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  •  318  9  20 minutes ago
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A tranquilidade de quem sabe que é linda! Simone é mais uma mamãezinha que foi liberada pra adoção! Ela foi resgatada gravidinha, teve seus filhotes na segurança do lar temporário e agora procura seu lar pra sempre. Adotar um gatinho adulto é dar uma segunda chance pra uma vida que já sofreu muito nas ruas! Vem conhecer a Simone! É só preencher o formulário em www.mundogato.org.br/formulario
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  •  428  2  28 minutes ago
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Pressão alta ou sangramento anormal durante a gravidez, bem como complicações como parto cesáreo ou parto prematuro, podem aumentar o risco de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), sugerem dois novos estudos. 
O primeiro estudo, publicado no periódico Autism, sugere q irmãos de crianças Autistas experimentam muitas das mesmas complicações. A descoberta merece uma análise + detalhada de como o perfil genético de um indivíduo interage com os gatilhos ambientais p moldar o risco de autismo, o q conhecemos como Epigenética.
O segundo estudo, do Pediatrics, descobriu q a prevalência de autismo entre crianças nascidas prematuramente é de 7%, em comparação com 1,7% na população geral.
Fora a genética, os fatores q ocorrem durante a gravidez são provavelmente a segunda maior influência sobre a etiologia do TEA. Cerca de 22% das mães de crianças com TEA sofreram sangramento anormal em comparação com 9% das mães de crianças neurotípicas.  Uma proporção maior de mães de crianças Autistas também teve pré-eclâmpsia (pressão alta durante a gravidez) e cesariana em comparação com os controles.
Além disso, + crianças com autismo tiveram baixo peso ao nascer, foram submetidas a reanimação, ficaram na incubadora ou receberam fototerapia para icterícia.  As taxas de fototerapia mostraram a maior discrepância: 78% dos bebês com TEA receberam, em comparação com 24% dos típicos. Os pesquisadores também descobriram q, qt mais complicações as crianças com TEA foram expostas durante a gestação e ao nascimento, + graves foram os prejuízos na comunicação social e nos comportamentos repetitivos. 
Essa relação dose-dependência sugere q esses fatores pré-natais contribuem p o TEA. No entanto, n está claro qual é essa conexão. Os mecanismos exatos ainda precisam ser estudados. O vínculo pode ser indireto: um fator unificador, como idade dos pais ou uma variante genética, pode aumentar os riscos por influência do ambiente.
Um dos pontos fracos do estudo é q ele depende da lembrança das mães q ocorreram há mais de uma década. Além disso, mães com gravidez complicada podem se lembrar de mais detalhes do que aquelas com gravidez sem intercorrências.
  • @sindrome_de_asperger_autismo Profile picture

    @sindrome_de_asperger_autismo

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    Pressão alta ou sangramento anormal durante a gravidez, bem como complicações como parto cesáreo ou parto prematuro, podem aumentar o risco de Transtorno do Espectro do Autismo (TEA), sugerem dois novos estudos.
    O primeiro estudo, publicado no periódico Autism, sugere q irmãos de crianças Autistas experimentam muitas das mesmas complicações. A descoberta merece uma análise + detalhada de como o perfil genético de um indivíduo interage com os gatilhos ambientais p moldar o risco de autismo, o q conhecemos como Epigenética.
    O segundo estudo, do Pediatrics, descobriu q a prevalência de autismo entre crianças nascidas prematuramente é de 7%, em comparação com 1,7% na população geral.
    Fora a genética, os fatores q ocorrem durante a gravidez são provavelmente a segunda maior influência sobre a etiologia do TEA. Cerca de 22% das mães de crianças com TEA sofreram sangramento anormal em comparação com 9% das mães de crianças neurotípicas. Uma proporção maior de mães de crianças Autistas também teve pré-eclâmpsia (pressão alta durante a gravidez) e cesariana em comparação com os controles.
    Além disso, + crianças com autismo tiveram baixo peso ao nascer, foram submetidas a reanimação, ficaram na incubadora ou receberam fototerapia para icterícia. As taxas de fototerapia mostraram a maior discrepância: 78% dos bebês com TEA receberam, em comparação com 24% dos típicos. Os pesquisadores também descobriram q, qt mais complicações as crianças com TEA foram expostas durante a gestação e ao nascimento, + graves foram os prejuízos na comunicação social e nos comportamentos repetitivos.
    Essa relação dose-dependência sugere q esses fatores pré-natais contribuem p o TEA. No entanto, n está claro qual é essa conexão. Os mecanismos exatos ainda precisam ser estudados. O vínculo pode ser indireto: um fator unificador, como idade dos pais ou uma variante genética, pode aumentar os riscos por influência do ambiente.
    Um dos pontos fracos do estudo é q ele depende da lembrança das mães q ocorreram há mais de uma década. Além disso, mães com gravidez complicada podem se lembrar de mais detalhes do que aquelas com gravidez sem intercorrências.

  •  115  6  27 minutes ago