisco

  •  615  11  23 October, 2019

Top #dirtroaddiaries Posts

  • Fim da Baja Califórnia e de volta ao Continente México.
.
Cruzei em Ferry de La Paz a Mazatlán. Custou 2800 pesos (600 reais) e durou 18 horas em um navio de carga não turístico sem lugar para dormir. .
Mas eu fui rápido e consegui ocupar uma linha de cadeiras, na qual me deitei depois de ter assistindo sem muito interesse um filme de guerra russo (que eu nunca vou saber o nome) e Planeta dos Macacos.
.
Conheci lá dentro uma dupla Pai e filho México-canadense, um músico de jaz argentino e tive mais uma conversa ou outra fiada com caminhoneiros e a tripulação. .
Eles servem jantar e café da manhã durante.
.
Desembarquei de manhã em Mazatlan e fui pra casa da Irene, uma meiguisse de menina. Também apareceu seu Airbnb da Colômbia e sua irmã para irmos almoçar no restaurante de praia de seus pais, onde comi a iguaria da região: dourado ensopado. .
Também vimos o por do sol do terraço do hotel, conhecemos Downtown e no outro dia conheci uns amigos loucos dela que fizeram um prato de polvo e camarão.
.
Quando me despedi a Irene me deu de presente uma pasta de amendoim com cacau de sua autoria.
.
Mazatlán também ficou marcado porque eu finalmente consegui encontrar o suporte de embreagem que tinha sido quebrado em San Javier havia semanas. .
Veio de graça deste camarada de uma loja de moto e resolveu me presentear, porque quando era nadador profissional viajou para o Brasil e amou. .
Viva Brasil!
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#dirtroad #dirtroads #dirtroadtv #dirtroadlife #dirtroaddiaries #duasrodas #advrider #bigtrail #motoviagem #motomochilabrasil #mototravel #motorcycle #tenere #yamaha #honda #kawasaki #ktm #suzuki #bmwmotorrad #moto #motorbike #motocross #motolife #motorrad
#mazatlan #mazatlansinaloa #sinaloa #mexico #ferry #balsa
  • Fim da Baja Califórnia e de volta ao Continente México.
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    Cruzei em Ferry de La Paz a Mazatlán. Custou 2800 pesos (600 reais) e durou 18 horas em um navio de carga não turístico sem lugar para dormir. .
    Mas eu fui rápido e consegui ocupar uma linha de cadeiras, na qual me deitei depois de ter assistindo sem muito interesse um filme de guerra russo (que eu nunca vou saber o nome) e Planeta dos Macacos.
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    Conheci lá dentro uma dupla Pai e filho México-canadense, um músico de jaz argentino e tive mais uma conversa ou outra fiada com caminhoneiros e a tripulação. .
    Eles servem jantar e café da manhã durante.
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    Desembarquei de manhã em Mazatlan e fui pra casa da Irene, uma meiguisse de menina. Também apareceu seu Airbnb da Colômbia e sua irmã para irmos almoçar no restaurante de praia de seus pais, onde comi a iguaria da região: dourado ensopado. .
    Também vimos o por do sol do terraço do hotel, conhecemos Downtown e no outro dia conheci uns amigos loucos dela que fizeram um prato de polvo e camarão.
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    Quando me despedi a Irene me deu de presente uma pasta de amendoim com cacau de sua autoria.
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    Mazatlán também ficou marcado porque eu finalmente consegui encontrar o suporte de embreagem que tinha sido quebrado em San Javier havia semanas. .
    Veio de graça deste camarada de uma loja de moto e resolveu me presentear, porque quando era nadador profissional viajou para o Brasil e amou. .
    Viva Brasil!
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  •  730  11  21 October, 2019
  • Ixtapa/ Zihuatanejo .
À 20 km de distância de Troncones esta Ixtapa/ Zihuatanejo. A primeira é uma “quero ser Cancun no futuro” bem no começo. Apesar da zona hoteleira já estar delineando o acesso às praias e um centro comercial turístico, ainda tem muito verde em volta, praias desertas e uma atmosfera bucólica. .
Zihuatanejo tem ainda mais do localismo mexicano, mercados artesanais e aquela bagunça que quem já viu conhece. Foi aqui que eu pousei por 3 dias na casa da Jessica, uma americana mergulhadora muito da paz.
.
Meus caminhos aqui foi basicamente  em busca de praias surfeáveis e apesar de o lugar ser conhecido pelo bom surf, as últimas tormentas deixaram o mar bem revolto e pouco amistoso. Fui encontrar em Playa Linda na boca de um rio. Já tinha passado por ali, mas em branco. Foi o vizinho da Jessica que me deu a dica do lugar. Quando cheguei havia somente anciões na água, uns 4. Conversando com um deles, um argentino, me disse que eram os surfistas mais velhos em atividade do México. Pena que não deu para encontrar depois.
.
Antes de chegar a esta praia, vale citar por onde eu passei. Eu corria de moto o morro e via de cima a linha do horizonte do mar, mas um muro alto gigante impedia o acesso por toda a estrada. .
De repente, encontrei um portal de um condomínio de luxo abandonado e com o portão arrombado. Entrei e desci pelo que um dia foi um mega projeto imobiliário de alto padrão. Parece que foi abandonado há mais de 20 anos e hoje tudo são ruínas. Gosto muito destes lugares e entrei até onde dava para explorar. Eram mansões com canais e piscinas internas, varanda com vista para o mar e jardins de inverno.
. 
Alguns metros abaixo o acesso a uma praia pequena, deserta e linda. Tentei seguir mais adentro, mas a floresta já tinha tomado conta das ruas e estava muito difícil avançar. Foi quando eu retornei para o meu rumo original à Playa Linda.
.
Nas noites de Zihua, fui ver o Pedro (de Troncones) discotecar num bar (o que tem a Ducatti à venda) e levei a Jessica que por sua vez levou vários amigos também. Pessoas da Australia, Inglaterra, El Salvador e Mexico formavam o time.
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  • Ixtapa/ Zihuatanejo .
    À 20 km de distância de Troncones esta Ixtapa/ Zihuatanejo. A primeira é uma “quero ser Cancun no futuro” bem no começo. Apesar da zona hoteleira já estar delineando o acesso às praias e um centro comercial turístico, ainda tem muito verde em volta, praias desertas e uma atmosfera bucólica. .
    Zihuatanejo tem ainda mais do localismo mexicano, mercados artesanais e aquela bagunça que quem já viu conhece. Foi aqui que eu pousei por 3 dias na casa da Jessica, uma americana mergulhadora muito da paz.
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    Meus caminhos aqui foi basicamente em busca de praias surfeáveis e apesar de o lugar ser conhecido pelo bom surf, as últimas tormentas deixaram o mar bem revolto e pouco amistoso. Fui encontrar em Playa Linda na boca de um rio. Já tinha passado por ali, mas em branco. Foi o vizinho da Jessica que me deu a dica do lugar. Quando cheguei havia somente anciões na água, uns 4. Conversando com um deles, um argentino, me disse que eram os surfistas mais velhos em atividade do México. Pena que não deu para encontrar depois.
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    Antes de chegar a esta praia, vale citar por onde eu passei. Eu corria de moto o morro e via de cima a linha do horizonte do mar, mas um muro alto gigante impedia o acesso por toda a estrada. .
    De repente, encontrei um portal de um condomínio de luxo abandonado e com o portão arrombado. Entrei e desci pelo que um dia foi um mega projeto imobiliário de alto padrão. Parece que foi abandonado há mais de 20 anos e hoje tudo são ruínas. Gosto muito destes lugares e entrei até onde dava para explorar. Eram mansões com canais e piscinas internas, varanda com vista para o mar e jardins de inverno.
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    Alguns metros abaixo o acesso a uma praia pequena, deserta e linda. Tentei seguir mais adentro, mas a floresta já tinha tomado conta das ruas e estava muito difícil avançar. Foi quando eu retornei para o meu rumo original à Playa Linda.
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    Nas noites de Zihua, fui ver o Pedro (de Troncones) discotecar num bar (o que tem a Ducatti à venda) e levei a Jessica que por sua vez levou vários amigos também. Pessoas da Australia, Inglaterra, El Salvador e Mexico formavam o time.
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